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quarta-feira, 30 de julho de 2014

CAMINHO ERRADO

(No Estadão online, quarta-feira, 30.07.2014)Dizer que é “inadmissível” a interferência do mercado na política é como achar que a falta das necessidades básicas no lar não deve influenciar a felicidade da família. Essa afirmação é que é “inadmissível”, especialmente vindo de alguém ocupando o cargo mais importante da Nação. O que deseja dona Dilma? No regime democrático, a avaliação de um governo é feita pela situação do “mercado”, e isso se reflete forçosamente na política. A transparência nessa avaliação também é uma necessidade para que o voto do eleitor seja o mais consciente possível. Em vez de tentar maquiar dados e situações, com um marketing enganoso, o governo deveria aplicar bem as verbas disponíveis, com competência e boa gestão, para tornar o mercado incentivador de progresso e bem-estar para o povo. Assim a avaliação seria positiva e os votos viriam naturalmente. Qualquer outro caminho é que é “inadmissível”.

quarta-feira, 6 de março de 2013

COMO O DIABO GOSTA

(No Estadão impresso, quarta-feira, 6.03.2013)
Em vez de gastar tempo fazendo o diabo para se reeleger, a sra. presidente devia fazer o diabo para conseguir passar as reformas tão necessárias para o bem do Brasil. Do jeito que as coisas vão, com inflação despontando, Lei de Responsabilidade Fiscal desrespeitada, o peso de tantos ministérios inúteis, o custo Brasil disparando e o PIB(inho) atolando na incompetência, logo, logo o brasileiro trabalhador e altamente endividado terá de pagar o "mico" comendo o pão que o diabo amassou!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

E A MODERNIDADE?

(No Estadão online, quinta-feira, 29/07/2010)
Dilma Rousseff, disse que o País "tem 14 milhões de empregos criados para vencer o medo outra vez"... ''e construir a esperança". E concluiu: ''Hoje todos sabem do que somos capazes". E qual foi o custo de tudo isso? Com os juros mais altos do planeta e a infraestrutura em frangalhos; com enormes deficiências no sistema educacional; sem uma segurança adequada; com as leis sendo desrespeitadas e o Judiciário cooptado pela Presidência; com todos os que foram tachados de ''os 300 picaretas'' participando e impondo seus interesses no governo; sem um plano de ação que vá além de muitas viagens seguindo um rol de projetos denominado PAC (Plano de Antecipação de Campanha)... É, sra. Rousseff, sabemos bem do que é capaz seu chefe e mentor, assim como seu partido. São capazes de tudo para atender à finalidade principal, que é manter o poder e a garantia das ricas boquinhas para companheiros e amigos do rei. Dessa capacidade o Brasil não precisa. Precisamos de competência, boa administração de nosso dinheiro, com projetos de base, bem elaborados e executados. Precisamos de um governo que saiba conduzir o Brasil para o nível de progresso dos países sérios e desenvolvidos, não um que, sempre procurando votos, o afunde com muitos discursos e pouco trabalho nas reformas essenciais para sustentar o progresso e a modernidade.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

BIRUTA DOS BONS

(No Estadão online, sexta-feira, 23/04/2010)
Parece que o eleitor confia mais no "biruta" do Serra do que o da Dilma: 38%x28% e 36%x29%. Apesar de todo vento gerado nos comícios de "sua majestade", o rei do PAC (Plano de Autopromoção e Campanha), com dinheiro público, ilegalmente, o vôo do tucano continua firme e na direção certa. Agora é só se precaver contra o vento sujo que será lançado contra, e bater bem as asas. Como diria o mineirin, o tucano pode ser "biruta", mas é dos bons, sô!

