No Estadão impresso, sábado, 24.03.2018
Na Alemanha onde a lei funciona porque é clara, exigente e respeitada o resultado seria 7 x 1 por acabar com a impunidade e manter a segurança jurídica da Nação. Aqui, os discursos são brilhantes mas o resultado ficou em 7 x 4 por manter a impunidade e a insegurança jurídica. A quadrilha e seus líderes estão saltitantes de alegria. Eles ganharam e todo o resto do Brasil perdeu. Lamentável!
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terça-feira, 24 de abril de 2018
VITÓRIA DA IMPUNIDADE
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
A SAÍDA PELA CONSTITUIÇÃO
(No Estadão online, sexta-feira, 20.01.2017)
O Brasil assiste, estarrecido, a uma verdadeira guerra entre as facções do crime organizado que dominam os presídios brasileiros. O que era desorganização, pouco caso e desumanidade com detentos está se transformando em anarquia e barbárie. Há tempo o governo perdeu o controle dos presídios para o PCC, Comando Vermelho, Família do Norte e outras facções em formação. Que fazer? Eliane Cantanhêde, em sua coluna de 17/1 (A6), revela que o ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto disse que "a saída para a crise é a Constituição". Concordo. Mas, se a lei não for aplicada com todo rigor, não adiantam ações baseadas somente no texto constitucional. A força deles tem de ser anulada pela força da lei, do contrário, ficará tudo na mesma, com a consequente desmoralização das instituições. O presídio não deve ser um "depósito" de seres humanos, simplesmente afastados da sociedade e ociosos por tempo determinado pela Justiça. Tem de ser transformado em campo de disciplina, trabalho produtivo, estudo, esportes, tudo determinado por agendas e horários, impostos sem apelação. Qualquer rejeição deve ser punida rigorosamente. O sistema prisional deve ser voltado para a recuperação social do meliante, por qualquer meio possível. O simples isolamento do criminoso (sistema atual) se tornou caldo de cultura e escola de mais e piores criminosos. A implementação da lei nos presídios, com base sólida na Constituição, deve ser dura e não flexível, no interesse do próprio presidiário. Lei que não é dura não é lei! E a pessoa que é levada a cumprir uma pena deve sair da detenção, por força do trabalho e da disciplina, melhor do que entrou. Sem dúvida, é algo difícil de aplicar, e os resultados só virão no médio e no longo prazos. Mas, do contrário, seguiremos de crise em crise, sofrendo pela timidez do jeitinho e da acomodação. Dura lex sed lex!
O Brasil assiste, estarrecido, a uma verdadeira guerra entre as facções do crime organizado que dominam os presídios brasileiros. O que era desorganização, pouco caso e desumanidade com detentos está se transformando em anarquia e barbárie. Há tempo o governo perdeu o controle dos presídios para o PCC, Comando Vermelho, Família do Norte e outras facções em formação. Que fazer? Eliane Cantanhêde, em sua coluna de 17/1 (A6), revela que o ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto disse que "a saída para a crise é a Constituição". Concordo. Mas, se a lei não for aplicada com todo rigor, não adiantam ações baseadas somente no texto constitucional. A força deles tem de ser anulada pela força da lei, do contrário, ficará tudo na mesma, com a consequente desmoralização das instituições. O presídio não deve ser um "depósito" de seres humanos, simplesmente afastados da sociedade e ociosos por tempo determinado pela Justiça. Tem de ser transformado em campo de disciplina, trabalho produtivo, estudo, esportes, tudo determinado por agendas e horários, impostos sem apelação. Qualquer rejeição deve ser punida rigorosamente. O sistema prisional deve ser voltado para a recuperação social do meliante, por qualquer meio possível. O simples isolamento do criminoso (sistema atual) se tornou caldo de cultura e escola de mais e piores criminosos. A implementação da lei nos presídios, com base sólida na Constituição, deve ser dura e não flexível, no interesse do próprio presidiário. Lei que não é dura não é lei! E a pessoa que é levada a cumprir uma pena deve sair da detenção, por força do trabalho e da disciplina, melhor do que entrou. Sem dúvida, é algo difícil de aplicar, e os resultados só virão no médio e no longo prazos. Mas, do contrário, seguiremos de crise em crise, sofrendo pela timidez do jeitinho e da acomodação. Dura lex sed lex!
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
INVERSÃO DE VALORES
(No Estadão online, segunda-feira, 5.12.2016)
Fica cada vez mais confirmada a crítica de Lula de que existem "300 picaretas" no Congresso. Para eles, a lei? Ora, a lei está o.k.; "dura lex sed lex" é abuso de autoridade? Nossa Justiça, sofrendo nas mãos desta corja, pede socorro! Vamos às ruas gritar contra esta inversão de valores dos que abusam de suas representatividades.
