(No Estadão impresso, terça-feira, 6.11.2012)
As nações mais bem-sucedidas são as que investiram pesado na educação do seu povo. O Japão e os chamados tigres asiáticos são exemplos dessa estratégia. No Brasil do PT, porém, o enfoque é mais eleitoreiro, visando a garantir a hegemonia partidária. Deprecia a educação com projetos populistas como as cotas e usa argumentos socialistas para comprar votos, injetando dinheiro nas classes mais baixas para levá-las à classe média. Pelo aumento do consumo, com a facilidade de crédito, impulsiona artificialmente a produção industrial e o comércio. Infelizmente, esquece de formar bem as bases pela educação e a ênfase na competência tecnológica e profissional. Assim, como as obras levantadas sobre fundações fracas, a tendência é que após impressionar com a altura do edifício vem o risco de desmoronamento. Quando vai entender que sem educação séria e valorizada não teremos sucesso a longo prazo neste mundo cada vez mais globalizado? Será que nossos intelectuais não enxergam isso?
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
EDUCAÇÃO
(No Valor Econômico, segunda-feira, 5.11.2012)
As nações mais bem sucedidas são as que investiram pesado na educação. O Japão e os chamados "tigres asiáticos" são exemplos dessa estratégia. No Brasil, porém, deprecia-se a educação com projetos populistas como as cotas. Injeta-se dinheiro nas classes mais baixas para levá-las à classe média. A produção industrial e o comércio crescem artificialmente com o aumento do crédito. Mas, infelizmente, os governantes esquecem de formar bem as bases pela educação e ensino tecnológico e profissionalizante. Quando se entenderá que sem educação séria e valorizada não teremos sucesso a longo prazo em um mundo cada vez mais globalizado?
Silvano Corrêa
As nações mais bem sucedidas são as que investiram pesado na educação. O Japão e os chamados "tigres asiáticos" são exemplos dessa estratégia. No Brasil, porém, deprecia-se a educação com projetos populistas como as cotas. Injeta-se dinheiro nas classes mais baixas para levá-las à classe média. A produção industrial e o comércio crescem artificialmente com o aumento do crédito. Mas, infelizmente, os governantes esquecem de formar bem as bases pela educação e ensino tecnológico e profissionalizante. Quando se entenderá que sem educação séria e valorizada não teremos sucesso a longo prazo em um mundo cada vez mais globalizado?
Silvano Corrêa
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