terça-feira, 30 de março de 2010

PACOTES E EMBRULHOS

(No Globo, RJ e Estadão online, terça-feira, 30/03/2010)
Lula descobriu o segredo para manter e ampliar o palco para seus discursos autoelogiosos. Antes de concluir metade do PAC 1, está lançando o PAC 2. Será que começou a faltar ''embrulho'' para embalar tantos PACotes? Ou será que sua agenda, com palanques e comícios promovendo Dilma Rousseff, estava ficando fraca de inaugurações? Seja como for, nunca antes ''neçe paiz'' tivemos tantos PACotes e o povo foi tão embrulhado por planos de obras que encobrem a falta de plano de governo. E assim o Brasil segue à deriva nas reformas tão necessárias, sacrificadas pelo jogo do poder a qualquer custo! Será que conseguiremos mudar isso em outubro? Deus queira que sim!

segunda-feira, 29 de março de 2010

AFRONTA ESCANCARADA

(No Estadão online, segunda-feira, 29/03/2010)
Lula afirma que não existe campanha eleitoral ''antecipada'', nem ''dissimulada'' em favor de Dilma Rousseff. Trata-se, diz ele, de ''barulho da oposição''. Até quando vamos aguentar tanta cara de pau, tanta mentira? Várias perguntas caberiam e não estão sendo feitas. Justifica-se a presença do primeiro mandatário da Nação, acompanhado de sua ministra-chefe da Casa Civil, na maioria dessas ''inaugurações''? Lula não tem mais o que fazer além de subir em palanques, discursando em obras (muitas parcialmente prontas) realizadas com nosso dinheiro, arrecadado para os cofres federais? Essas obras não são o destino normal desse dinheiro arrecadado? Por que o presidente tem de chamar a si as glórias de algo que é simples obrigação? Em que outro país do mundo (o sério e responsável) um presidente comparece a todas inaugurações, até de pequenas obras, fazendo auto-elogios? É, sr. Lula, acreditamos (sic) que não se trata de campanha nem antecipada nem dissimulada, mas, sim, ESCANCARADA! Ou seja, neste país do faz de conta, enquanto elle nos afronta com seu cinismo, nós, os ''palhaços'' que pagamos essa ''farra'', choramos! Será que o povo dará o devido troco em outubro? Se Deus realmente é brasileiro, não tenho dúvida que sim!

segunda-feira, 22 de março de 2010

INAUGURAÇÃO FATIADA

(No METRO – SP, segunda-feira, 22/03/2010)
O presidente Lula inventou um novo modo de inaugurar projetos: o modo fatiado. Primeiro inaugura a pedra fundamental, depois a conclusão do canteiro de obra, a colocação da caixa d'água, etc. E assim vai criando eventos para subir em palanques, sempre acompanhado, naturalmente, de sua candidata Dilma Rousseff. Temos portanto uma "mãe do PAC" com muitos filhos gêmeos e trigêmeos uni vitelinos, assim como um presidente emérito em partos de gestações múltiplas. E qual é desculpa dada? "Obras não concluídas são inauguradas porque dados imprecisos são enviados pelos Estados e devido a falhas do gabinete do Planalto". E, para o cúmulo dos cúmulos, "a insistência de Lula para participar de eventos". E o Tribunal Superior Eleitoral ainda tem dúvida se as inaugurações são pretextos para antecipar (ilegalmente) a campanha de Dilma? Isso só ocorre neste país do faz de conta. Infelizmente!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AGENDA PRESIDENCIAL

(No Estadão online, sexta-feira, 29/01/2010)
A ministra Dilma Rousseff disse, em entrevista sobre Lula, que "a agenda de um presidente todo mundo sabe que é muito pesada. É um esforço enorme, há tempos, no passado, que chamamos de Rally Dakar". Realmente, senhora ministra, o trabalho fica duríssimo quando ele, além de todas suas responsabilidades, ainda aplica tanta energia à sua campanha eleitoral (ilegal). Minha sugestão é que, a partir de agora, ele passe mais tempo em Brasília cuidando dos problemas do Brasil, que são muitos (passar as reformas, por exemplo). Há tempos estamos precisando de um presidente que despache no Palácio do Planalto, em vez de estar voando o tempo todo no AeroLula. Que ele corte em sua agenda as funções de cabo eleitoral e organizador de comícios. Sua saúde e a Justiça Eleitoral agradecerão!

domingo, 24 de janeiro de 2010

TOM DA CAMPANHA

(No Estadão impresso, domingo, 24/01/2010)
Qual vai ser mesmo o tom da campanha, sr. presidente? Manter o alto nível ou xingar e acusar de fora da realidade quem não reza pela sua cartilha? Parece-me que a apelação já começou!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

QUAL DESENVOLVIMENTO?

