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terça-feira, 8 de maio de 2018
PERIGO NAS INDECISÕES
(No Estadão online, terça-feira, 8.05.2018)
O excelente e bem ponderado artigo do jornalista Fernando Gabeira "Grande problema, grande cidade" (4/5, A2) é de uma importância a toda prova. Abordando o chamado "déficit habitacional" e o problema da cracolândia no centro da cidade de São Paulo ele chama a atenção a uma possível consequência de catastróficas e devastadoras dimensões: o risco de epidemias que corremos devido à quebra da segurança biológica! Conforme revela, esse risco constou de advertência de um grupo de cientistas, incluindo o bilionário Bill Gates, que analisaram essa questão. Termina o artigo com referência ao incêndio e queda do edifício Wilton Alves de Almeida: "tomara que esse desastre ajude também a apressar os passos dados, desatar longas negociações. Por que tragédias num lugar que pode ser um dos mais atraentes da metrópole?" Creio que essa questão extrapola uma simples perspectiva de atração e solução urbanística. Creio que é essencial enfatizar com todo alarde o que sr. Gabeira menciona: "que (devido às possíveis epidemias) o destino de todos está em jogo". Muitas e muitas vidas correm perigo. Por tanto não se trata de somente um grande problema, mas um de gigantescas proporções. E como tal deve ser tratado!
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quinta-feira, 6 de abril de 2017
LIÇÃO DO CHACRINHA
(No Estadão impresso, quinta-feira, 6.04.2017)
PESQUISAS
“Quem não se comunica se trumbica”, alertava o grande e inesquecível Abelardo Barbosa, o Chacrinha. O editorial Sem hesitação (4/4, A3) nos faz lembrar essa famosa sentença no que toca à importância de o presidente Michel Temer revelar ao povo, em alto e bom som, que “não há soluções mágicas para a crise (...), que a situação atual é resultado da inépcia dos presidentes petistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, os mesmos que hoje pretendem dar lições de como tirar o País da crise que eles mesmos criaram”. Realmente, o presidente Temer deve “seguir adiante com as reformas, sem se deixar guiar por pesquisas”. O povo, cada vez mais esclarecido, quer melhores empregos e menos inflação, entendendo que as promessas petistas se basearam em mentiras e ilusões, que levaram a muitas expectativas e poucas realizações. Seria hora de todos se conscientizarem de que neste mundo globalizado e competitivo a riqueza flui de nações fornecedoras de matérias-primas e mão de obra barata (como o Brasil se tornou) para as mais produtivas e preparadas tecnologicamente. Sem educação, sem disciplina e sem sacrifício do presente para investir com inteligência no futuro não há progresso. E tudo só pode começar com os ajustes na economia que o governo Temer está levando adiante, com o sacrifício de todos nós. Pesquisas provocam desvios políticos que prejudicam o que deveria ser nosso verdadeiro foco.
PESQUISAS
“Quem não se comunica se trumbica”, alertava o grande e inesquecível Abelardo Barbosa, o Chacrinha. O editorial Sem hesitação (4/4, A3) nos faz lembrar essa famosa sentença no que toca à importância de o presidente Michel Temer revelar ao povo, em alto e bom som, que “não há soluções mágicas para a crise (...), que a situação atual é resultado da inépcia dos presidentes petistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, os mesmos que hoje pretendem dar lições de como tirar o País da crise que eles mesmos criaram”. Realmente, o presidente Temer deve “seguir adiante com as reformas, sem se deixar guiar por pesquisas”. O povo, cada vez mais esclarecido, quer melhores empregos e menos inflação, entendendo que as promessas petistas se basearam em mentiras e ilusões, que levaram a muitas expectativas e poucas realizações. Seria hora de todos se conscientizarem de que neste mundo globalizado e competitivo a riqueza flui de nações fornecedoras de matérias-primas e mão de obra barata (como o Brasil se tornou) para as mais produtivas e preparadas tecnologicamente. Sem educação, sem disciplina e sem sacrifício do presente para investir com inteligência no futuro não há progresso. E tudo só pode começar com os ajustes na economia que o governo Temer está levando adiante, com o sacrifício de todos nós. Pesquisas provocam desvios políticos que prejudicam o que deveria ser nosso verdadeiro foco.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016
A GRANDE DIFERENÇA
(No Estadão online, segunda-feira, 17.10.2016)
Enquanto nações ricas incentivam o trabalho, a eficiência, a criatividade, a produtividade e a criação de riqueza, pagando bem conforme a qualificação acadêmica, tecnológica e o mérito da pessoa, países pobres invertem essa fórmula pagando melhor as categorias burocráticas que não geram riqueza. O Brasil é um caso típico: "Das dez categorias mais bem pagas, seis são do serviço público" (manchete do "Estadão" de 10/10). Quando vamos entender que as categorias que produzem riqueza são as que pagam os impostos que sustentam as categorias burocráticas do serviço público, e que elas têm de ser incentivadas com ganhos maiores, pois assumem os riscos que acompanham o empreendedorismo? Aqui, quem assume os riscos do progresso é prejudicado por uma grande e complexa burocracia, tendo de arcar com pesados impostos. Os que puxam o verdadeiro progresso e riqueza, os do setor privado, têm como "sócio" o governo, que só ganha sem assumir quaisquer riscos. Dá para entender por que os que são empreendedores fogem daqui e buscam países que os incentivam? Nossa riqueza vem da exportação de matérias-primas, minérios, café, soja, cacau, etc., e importamos bens com valor agregado nos quais essas matérias-primas foram usadas. Exemplos é o nosso cacau que vai para a Suíça e para a Bélgica, voltando como chocolates finos com bons lucros... para eles. Só seremos ricos quando incentivarmos melhor quem produz riqueza com menos carga tributária e peso burocrático. O funcionalismo público deve servir de apoio aos que nos trazem riqueza, e não de estorvo que desincentiva e prejudica os que desejam ficar ricos honestamente e por mérito. Um teto nos gastos do governo não é suficiente. Teremos de reduzir muito os atuais abusos de certas categorias, pois do jeito que está ficaremos cada vez mais atrasados em relação ao Primeiro Mundo. Disso depende o Brasil que queremos deixar para nossas futuras gerações.
