(No Estadão online, sexta-feira, 28.07.2017)
Pesquisa do Ibope revela que 5% aprovam e 70% desaprovam o trabalho sendo realizado pelo governo Temer. Pode-se comparar isso à seguinte situação: quando chego à casa no final do mês com meu salário e outras receitas fruto de trabalho duro e suado, minha família daria sua opinião: nem 5% aprovariam (eu que sei o quão difícil é manter o trabalho, enfrentar a concorrência e justificar o dinheiro ganho) e mais de 70% desaprovaria (o restante que não conhece nem quer conhecer a realidade do mercado). E essas opiniões pouco valem. Pois esse é o mundo real, cada vez mais competitivo e exigente pela globalização e avanços tecnológicos. Não há pesquisa que faça diferença. Sacrifício, suor, muito estudo e aumento de produtividade é que resolvem. A vida real não é um concurso de popularidade. Não há almoço grátis. Tudo tem um custo e um preço. Enquanto o Brasil não entender isto, vamos ficar à mercê da demagogia, do populismo e da ilusão escamoteada por falsos salvadores da pátria.
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sexta-feira, 28 de julho de 2017
quinta-feira, 6 de abril de 2017
LIÇÃO DO CHACRINHA
(No Estadão impresso, quinta-feira, 6.04.2017)
PESQUISAS
“Quem não se comunica se trumbica”, alertava o grande e inesquecível Abelardo Barbosa, o Chacrinha. O editorial Sem hesitação (4/4, A3) nos faz lembrar essa famosa sentença no que toca à importância de o presidente Michel Temer revelar ao povo, em alto e bom som, que “não há soluções mágicas para a crise (...), que a situação atual é resultado da inépcia dos presidentes petistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, os mesmos que hoje pretendem dar lições de como tirar o País da crise que eles mesmos criaram”. Realmente, o presidente Temer deve “seguir adiante com as reformas, sem se deixar guiar por pesquisas”. O povo, cada vez mais esclarecido, quer melhores empregos e menos inflação, entendendo que as promessas petistas se basearam em mentiras e ilusões, que levaram a muitas expectativas e poucas realizações. Seria hora de todos se conscientizarem de que neste mundo globalizado e competitivo a riqueza flui de nações fornecedoras de matérias-primas e mão de obra barata (como o Brasil se tornou) para as mais produtivas e preparadas tecnologicamente. Sem educação, sem disciplina e sem sacrifício do presente para investir com inteligência no futuro não há progresso. E tudo só pode começar com os ajustes na economia que o governo Temer está levando adiante, com o sacrifício de todos nós. Pesquisas provocam desvios políticos que prejudicam o que deveria ser nosso verdadeiro foco.
PESQUISAS
“Quem não se comunica se trumbica”, alertava o grande e inesquecível Abelardo Barbosa, o Chacrinha. O editorial Sem hesitação (4/4, A3) nos faz lembrar essa famosa sentença no que toca à importância de o presidente Michel Temer revelar ao povo, em alto e bom som, que “não há soluções mágicas para a crise (...), que a situação atual é resultado da inépcia dos presidentes petistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, os mesmos que hoje pretendem dar lições de como tirar o País da crise que eles mesmos criaram”. Realmente, o presidente Temer deve “seguir adiante com as reformas, sem se deixar guiar por pesquisas”. O povo, cada vez mais esclarecido, quer melhores empregos e menos inflação, entendendo que as promessas petistas se basearam em mentiras e ilusões, que levaram a muitas expectativas e poucas realizações. Seria hora de todos se conscientizarem de que neste mundo globalizado e competitivo a riqueza flui de nações fornecedoras de matérias-primas e mão de obra barata (como o Brasil se tornou) para as mais produtivas e preparadas tecnologicamente. Sem educação, sem disciplina e sem sacrifício do presente para investir com inteligência no futuro não há progresso. E tudo só pode começar com os ajustes na economia que o governo Temer está levando adiante, com o sacrifício de todos nós. Pesquisas provocam desvios políticos que prejudicam o que deveria ser nosso verdadeiro foco.
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016
"NINGUÉM GANHOU" - L.F.Veríssimo
(No Estadão online, sexta-feira, 14.10.2016)
Gostaria de perguntar ao jornalista sr. Luis Fernando Veríssimo (“Ninguém ganhou”, 13/10, C8) por que ele acha que equilibrar as contas do governo significa austeridade e “irresponsabilidade social”? Se o governo não tem suas contas em ordem, como foi o caso no governo Dilma, está prejudicando a credibilidade da Nação e causando atraso na economia. Isso tem efeito direto nos programas sociais, provocando desemprego e inflação. O que não funcionou no Brasil não foi “a receita do capital financeiro”, e, sim, a grande roubalheira cometida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) nas estatais e nos fundos controlados pelo governo no intuito de garantir sua hegemonia no poder. O governo Temer, felizmente, está tentando corrigir todo esse descontrole que afundou o Brasil na grande recessão em que se encontra. Isso, sim, é a verdadeira responsabilidade social, pois tem o sentido de cortar a inflação, impulsionar a economia e trazer de volta os empregos perdidos.
Gostaria de perguntar ao jornalista sr. Luis Fernando Veríssimo (“Ninguém ganhou”, 13/10, C8) por que ele acha que equilibrar as contas do governo significa austeridade e “irresponsabilidade social”? Se o governo não tem suas contas em ordem, como foi o caso no governo Dilma, está prejudicando a credibilidade da Nação e causando atraso na economia. Isso tem efeito direto nos programas sociais, provocando desemprego e inflação. O que não funcionou no Brasil não foi “a receita do capital financeiro”, e, sim, a grande roubalheira cometida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) nas estatais e nos fundos controlados pelo governo no intuito de garantir sua hegemonia no poder. O governo Temer, felizmente, está tentando corrigir todo esse descontrole que afundou o Brasil na grande recessão em que se encontra. Isso, sim, é a verdadeira responsabilidade social, pois tem o sentido de cortar a inflação, impulsionar a economia e trazer de volta os empregos perdidos.
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