(No Estadão online, terça-feira. 8.03.2016)
Excelente o editorial “Os males que Lula faz”, (5/3, A3). Eu acrescentaria mais alguns. Ele e todos os seguidores que o têm como ídolo acreditam que existe almoço grátis. Alguém tem de deixar claro que isto não existe: tudo tem seu preço. O uso do sítio de Atibaia com sua reforma, o tríplex do Guarujá, com seu “desconhecido” dono e nababesca reforma (incluindo até elevador privativo), os 11 containers de presentes e bebidas que diz ter recebido “porque viajava muito” durante a presidência, as “muito informativas” (?) palestras proferidas a preço “igual às do Bill Clinton”, ou seja, US$ 200 mil cada, o uso de imóveis de amigos e compadre por ele e filhos, etc., tudo foi pago pelo contribuinte com os impostos de cada um. É muita ingenuidade pensar que todos foram tão dadivosos só porque Lula é simpático e tem uma prosa boa. Tudo teve um altíssimo retorno para esses “tão bonzinhos”, em seus negócios realizados (superfaturados) através do governo e da “ajuda” dos que se julgam donos do dinheiro público. Outro mal de enorme proporção é a mentalidade sectarista que Lula e o PT estão promovendo. Estão dividindo o Brasil em dois: os ricos contra os pobres, patrões contra empregados, os do Norte contra os do Sul, “nós”, o povo, contra “eles”, as elites, etc. Essa divisão vai demorar muitas gerações para ser resolvida e voltarmos a ser uma nação sob uma bandeira trabalhando todos pelo bem de todos. A luta de classes só interessa aos aproveitadores, corruptos, especuladores e aos que sempre querem levar vantagens sobre um povo desunido e em brigas entre si. A união faz a força. E o Brasil do lulopetismo está ficando cada vez mais desunido e vítima fácil para os que querem lucrar à nossa custa. O Brasil tem tudo para ser uma nação de sonhos. Infelizmente, os males que Lula e sua gangue petista estão nos fazendo trazem só muito atraso e muitos pesadelos!
terça-feira, 8 de março de 2016
NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS
Marcadores:
Abusos,
atrazo,
Cartas Estadão,
corrupção,
desvios,
governo Lula,
Lula,
Roubo
sexta-feira, 4 de março de 2016
ACABOU O ORÉGANO
(No Estadão impresso, sexta-feira, 4.03.2016)
Com as acusações do senador Delcídio Amaral divulgadas pela IstoÉ, envolvendo diretamente a presidente e o ex, não há mais como o PT pensar em pizza. Os ingredientes desapareceram e o forno explodiu. E caso a Justiça não aja de acordo, a democracia no Brasil fica seriamente em risco de também explodir! Estamos em estado de choque e na expectativa das próximas ações da Justiça a esse respeito. Seja como for, isso é uma vergonha!
Com as acusações do senador Delcídio Amaral divulgadas pela IstoÉ, envolvendo diretamente a presidente e o ex, não há mais como o PT pensar em pizza. Os ingredientes desapareceram e o forno explodiu. E caso a Justiça não aja de acordo, a democracia no Brasil fica seriamente em risco de também explodir! Estamos em estado de choque e na expectativa das próximas ações da Justiça a esse respeito. Seja como for, isso é uma vergonha!
Marcadores:
Cartas Estadão,
corrupção,
Democracia,
Justiça
quarta-feira, 2 de março de 2016
DÁ PARA ACREDITAR?
(No Estadão online, quarta-feira, 2.03.2016)
Lula, na festa de 36 anos do PT, disse que os sócios de seu filho Fábio Luiz, Fernando Bittar e Jonas Suassuna, compraram o sítio de Atibaia como presente surpresa para ele e família aproveitarem depois de deixar a Presidência. Como diria Kate Lyra, tão bonzinhos esses sócios! Já a empreiteira Odebrecht pagou a milionária reforma do sítio porque seus diretores também são tão bonzinhos. Êta bondade da peste, sô! Vou escrever para eles e saber se ainda tem um pouco dessa bondade sobrando. Estou precisando de um sítio para descansar com a família. E ainda tem gente que acredita?