Enquanto nações ricas incentivam o trabalho, a eficiência, a criatividade, a produtividade e a criação de riqueza, pagando bem conforme a qualificação acadêmica, tecnológica e o mérito da pessoa, países pobres invertem essa fórmula pagando melhor as categorias burocráticas que não geram riqueza. O Brasil é um caso típico: "Das dez categorias mais bem pagas, seis são do serviço público" (manchete do "Estadão" de 10/10). Quando vamos entender que as categorias que produzem riqueza são as que pagam os impostos que sustentam as categorias burocráticas do serviço público, e que elas têm de ser incentivadas com ganhos maiores, pois assumem os riscos que acompanham o empreendedorismo? Aqui, quem assume os riscos do progresso é prejudicado por uma grande e complexa burocracia, tendo de arcar com pesados impostos. Os que puxam o verdadeiro progresso e riqueza, os do setor privado, têm como "sócio" o governo, que só ganha sem assumir quaisquer riscos. Dá para entender por que os que são empreendedores fogem daqui e buscam países que os incentivam? Nossa riqueza vem da exportação de matérias-primas, minérios, café, soja, cacau, etc., e importamos bens com valor agregado nos quais essas matérias-primas foram usadas. Exemplos é o nosso cacau que vai para a Suíça e para a Bélgica, voltando como chocolates finos com bons lucros... para eles. Só seremos ricos quando incentivarmos melhor quem produz riqueza com menos carga tributária e peso burocrático. O funcionalismo público deve servir de apoio aos que nos trazem riqueza, e não de estorvo que desincentiva e prejudica os que desejam ficar ricos honestamente e por mérito. Um teto nos gastos do governo não é suficiente. Teremos de reduzir muito os atuais abusos de certas categorias, pois do jeito que está ficaremos cada vez mais atrasados em relação ao Primeiro Mundo. Disso depende o Brasil que queremos deixar para nossas futuras gerações.
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terça-feira, 16 de agosto de 2016
AUMENTO DE IMPOSTOS
(No Estadão online, terça-feira, 16.08.2016)
O empresário sr. Abílio Diniz acha que “não subir impostos é contra o País” (“Estadão”, 14/8). Em que país vive o sr. Diniz? Será o Brasil de tantos pobres e trabalhadores que sofrem para sobreviver seu dia a dia? Ou será que ele está no mundo das elites privilegiadas e com folgados orçamentos? Com uma carga tributária de Primeiro Mundo, o governo presta serviços dos mais deficientes ao trabalhador contribuinte. Temos muitos custos e pouquíssimos benefícios pelo que já pagamos de impostos. O sr. Diniz deve sair um pouco de sua “redoma de milionários” e sentir o drama dos que lutam para viver, antes de propor que os impostos devem ser aumentados. Quando chegarem os benefícios, e ainda faltar dinheiro para melhorar as condições do povo, aí, sim, venham nos pedir mais! Por enquanto, procurem reduzir seus gastos e suas mordomias! O povo não está aguentando sustentar este governo cada vez mais inchado e inoperante!
O empresário sr. Abílio Diniz acha que “não subir impostos é contra o País” (“Estadão”, 14/8). Em que país vive o sr. Diniz? Será o Brasil de tantos pobres e trabalhadores que sofrem para sobreviver seu dia a dia? Ou será que ele está no mundo das elites privilegiadas e com folgados orçamentos? Com uma carga tributária de Primeiro Mundo, o governo presta serviços dos mais deficientes ao trabalhador contribuinte. Temos muitos custos e pouquíssimos benefícios pelo que já pagamos de impostos. O sr. Diniz deve sair um pouco de sua “redoma de milionários” e sentir o drama dos que lutam para viver, antes de propor que os impostos devem ser aumentados. Quando chegarem os benefícios, e ainda faltar dinheiro para melhorar as condições do povo, aí, sim, venham nos pedir mais! Por enquanto, procurem reduzir seus gastos e suas mordomias! O povo não está aguentando sustentar este governo cada vez mais inchado e inoperante!