(No Estadão Online, terça-feira, 29/12/2009)
Será que o "novo desenvolvimentismo" proposto pela ministra Dilma Rousseff significa mudança de rumo sobre a política atual? Só pode ser, pois o que Lula está fazendo não leva a um Estado forte, mas a um inchado, fraco e ineficiente! E, com o aumento progressivo da estatização, o Brasil estaria regredindo no tempo. Para o bem do Brasil, e da liberdade responsável dos brasileiros produtivos, melhor seria termos Leis mais fortes, iguais para todos, com um Estado mais ágil e competente na sua aplicação. Ou seja, o Brasil só será forte (competindo de igual para igual com o mundo globalizado) com mais respeito à Constituição, mais liberdade empresarial e governos mais atuantes e menos onerosos. O que precisamos é que as leis sejam entendidas e cumpridas, sob a supervisão de agências regulatórias profissionais e respeitadas no revelar e punir transgressões. Justamente o contrário da anarquia institucional que está sendo o governo Lula. O Primeiro Mundo caminha numa direção e nós, infelizmente, temos caminhado na direção oposta. Lá, o povo vive com liberdade, progresso e bem estar, sob governos de respeito. Aqui, quem trabalha, produz e paga pesados impostos (38% do PIB), vê seu dinheiro desaparecer na insaciável máquina do Estado, com pouquíssimo retorno e nenhuma explicação. Lá o povo vive com abundância e respeito; aqui, como Lula mesmo apontou, o povo vive na merda. Será esse o caminho do Estado "forte" (sic) sendo proposto por Dilma? Se for realmente, que Deus nos ajude!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

INAUGURAÇÕES PRESIDENCIAIS

(No Estadão Online, quarta-feira, 28/10/2009)
Temos um presidente (que deveria ser) de 170 milhões e sua ministra do Gabinete Civil que realmente sabem valorizar os cargos que receberam em nome da Nação. Toda força e majestade de seus cargos, talvez os mais importantes do governo, serão pouco para as inaugurações nas quais eles fazem questão de estar presentes. Vejamos: um complexo de estúdios da TV Record (estupendo, como é que se inaugura um estúdio de TV sem a presença do presidente da Nação? Impossível!); a 1a. Expocatador, um feirão de catadores de lixo (aí sim, como é que catadores de lixo se sentiriam se o presidente e a ministra Dilma não estivessem lá, abrilhantando a abertura de seu "monumental feirão"?) Gostaria de sugerir, para dar mais brilho e pompa a essas inaugurações, que, como é feito no EUA, se coloquem atrás do palanque, onde discursarão "majestosamente" as eminências federais, o Brazão da República Federativa do Brasil, o pavilhão Nacional, e que toda a banda dos Fuzileiros Navais, com seus uniformes de gala, toquem o Hino Nacional, cantado, quem sabe, pelo rei Roberto Carlos, ou cantor de igual gabarito. Com inaugurações tão importantes, não podemos deixar por menos. Não vamos querer deixar complexados os locutores da TV Record, ou os catadores de lixo, não é verdade? E assim teremos inaugurações e inaugurações até abril de 2010. Todas bem organizadas e ricamente executadas com nosso dinheiro, o dinheiro do PAC, Programa de Antecipação de Campanha... da Dilma. E lá na França, no seu túmulo, DeGaulle certamente está dando boas gargalhadas. Nós merecemos!