Lula, na festa de 36 anos do PT, disse que os sócios de seu filho Fábio Luiz, Fernando Bittar e Jonas Suassuna, compraram o sítio de Atibaia como presente surpresa para ele e família aproveitarem depois de deixar a Presidência. Como diria Kate Lyra, tão bonzinhos esses sócios! Já a empreiteira Odebrecht pagou a milionária reforma do sítio porque seus diretores também são tão bonzinhos. Êta bondade da peste, sô! Vou escrever para eles e saber se ainda tem um pouco dessa bondade sobrando. Estou precisando de um sítio para descansar com a família. E ainda tem gente que acredita?
Marcadores:
Abusos,
Cartas Estadão,
corrupção,
Lula
domingo, 28 de fevereiro de 2016
ALGO DE PODRE NOS AFLIGE
(No Estadão online, domingo, 28.02.2016)
O casal João Santana e Mônica Moura desceram de avião, chegando a São Paulo com ar de ironia e mascando chiclete. Em Curitiba, após exame de corpo de delito, entraram na Polícia Federal com ar de deboche. O que será que passa na cabeça desse casal? Será que eles não têm a mínima consciência? Receberam milhões de dólares desviados (roubados), provocando muito sofrimento no povo, especialmente os mais pobres, e dão ares de que não estão nem aí com isso. Esse é o tipo de gente que foi contratada pelo PT para conduzir as campanhas de Lula, Dilma e Fernando Haddad. Coitado do Brasil! Estamos chegando ao fundo do poço e a sujeira continua aparecendo. Impeachment e “fora PT” já, enquanto os brasileiros de bem ainda conseguem respirar. O ar que vem de Brasília e deste partido que se julga dono do Brasil está cada vez mais fétido.
O casal João Santana e Mônica Moura desceram de avião, chegando a São Paulo com ar de ironia e mascando chiclete. Em Curitiba, após exame de corpo de delito, entraram na Polícia Federal com ar de deboche. O que será que passa na cabeça desse casal? Será que eles não têm a mínima consciência? Receberam milhões de dólares desviados (roubados), provocando muito sofrimento no povo, especialmente os mais pobres, e dão ares de que não estão nem aí com isso. Esse é o tipo de gente que foi contratada pelo PT para conduzir as campanhas de Lula, Dilma e Fernando Haddad. Coitado do Brasil! Estamos chegando ao fundo do poço e a sujeira continua aparecendo. Impeachment e “fora PT” já, enquanto os brasileiros de bem ainda conseguem respirar. O ar que vem de Brasília e deste partido que se julga dono do Brasil está cada vez mais fétido.
Marcadores:
atrazo,
Cartas Estadão,
comunismo,
corrupção,
demagogia,
Dilma,
Ética,
impunidade,
Lula
sábado, 27 de fevereiro de 2016
PMDB = PT
(No Estadão impresso, sábado, 27.02.2016)
O que Lula falou no horário político do PT, o vice-presidente Michel Temer confirmou no do PMDB. “Crise” e “má gestão” foram repetidas exaustivamente: crise, crise; má gestão, má gestão... Só faltaram ao PMDB as palavras subentendidas: a culpa é da “presidenta”; “fora, Dilma!”. Lula e o PT devem estar preocupados com esses “muy amigos”.
O que Lula falou no horário político do PT, o vice-presidente Michel Temer confirmou no do PMDB. “Crise” e “má gestão” foram repetidas exaustivamente: crise, crise; má gestão, má gestão... Só faltaram ao PMDB as palavras subentendidas: a culpa é da “presidenta”; “fora, Dilma!”. Lula e o PT devem estar preocupados com esses “muy amigos”.