domingo, 12 de junho de 2016
FATOS - VERDADES E MENTIRAS
(No Estadão impresso, domingo, 12.06.2016)
O ministro de Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, afirmava que “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. É o caso das afirmações alardeadas por petistas na tentativa de marcar o processo de impeachment como “golpe”, dizendo não ter havido crime de responsabilidade cometido pela "presidenta" afastada Dilma Rousseff e que as pedaladas fiscais foram feitas também em administrações anteriores. Todas essas teses finalmente caíram por terra com as explicações claras e irrefutáveis dos srs. Júlio Marcelo de Oliveira, procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), e Antonio Carlos Costa D’Ávila, auditor do TCU, na comissão especial do impeachment no Senado. Creio que, agora, caberia aos que reconhecem a necessidade premente do impeachment usar da mesma tese de Goebbels para consolidar de vez a verdade: não há golpe, e sim a defesa da democracia, da lei e da responsabilidade de todos os governantes pelo bom uso do dinheiro público, especialmente do primeiro mandatário da Nação. As provas demonstradas pelos srs. Oliveira e D’Ávila deveriam circular com grande alarde por todos os meios de comunicação, nacionais e internacionais, e por consulados, embaixadas e outras representações nacionais fora do País. Nossa imagem como democracia foi maldosamente atingida pelos petistas e pela sra. Dilma Rousseff. Está na hora de fazer tudo para limpá-la, recuperando a verdade e expondo claramente os fatos.
O ministro de Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, afirmava que “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. É o caso das afirmações alardeadas por petistas na tentativa de marcar o processo de impeachment como “golpe”, dizendo não ter havido crime de responsabilidade cometido pela "presidenta" afastada Dilma Rousseff e que as pedaladas fiscais foram feitas também em administrações anteriores. Todas essas teses finalmente caíram por terra com as explicações claras e irrefutáveis dos srs. Júlio Marcelo de Oliveira, procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), e Antonio Carlos Costa D’Ávila, auditor do TCU, na comissão especial do impeachment no Senado. Creio que, agora, caberia aos que reconhecem a necessidade premente do impeachment usar da mesma tese de Goebbels para consolidar de vez a verdade: não há golpe, e sim a defesa da democracia, da lei e da responsabilidade de todos os governantes pelo bom uso do dinheiro público, especialmente do primeiro mandatário da Nação. As provas demonstradas pelos srs. Oliveira e D’Ávila deveriam circular com grande alarde por todos os meios de comunicação, nacionais e internacionais, e por consulados, embaixadas e outras representações nacionais fora do País. Nossa imagem como democracia foi maldosamente atingida pelos petistas e pela sra. Dilma Rousseff. Está na hora de fazer tudo para limpá-la, recuperando a verdade e expondo claramente os fatos.
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quarta-feira, 27 de abril de 2016
BALA DE PRATA (Como matar jararaca)
(No Estadão online, quarta-feira, 27.04.2016)
O ex-presidente Luiz Inácio da Silva, após prestar depoimento coercitivamente na Polícia Federal, nos deu a maneira: acertar bem na cabeça da serpente (no rabo não adianta). Esse bicho é duro de matar! Também difícil de matar é vampiro: sendo necessário segurar crucifixo com uma mão e, com a outra, cravar bem no seu coração estaca de madeira bem pontiaguda. E lobisomem nem se fala. Só acertando no seu coração uma bem disparada bala de prata. O Brasil do bem, da democracia e da liberdade, muito ameaçado por jararacas, vampiros e lobisomens, está precisando urgentemente usar um desses recursos. Gostaria de sugerir a nossos estadistas (juiz Sérgio Moro, senhores ministros do Supremo Tribunal Federal e líderes esclarecidos do Congresso) que usem eficientemente três balas de prata para começar a eliminar o mal que tanto nos vem afligindo há mais de década: poderosas CPIs dando total transparência a empréstimos (doações?) do BNDES feitos a ditadores latino-americanos e africanos; gastos abusivos do Executivo através dos cartões corporativos; e atividades até hoje não bem explicadas da sra. Rosemary Noronha, inclusive o bem documentado transporte e depósito de 25 milhões de euros em banco no Porto, Portugal. E que seus resultados sejam bem divulgados aos brasileiros, que estão pagando essas contas (e deixando um pesado saldo devedor a filhos e netos), e na imprensa estrangeira (especialmente), para que as “jararacas” não tenham meios de retrucar com as mentiras habituais. Não podemos continuar “bonzinhos” achando que eles têm consciência, escrúpulos e vergonha. Não têm! Só mesmo acertando no coração desse processo, bem disfarçado de “democracia” (Foro de São Paulo), que está nos levando a uma malfadada ditadura bolivariana.
O ex-presidente Luiz Inácio da Silva, após prestar depoimento coercitivamente na Polícia Federal, nos deu a maneira: acertar bem na cabeça da serpente (no rabo não adianta). Esse bicho é duro de matar! Também difícil de matar é vampiro: sendo necessário segurar crucifixo com uma mão e, com a outra, cravar bem no seu coração estaca de madeira bem pontiaguda. E lobisomem nem se fala. Só acertando no seu coração uma bem disparada bala de prata. O Brasil do bem, da democracia e da liberdade, muito ameaçado por jararacas, vampiros e lobisomens, está precisando urgentemente usar um desses recursos. Gostaria de sugerir a nossos estadistas (juiz Sérgio Moro, senhores ministros do Supremo Tribunal Federal e líderes esclarecidos do Congresso) que usem eficientemente três balas de prata para começar a eliminar o mal que tanto nos vem afligindo há mais de década: poderosas CPIs dando total transparência a empréstimos (doações?) do BNDES feitos a ditadores latino-americanos e africanos; gastos abusivos do Executivo através dos cartões corporativos; e atividades até hoje não bem explicadas da sra. Rosemary Noronha, inclusive o bem documentado transporte e depósito de 25 milhões de euros em banco no Porto, Portugal. E que seus resultados sejam bem divulgados aos brasileiros, que estão pagando essas contas (e deixando um pesado saldo devedor a filhos e netos), e na imprensa estrangeira (especialmente), para que as “jararacas” não tenham meios de retrucar com as mentiras habituais. Não podemos continuar “bonzinhos” achando que eles têm consciência, escrúpulos e vergonha. Não têm! Só mesmo acertando no coração desse processo, bem disfarçado de “democracia” (Foro de São Paulo), que está nos levando a uma malfadada ditadura bolivariana.
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
'FAZER O DIABO' COMPENSA?
(No Estadão online, quinta-feira, 14.04.2016)
Compensa para um partido, sim, quando permite a reeleição e a impunidade por interpretação falha de termos da Constituição. Sim, quando, pelo desvio de altíssimos valores, permite que paguem advogados caros que "enrolam" os processos com apelações, embargos e outras chicanas criadas para facilitar a impunidade. Sim, quando cria condições de pagarem o mais caro marketing político que, com bem elaboradas mentiras, consegue manter o eleitor iludido. Sim, quando permite "comprarem" votos no Congresso para seus fins hegemônicos, ou evitar o impeachment. Sim, quando facilita para eles a cooptação de integrantes do Poder Judiciário. Mas, definitivamente, não compensa para o resto do Brasil, pois destrói nossa credibilidade internacional e reduz nosso crédito. Não compensa para a maioria, pois seu alto custo acaba tendo de ser pago pelo brasileiro honesto, trabalhador e assalariado. Não compensa, pois, com esse desvirtuamento da democracia, nós nos atolamos no atraso administrativo, econômico e social do Terceiro Mundo. Enquanto o resto das nações do Primeiro Mundo progride e enriquece, nós ficamos para trás, ampliando a separação de classes e aumentando a injustiça social. Em defesa da democracia, temos de acabar com partidos políticos que queiram ficar no poder "fazendo o diabo". Pelo bem do Brasil e de todos os seus cidadãos de bem: impeachment já! Fora PT!
Compensa para um partido, sim, quando permite a reeleição e a impunidade por interpretação falha de termos da Constituição. Sim, quando, pelo desvio de altíssimos valores, permite que paguem advogados caros que "enrolam" os processos com apelações, embargos e outras chicanas criadas para facilitar a impunidade. Sim, quando cria condições de pagarem o mais caro marketing político que, com bem elaboradas mentiras, consegue manter o eleitor iludido. Sim, quando permite "comprarem" votos no Congresso para seus fins hegemônicos, ou evitar o impeachment. Sim, quando facilita para eles a cooptação de integrantes do Poder Judiciário. Mas, definitivamente, não compensa para o resto do Brasil, pois destrói nossa credibilidade internacional e reduz nosso crédito. Não compensa para a maioria, pois seu alto custo acaba tendo de ser pago pelo brasileiro honesto, trabalhador e assalariado. Não compensa, pois, com esse desvirtuamento da democracia, nós nos atolamos no atraso administrativo, econômico e social do Terceiro Mundo. Enquanto o resto das nações do Primeiro Mundo progride e enriquece, nós ficamos para trás, ampliando a separação de classes e aumentando a injustiça social. Em defesa da democracia, temos de acabar com partidos políticos que queiram ficar no poder "fazendo o diabo". Pelo bem do Brasil e de todos os seus cidadãos de bem: impeachment já! Fora PT!
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domingo, 10 de abril de 2016
PRATO CHEIO
(No Estadão online, domingo, 10.04.2016)
Olimpíada no Rio de Janeiro, epidemia do vírus da zika e da gripe H1N1, investigação do ex-presidente Lula e processo de impeachment da presidente Dilma são pratos cheios para a imprensa nacional e internacional. O Brasil está atualmente na berlinda. Será que conseguiremos dar exemplos de superação e civismo? Ou cairá ainda mais a máscara, revelando nossa cultura personalista não confortável com a ordem e a disciplina da lei? Com a palavra, a "presidenta" e nossos representantes no Congresso!
Olimpíada no Rio de Janeiro, epidemia do vírus da zika e da gripe H1N1, investigação do ex-presidente Lula e processo de impeachment da presidente Dilma são pratos cheios para a imprensa nacional e internacional. O Brasil está atualmente na berlinda. Será que conseguiremos dar exemplos de superação e civismo? Ou cairá ainda mais a máscara, revelando nossa cultura personalista não confortável com a ordem e a disciplina da lei? Com a palavra, a "presidenta" e nossos representantes no Congresso!