Marcadores:
Cartas Estadão,
impeachment Dilma,
PMDB,
PT
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
"DURA LEX SED LEX"
(No Estadão online, sexta-feira, 26.02.2016)
Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que penas podem ser cumpridas após condenação em segunda instância, muitos acham que isso provocará uma superlotação ainda maior em nossos presídios. É verdade, se nosso sistema prisional continuar o mesmo. Gostaria de sugerir mudanças radicais nesse sistema. Deixar claro que prisão não é lugar de ociosidade, com casa, comida, roupa lavada, visita íntima e outras benesses, além da “bolsa prisioneiro”, tudo pago com o dinheiro público. Aliás, existem nações que estão cobrando da família o custo de manter seu parente na cadeia. O tempo na carceragem deve ser todo ocupado com exercícios, estudo, trabalho (produzir utilidades, cuidar de horta, lavar roupa, louça, etc.), com horários impostos e inflexíveis a todos. Penas não deveriam ser em tempo corrido, mas, sim, em pontos a serem pagos pelo meliante com bom comportamento, estudo, leitura, etc. Uma vez o prisioneiro conseguindo pagar seus “pontos”, obteria com esforço próprio a liberdade. Pode ser em poucos ou muitos anos, dependerá dele mesmo. Assim, todos sairiam da detenção com hábitos melhores. Hoje, a prisão é uma “escola de crime”, que produz bandidos mais revoltados e mais habilitados para o crime. Ou seja, estamos pagando ricamente para piorar progressivamente a segurança em nossa sociedade. E, última, (a mais controvertida): acabar com o serviço de alimentação convencional. Servir a todos um alimento bem balanceado e completo, rico em vitaminas, sais minerais, proteínas, etc., mas sem tempero (pode-se chamar de “ração humana”). Isso deixaria claro que prisão não é uma “residência com maus tratos”, é uma prisão para corrigir o cidadão para que retorne à sociedade uma pessoa melhor. Tenho certeza de que os defensores dos “direitos humanos” (mais dos bandidos do que de cidadãos honestos e trabalhadores) vão reclamar muito. Acharão que seria um crime não continuar tratando a pão de ló os criminosos (que dizem ser vítimas de uma sociedade injusta). Pessoalmente, acho que essas sugestões forçariam todos a pensar duas vezes antes de cometer um crime. Forçariam uma recuperação de marginais e criminosos para a disciplina e o trabalho – além de simplificar todo o sistema prisional, que deve ser igual para todos, desde o pivete até o político graúdo. Numa lei, igual para todos, o meliante com diploma superior deve sofrer mais, pois teve mais oportunidades e deveria ter maior consciência da lei, e não o contrário, como é nosso caso. Ou impomos uma lei de fato, dura e igual para todos, ou nossos netos continuarão lutando para sobreviver nesta terra onde só bandidos se dão bem. A escolha é nossa!
Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que penas podem ser cumpridas após condenação em segunda instância, muitos acham que isso provocará uma superlotação ainda maior em nossos presídios. É verdade, se nosso sistema prisional continuar o mesmo. Gostaria de sugerir mudanças radicais nesse sistema. Deixar claro que prisão não é lugar de ociosidade, com casa, comida, roupa lavada, visita íntima e outras benesses, além da “bolsa prisioneiro”, tudo pago com o dinheiro público. Aliás, existem nações que estão cobrando da família o custo de manter seu parente na cadeia. O tempo na carceragem deve ser todo ocupado com exercícios, estudo, trabalho (produzir utilidades, cuidar de horta, lavar roupa, louça, etc.), com horários impostos e inflexíveis a todos. Penas não deveriam ser em tempo corrido, mas, sim, em pontos a serem pagos pelo meliante com bom comportamento, estudo, leitura, etc. Uma vez o prisioneiro conseguindo pagar seus “pontos”, obteria com esforço próprio a liberdade. Pode ser em poucos ou muitos anos, dependerá dele mesmo. Assim, todos sairiam da detenção com hábitos melhores. Hoje, a prisão é uma “escola de crime”, que produz bandidos mais revoltados e mais habilitados para o crime. Ou seja, estamos pagando ricamente para piorar progressivamente a segurança em nossa sociedade. E, última, (a mais controvertida): acabar com o serviço de alimentação convencional. Servir a todos um alimento bem balanceado e completo, rico em vitaminas, sais minerais, proteínas, etc., mas sem tempero (pode-se chamar de “ração humana”). Isso deixaria claro que prisão não é uma “residência com maus tratos”, é uma prisão para corrigir o cidadão para que retorne à sociedade uma pessoa melhor. Tenho certeza de que os defensores dos “direitos humanos” (mais dos bandidos do que de cidadãos honestos e trabalhadores) vão reclamar muito. Acharão que seria um crime não continuar tratando a pão de ló os criminosos (que dizem ser vítimas de uma sociedade injusta). Pessoalmente, acho que essas sugestões forçariam todos a pensar duas vezes antes de cometer um crime. Forçariam uma recuperação de marginais e criminosos para a disciplina e o trabalho – além de simplificar todo o sistema prisional, que deve ser igual para todos, desde o pivete até o político graúdo. Numa lei, igual para todos, o meliante com diploma superior deve sofrer mais, pois teve mais oportunidades e deveria ter maior consciência da lei, e não o contrário, como é nosso caso. Ou impomos uma lei de fato, dura e igual para todos, ou nossos netos continuarão lutando para sobreviver nesta terra onde só bandidos se dão bem. A escolha é nossa!