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segunda-feira, 28 de março de 2016
CRIME DE RESPONSABILIDADE
(No Estadão online, segunda-feira, 28.03.2016)
Alguém eleito para um cargo público, por mais votos que tenha recebido ou mais popular que seja, não deixa de ser responsável pelas funções inerentes ao cargo. Se não desempenha bem suas funções, é, no mínimo, incompetente. Agora, se sempre foge de suas responsabilidades alegando "nunca saber de nada"; se não toma as devidas providências apesar de acusações de malfeitos (corrupção mesmo) nem chama a atenção ou pune companheiros pegos em esquemas ilícitos, o que vem a ser isso? Não estaria aí configurado "crime de responsabilidade"? O povo está cansado de tantos anos de incompetência, desfaçatez e irresponsabilidade. Fora PT! Impeachment já!
Alguém eleito para um cargo público, por mais votos que tenha recebido ou mais popular que seja, não deixa de ser responsável pelas funções inerentes ao cargo. Se não desempenha bem suas funções, é, no mínimo, incompetente. Agora, se sempre foge de suas responsabilidades alegando "nunca saber de nada"; se não toma as devidas providências apesar de acusações de malfeitos (corrupção mesmo) nem chama a atenção ou pune companheiros pegos em esquemas ilícitos, o que vem a ser isso? Não estaria aí configurado "crime de responsabilidade"? O povo está cansado de tantos anos de incompetência, desfaçatez e irresponsabilidade. Fora PT! Impeachment já!
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terça-feira, 22 de março de 2016
DUAS CARTAS NO ESTADÃO
No Estadão impresso, terça-feira, 22.03.2016
Sobre o pedido de habeas corpus para Lula poder escapar do juiz Sérgio Moro.
“Não será ‘habeas desespero’?”
No Estadão online, terça-feira, 22.03.2016
LULA SERÁ ‘ARTICULADOR INFORMAL’
Nossa “presidenta”, Dilma Rousseff, inventou um novo cargo no Executivo, o de “ministro informal”. Será que é para combinar com seu governo, que está cada vez mais informal? Assim não dá! O que o Brasil está precisando urgentemente é de um novo governo, formal, responsável e comprometido com tirá-lo do buraco em que os 13 anos de lulopetismo o colocaram. Não de um ministro quebra-galho! Impeachment já!
Sobre o pedido de habeas corpus para Lula poder escapar do juiz Sérgio Moro.
“Não será ‘habeas desespero’?”
No Estadão online, terça-feira, 22.03.2016
LULA SERÁ ‘ARTICULADOR INFORMAL’
Nossa “presidenta”, Dilma Rousseff, inventou um novo cargo no Executivo, o de “ministro informal”. Será que é para combinar com seu governo, que está cada vez mais informal? Assim não dá! O que o Brasil está precisando urgentemente é de um novo governo, formal, responsável e comprometido com tirá-lo do buraco em que os 13 anos de lulopetismo o colocaram. Não de um ministro quebra-galho! Impeachment já!
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
SERÁ QUE O CRIME COMPENSA?
(No Estadão online, quinta-feira, 14.01.2016)
Pela Medida Provisória (MP) 703, de 18/12/2015, o governo pretende liberar empresas investigadas por atos de corrupção para continuarem negociando com o poder público, desde que simplesmente prometam não delinquir no futuro. O objetivo é não falir empresas-chave para as condução de obras públicas, evitando o aumento do desemprego. Pelo social, aceitam tudo, inclusive a impunidade. Como um dos brasileiros (a maioria) que foi tungado pelo superfaturamento e desvio de meus impostos, gostaria de sugerir a única solução justa: que seja apurado todo dinheiro surrupiado por esta verdadeira máfia nas últimas décadas, digamos, de 1990 até 2015, e que tudo nos seja devolvido em parcelas mensais, aplicado na construção de escolas, hospitais, no melhor aparelhamento das polícias e da segurança pública, etc. Com uma detalhada e transparente prestação de contas, o cidadão contribuinte poderia controlar e confiar mais naqueles eleitos para (supostamente) defender o dinheiro que suou tanto para ganhar. Acho que só assim teremos a devida justiça, sem falir empresas ou desempregar pessoas. Quando nos roubaram não pensaram duas vezes. Agora, querem leniência e impunidade? Se cedermos, estaremos dando carta branca para continuarem a roubalheira. Seria uma prova de que, aqui, com este fraco governo, o crime compensa. O Brasil não merece isso!
Pela Medida Provisória (MP) 703, de 18/12/2015, o governo pretende liberar empresas investigadas por atos de corrupção para continuarem negociando com o poder público, desde que simplesmente prometam não delinquir no futuro. O objetivo é não falir empresas-chave para as condução de obras públicas, evitando o aumento do desemprego. Pelo social, aceitam tudo, inclusive a impunidade. Como um dos brasileiros (a maioria) que foi tungado pelo superfaturamento e desvio de meus impostos, gostaria de sugerir a única solução justa: que seja apurado todo dinheiro surrupiado por esta verdadeira máfia nas últimas décadas, digamos, de 1990 até 2015, e que tudo nos seja devolvido em parcelas mensais, aplicado na construção de escolas, hospitais, no melhor aparelhamento das polícias e da segurança pública, etc. Com uma detalhada e transparente prestação de contas, o cidadão contribuinte poderia controlar e confiar mais naqueles eleitos para (supostamente) defender o dinheiro que suou tanto para ganhar. Acho que só assim teremos a devida justiça, sem falir empresas ou desempregar pessoas. Quando nos roubaram não pensaram duas vezes. Agora, querem leniência e impunidade? Se cedermos, estaremos dando carta branca para continuarem a roubalheira. Seria uma prova de que, aqui, com este fraco governo, o crime compensa. O Brasil não merece isso!
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Petrolão
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
DESÂNIMO
(No Estadão online, quarta-feira, 28.10.2015)
Após assistir à entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na segunda-feira (26/10), no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, senti um profundo desânimo quanto ao nosso futuro como nação democrática. FHC deu uma aula sobre a realidade de nosso presidencialismo falido, mas em nenhum momento levantou a bandeira das conquistas de seu governo nem apontou qualquer direção nova e viável para que as forças de oposição possam nos oferecer uma alternativa ao atual desastre governamental e político. Foi acadêmico o tempo todo, dirigindo-se aos jornalistas, e não ao telespectador. Perdeu uma ótima chance de educar um pouco o eleitor que o assistia. E é isso que nos falta para garantir os valores democráticos e sairmos do buraco em que estamos. Muito foi falado, mas o mais importante foi esquecido: a importância de eleitores mais conscientes da força e da importância de seu voto. Enquanto o povo for omisso e ignorante, e se vender como massa de manobra, votando por obrigação e sem exigir melhores propostas de partidos e seus candidatos, nada se conseguirá. E os inescrupulosos continuarão conquistando cargos públicos por meio de mentiras e promessas não viáveis. Por favor, FHC, precisamos de mais estadistas que eduquem o eleitor e de menos intelectuais que pontifiquem acima de sua compreensão. Sem isso, dificilmente salvaremos nossa claudicante democracia.
Após assistir à entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na segunda-feira (26/10), no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, senti um profundo desânimo quanto ao nosso futuro como nação democrática. FHC deu uma aula sobre a realidade de nosso presidencialismo falido, mas em nenhum momento levantou a bandeira das conquistas de seu governo nem apontou qualquer direção nova e viável para que as forças de oposição possam nos oferecer uma alternativa ao atual desastre governamental e político. Foi acadêmico o tempo todo, dirigindo-se aos jornalistas, e não ao telespectador. Perdeu uma ótima chance de educar um pouco o eleitor que o assistia. E é isso que nos falta para garantir os valores democráticos e sairmos do buraco em que estamos. Muito foi falado, mas o mais importante foi esquecido: a importância de eleitores mais conscientes da força e da importância de seu voto. Enquanto o povo for omisso e ignorante, e se vender como massa de manobra, votando por obrigação e sem exigir melhores propostas de partidos e seus candidatos, nada se conseguirá. E os inescrupulosos continuarão conquistando cargos públicos por meio de mentiras e promessas não viáveis. Por favor, FHC, precisamos de mais estadistas que eduquem o eleitor e de menos intelectuais que pontifiquem acima de sua compreensão. Sem isso, dificilmente salvaremos nossa claudicante democracia.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2015
ORGULHO DE QUÊ?
(No Estadão impresso, sexta-feira, 23.10.2015)
LULOPETISMO
O ex-presidente Lula pediu aos militantes que voltem a ter orgulho do PT. Orgulho de quê? De ter detonado a Petrobrás, mentido aos brasileiros para ganhar eleição, manipulado as contas do Orçamento nacional para contornar criminosamente a Lei de Responsabilidade Fiscal? De ter deixado a educação, a saúde e a segurança do Brasil caírem a seus níveis mais baixos? De deixar a inflação voltar a destruir nosso poder aquisitivo e o real se desvalorizar ao pior patamar das últimas décadas? Enfim, de nos desgovernar com tal incompetência que logo não caberemos mais no Brics e passaremos a fazer parte do Cabbev: Cuba, Argentina, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela? Os governos petistas só nos deram vergonha, não orgulho. Fora, incomPeTência! Que venha logo um governo sério, que pense no Brasil, e não só na perpetuação no poder!
LULOPETISMO
O ex-presidente Lula pediu aos militantes que voltem a ter orgulho do PT. Orgulho de quê? De ter detonado a Petrobrás, mentido aos brasileiros para ganhar eleição, manipulado as contas do Orçamento nacional para contornar criminosamente a Lei de Responsabilidade Fiscal? De ter deixado a educação, a saúde e a segurança do Brasil caírem a seus níveis mais baixos? De deixar a inflação voltar a destruir nosso poder aquisitivo e o real se desvalorizar ao pior patamar das últimas décadas? Enfim, de nos desgovernar com tal incompetência que logo não caberemos mais no Brics e passaremos a fazer parte do Cabbev: Cuba, Argentina, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela? Os governos petistas só nos deram vergonha, não orgulho. Fora, incomPeTência! Que venha logo um governo sério, que pense no Brasil, e não só na perpetuação no poder!