Marcadores:
Cartas Estadão,
corrupção,
Direitos humanos,
Educação,
segurança,
sistema prisional
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
A LEI É DURA MAS É LEI
(No Estadão online, quarta-feira, 17.02.2016)
A presidente Dilma acha que Lula “está sendo objeto de grande injustiça”. Já o ministro José Eduardo Cardozo afirma que Lula sempre se comportou com “absoluta lisura” e os ataques a ele são feitos pela oposição para atingir a imagem de um “grande líder”. Além de ele ter sido “um presidente indiscutivelmente aplaudido (...) pelas substantivas melhoras e mudanças que empreendeu no País”. Muitas afirmações de pessoas vinculadas ideológica e pessoalmente ao ex-presidente. Nada de substantivo nem com enfoque à sua conduta perante a verdade, as leis e a Constituição. Tratam-no como pessoa que pode agir impunemente, acima das leis. Um absurdo total. Em qualquer democracia séria, quanto mais alto na escala governamental chega uma pessoa, mais responsável e mais sujeita às leis, não o contrário. Como pode alguém, eleito para fazer cumprir as leis, ser quem se permite agir no seu descumprimento? Ele fez muitas mudanças no País, sim, mas foram ilusórias, distribuindo dinheiro a mancheia, por meio de benesses de curta visão (deu muito peixe, mas não ensinou o povo a pescar nem deu condições para o povo se livrar da dependência dessas benesses). Recebeu muitos aplausos, sim, mas recorrendo a mentiras e falsa propaganda de um governo populista e demagógico, que deixou pesada herança para sua pupila e sucessora. Infelizmente, Lula não tem mais explicações para a milagrosa fortuna de si, dos filhos nem do usufruto de bens em nome de amigos, que foram reformados ricamente por empreiteiras vinculadas ao esquema da Operação Lava Jato. Que se faça a verdadeira justiça, doa a quem doer, e que se desmistifique este santo do pau oco, que na sua soberba se vangloria de ser o mais honesto entre todas as almas vivas do Brasil. O futuro de nossos filhos e do Brasil, como Nação viável e pujante, depende disso! Dura lex sed lex!
A presidente Dilma acha que Lula “está sendo objeto de grande injustiça”. Já o ministro José Eduardo Cardozo afirma que Lula sempre se comportou com “absoluta lisura” e os ataques a ele são feitos pela oposição para atingir a imagem de um “grande líder”. Além de ele ter sido “um presidente indiscutivelmente aplaudido (...) pelas substantivas melhoras e mudanças que empreendeu no País”. Muitas afirmações de pessoas vinculadas ideológica e pessoalmente ao ex-presidente. Nada de substantivo nem com enfoque à sua conduta perante a verdade, as leis e a Constituição. Tratam-no como pessoa que pode agir impunemente, acima das leis. Um absurdo total. Em qualquer democracia séria, quanto mais alto na escala governamental chega uma pessoa, mais responsável e mais sujeita às leis, não o contrário. Como pode alguém, eleito para fazer cumprir as leis, ser quem se permite agir no seu descumprimento? Ele fez muitas mudanças no País, sim, mas foram ilusórias, distribuindo dinheiro a mancheia, por meio de benesses de curta visão (deu muito peixe, mas não ensinou o povo a pescar nem deu condições para o povo se livrar da dependência dessas benesses). Recebeu muitos aplausos, sim, mas recorrendo a mentiras e falsa propaganda de um governo populista e demagógico, que deixou pesada herança para sua pupila e sucessora. Infelizmente, Lula não tem mais explicações para a milagrosa fortuna de si, dos filhos nem do usufruto de bens em nome de amigos, que foram reformados ricamente por empreiteiras vinculadas ao esquema da Operação Lava Jato. Que se faça a verdadeira justiça, doa a quem doer, e que se desmistifique este santo do pau oco, que na sua soberba se vangloria de ser o mais honesto entre todas as almas vivas do Brasil. O futuro de nossos filhos e do Brasil, como Nação viável e pujante, depende disso! Dura lex sed lex!
Marcadores:
Abusos,
Cartas Estadão,
cidadania,
Constituição,
Democracia,
Ética,
heranças,
Justiça
Assinar:
Postagens (Atom)