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
RESPONSABILIDADE É PRECISO
(No Estadão online, quinta-feira, 22.10.2015)
Na segunda-feira (19/10) o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, lamentou “que seja de um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo”. No dia seguinte (20/10), a presidente Dilma retrucou dizendo que seu governo “não está envolvido em nenhum esquema de corrupção. São pessoas que praticaram corrupção e elas estão presas”. Senhora presidente, as pessoas pegas e respondendo pelos seus atos no petrolão e na Operação Lava Jato, na grande maioria, não foram indicadas pelo seu governo e seus ministros? Se tivessem realizado importantes obras, estas não seriam realizações de seu governo? Seu argumento, tentando isentar-se de culpa, é o mesmo de um ladrão de galinhas, pego em flagrante, declarando que ele não rouba, são seus braços que estão roubando. Um pouco mais de lógica e bom senso, faça-nos o favor!
Na segunda-feira (19/10) o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, lamentou “que seja de um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo”. No dia seguinte (20/10), a presidente Dilma retrucou dizendo que seu governo “não está envolvido em nenhum esquema de corrupção. São pessoas que praticaram corrupção e elas estão presas”. Senhora presidente, as pessoas pegas e respondendo pelos seus atos no petrolão e na Operação Lava Jato, na grande maioria, não foram indicadas pelo seu governo e seus ministros? Se tivessem realizado importantes obras, estas não seriam realizações de seu governo? Seu argumento, tentando isentar-se de culpa, é o mesmo de um ladrão de galinhas, pego em flagrante, declarando que ele não rouba, são seus braços que estão roubando. Um pouco mais de lógica e bom senso, faça-nos o favor!
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domingo, 11 de outubro de 2015
JOGO DAS CADEIRAS
(No Estadão online, domingo, 11.10.2015)
Trinta e nove ministérios viraram trinta e um. Saiu ministro, entrou ministro, houve fusão de ministérios e estão chamando isso de “reforma”. Ninguém sabe o que fez o ministro quando atuou no ministério; ninguém falou por que saiu. Os que foram nomeados, ninguém sabe quais suas qualificações além do partido ao qual pertence. E assim segue o entra e sai de pessoas para acomodar interesses meramente políticos. Quanto aos interesses do Brasil e dos brasileiros que, com sacrifício, pagam a conta, nada se fala. “Governabilidade” é a desculpa dada, mas sabemos que manter o poder e as ricas benesses é a verdadeira razão. E assim continuamos assistindo a este vergonhoso “jogo das cadeiras”, que só atende à politicagem rasteira, e nunca ao Brasil. A luz do fim do túnel, desse jeito, fica cada vez mais longe.
Trinta e nove ministérios viraram trinta e um. Saiu ministro, entrou ministro, houve fusão de ministérios e estão chamando isso de “reforma”. Ninguém sabe o que fez o ministro quando atuou no ministério; ninguém falou por que saiu. Os que foram nomeados, ninguém sabe quais suas qualificações além do partido ao qual pertence. E assim segue o entra e sai de pessoas para acomodar interesses meramente políticos. Quanto aos interesses do Brasil e dos brasileiros que, com sacrifício, pagam a conta, nada se fala. “Governabilidade” é a desculpa dada, mas sabemos que manter o poder e as ricas benesses é a verdadeira razão. E assim continuamos assistindo a este vergonhoso “jogo das cadeiras”, que só atende à politicagem rasteira, e nunca ao Brasil. A luz do fim do túnel, desse jeito, fica cada vez mais longe.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015
PORTEIRA FECHADA
(No Estadão online, sexta-feira, 9.10.2015)
Por que será que os novos ministros, ao assumirem no governo Dilma, manifestaram o desejo de ter o ministério com “porteira fechada”? Será que estão sendo nomeados “pro forma”, sem a liberdade de trocar os funcionários indicados pelo PT? Ou seja, Dilma quer trocar o titular e manter os “cumpanheiros” garantidos em seus cargos. Assim, temos uma mudança de “brincadeira”. Uma pergunta que todos os que trabalham e pagam o funcionalismo público devem fazer é: onde está o critério de competência, habilitação e real necessidade do funcionário contratado? A verdade é que o Brasil virou uma grande casa de mãe Joana, onde os que se apossaram do poder (fazendo “o diabo”) se acham no direito de aparelhar e inchar a máquina pública com cupinchas, militantes, parentes e amigos, sem se preocupar com mérito ou competência. E o trabalhador que fique quieto e pague a cada vez mais pesada conta. Até quando?
Por que será que os novos ministros, ao assumirem no governo Dilma, manifestaram o desejo de ter o ministério com “porteira fechada”? Será que estão sendo nomeados “pro forma”, sem a liberdade de trocar os funcionários indicados pelo PT? Ou seja, Dilma quer trocar o titular e manter os “cumpanheiros” garantidos em seus cargos. Assim, temos uma mudança de “brincadeira”. Uma pergunta que todos os que trabalham e pagam o funcionalismo público devem fazer é: onde está o critério de competência, habilitação e real necessidade do funcionário contratado? A verdade é que o Brasil virou uma grande casa de mãe Joana, onde os que se apossaram do poder (fazendo “o diabo”) se acham no direito de aparelhar e inchar a máquina pública com cupinchas, militantes, parentes e amigos, sem se preocupar com mérito ou competência. E o trabalhador que fique quieto e pague a cada vez mais pesada conta. Até quando?
terça-feira, 25 de agosto de 2015
RIMA DO ACORDÃO
(No Estadão online, terça-feira, 25.08.2015)
Acordão não deixa de ser um pizzão. Chega de enganação! Ou acorda o Brasil ou continuaremos no pesadelo da ilusão!
Acordão não deixa de ser um pizzão. Chega de enganação! Ou acorda o Brasil ou continuaremos no pesadelo da ilusão!
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quarta-feira, 22 de julho de 2015
DE ÃO EM ÃO...
(No Estadão online, quarta-feira, 22.07.2015)
Começou com o “mensalão”, depois veio o “petrolão”... Agora estão estourando o “Eletrolão” e o “Bndesão”. O PT não tem escrúpulos nem limite: de milhão em milhão busca a hegemonia enchendo o papo com nosso dinheiro. E de “ão” em “ão” o brasileiro honesto, estarrecido, vê o Brasil indo para o brejo com a herança “supermaldita” desses desgovernos luladilmapetistas. Ninguém merece tanta desgraça!
Começou com o “mensalão”, depois veio o “petrolão”... Agora estão estourando o “Eletrolão” e o “Bndesão”. O PT não tem escrúpulos nem limite: de milhão em milhão busca a hegemonia enchendo o papo com nosso dinheiro. E de “ão” em “ão” o brasileiro honesto, estarrecido, vê o Brasil indo para o brejo com a herança “supermaldita” desses desgovernos luladilmapetistas. Ninguém merece tanta desgraça!
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terça-feira, 17 de março de 2015
A VOZ DO POVO
(No Estadão online, terça-feira, 17.03.2015)
Na sexta-feira, 13 de março, manifestações a favor do governo Dilma, financiadas pela CUT e apoiadas pelo PT e PC do B, dando a todos R$ 35 mais condução em luxuosos ônibus e lanches, reuniram cerca de 15 mil sindicalistas, militantes e, até, imigrantes da Guiné. Estes foram pagos para participar das passeatas. Já neste domingo, 15 de março, uma multidão de cidadãos (a Polícia Militar calculando 1.4 milhão) se deslocou, por iniciativa própria e gratuitamente, para locais combinados (Av. Paulista em São Paulo) dando seus gritos de insatisfação com este governo, sua incompetência, tolerânciam com a corrupção e roubalheira de dinheiro público em benefício dos partidos da base. Esperemos que essa forte voz do povo seja ouvida pelos governantes pois, como sabemos, a voz do povo é a voz de Deus!
Na sexta-feira, 13 de março, manifestações a favor do governo Dilma, financiadas pela CUT e apoiadas pelo PT e PC do B, dando a todos R$ 35 mais condução em luxuosos ônibus e lanches, reuniram cerca de 15 mil sindicalistas, militantes e, até, imigrantes da Guiné. Estes foram pagos para participar das passeatas. Já neste domingo, 15 de março, uma multidão de cidadãos (a Polícia Militar calculando 1.4 milhão) se deslocou, por iniciativa própria e gratuitamente, para locais combinados (Av. Paulista em São Paulo) dando seus gritos de insatisfação com este governo, sua incompetência, tolerânciam com a corrupção e roubalheira de dinheiro público em benefício dos partidos da base. Esperemos que essa forte voz do povo seja ouvida pelos governantes pois, como sabemos, a voz do povo é a voz de Deus!
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quarta-feira, 11 de março de 2015
CADÊ A VERGONHA? (2a. versão)
(No Estadão online, terça-feira, 10.03.2015)
No Japão político pego em atos de corrupção, com vergonha, se mata diante de câmeras da TV para, supostamente, limpar com sangue a honra da família. Se o mesmo ocorresse aqui, será que sobraria alguém para apagar as luzes do Congresso? Onde estão a ética, a moral, o brio e a vergonha de nossos (falsos) representantes? Apesar de circularem pela mídia e na Justiça tantas delações, listas e testemunhos de personalidades diretamente envolvidas no desvio de milhões de nosso dinheiro em estatais e empresas públicas, tudo fica no barulho e nas discussões. Infelizmente, parece que com esta gente falta “chá de vergonha” e sobra óleo de peroba. Até quando?
No Japão político pego em atos de corrupção, com vergonha, se mata diante de câmeras da TV para, supostamente, limpar com sangue a honra da família. Se o mesmo ocorresse aqui, será que sobraria alguém para apagar as luzes do Congresso? Onde estão a ética, a moral, o brio e a vergonha de nossos (falsos) representantes? Apesar de circularem pela mídia e na Justiça tantas delações, listas e testemunhos de personalidades diretamente envolvidas no desvio de milhões de nosso dinheiro em estatais e empresas públicas, tudo fica no barulho e nas discussões. Infelizmente, parece que com esta gente falta “chá de vergonha” e sobra óleo de peroba. Até quando?
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