Fica cada vez mais confirmada a crítica de Lula de que existem "300 picaretas" no Congresso. Para eles, a lei? Ora, a lei está o.k.; "dura lex sed lex" é abuso de autoridade? Nossa Justiça, sofrendo nas mãos desta corja, pede socorro! Vamos às ruas gritar contra esta inversão de valores dos que abusam de suas representatividades.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2016
LAVAR OU MANTER LIMPO?
(No Estadão impresso, sexta-feira, 25.11.2016)
CORRUPÇÃO
Sergio Fausto, no artigo Esperando a Odebrecht(23/11, A2), apresenta-nos uma conclusão magistral: “A punição de crimes pela Justiça, respeitando o devido processo legal, é uma das maiores conquistas da civilização. Só se redime quem paga por seus erros. Isso vale para os indivíduos e vale também para um país. Não pode haver democracia, não pode haver sociedade decente, fora do império da lei, igual para todos. Doa a quem doer”. A Operação Lava Jato, conduzida pelo brilhante e altamente competente juiz Sergio Moro, pode-se resumir a uma simples lavagem de nossos costumes políticos e zelo no uso de bens públicos, no curto prazo, enquanto os poderosos de plantão sentem o escrutínio e o peso de sua atuação. E já existe muita pressão para esvaziar e encerrar seu trabalho. Para que não fiquemos só na “lavagem” provisória, temos de pôr em prática a sabedoria realçada pelo sr. Fausto. É necessário não só “lavar”, mas instilar a consciência de que temos de manter limpa a administração pública. Corrupção deve ser bem avaliada e resultar em punição adequada, doa a quem doer. Fora da lei não há salvação!
CORRUPÇÃO
Sergio Fausto, no artigo Esperando a Odebrecht(23/11, A2), apresenta-nos uma conclusão magistral: “A punição de crimes pela Justiça, respeitando o devido processo legal, é uma das maiores conquistas da civilização. Só se redime quem paga por seus erros. Isso vale para os indivíduos e vale também para um país. Não pode haver democracia, não pode haver sociedade decente, fora do império da lei, igual para todos. Doa a quem doer”. A Operação Lava Jato, conduzida pelo brilhante e altamente competente juiz Sergio Moro, pode-se resumir a uma simples lavagem de nossos costumes políticos e zelo no uso de bens públicos, no curto prazo, enquanto os poderosos de plantão sentem o escrutínio e o peso de sua atuação. E já existe muita pressão para esvaziar e encerrar seu trabalho. Para que não fiquemos só na “lavagem” provisória, temos de pôr em prática a sabedoria realçada pelo sr. Fausto. É necessário não só “lavar”, mas instilar a consciência de que temos de manter limpa a administração pública. Corrupção deve ser bem avaliada e resultar em punição adequada, doa a quem doer. Fora da lei não há salvação!
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terça-feira, 25 de outubro de 2016
ESTUPEFATO E ESTARRECIDO
(No Estadão online, terça-feira, 25.10.2016)
Estupefação e estarrecimento são as sensações que tive ao ler o editorial “Os catedráticos em bandalheira” (23/10, A3). É de estarrecer qualquer um ficar sabendo que o ex-presidente Lula pensa (como provavelmente muitos outros petistas) que um governo de coalizão só funciona na base da compra de votos dos representantes no Congresso, ou seja, com desvio de dinheiro público para dobrar convicções pessoais. O mesmo pode-se dizer dos argumentos do ex-ministro Eugênio Aragão, que defende a corrupção como “tolerável” e, em certos aspectos, “positiva”. E por aí vai a apologia da corrupção, que chega a ser justificada como sendo “um problema estrutural simples”, e não um problema moral. Seguindo o pensamento desses “catedráticos de botequim”, deveríamos mudar radicalmente nossas leis. Não valeria mais o valor das ideias e dos projetos apresentados. Valeria, sim, quanto de dinheiro é necessário distribuir para que estes prosperem. Ou seja, quem tem dinheiro para distribuir consegue fazer vingar os seus. Quem não tem, mesmo tendo projetos melhores, não consegue. Teríamos, por tanto, não um governo de coalizão pela inteligência e bom senso no interesse da Nação, mas um governo de imposição pela força pecuniária no interesse dos que estão no poder. É ou não é de deixar qualquer um estupefato saber que pessoas que comandaram os destinos da Nação pensam ser normal, e até necessário, usar o vil metal para comprar a consciência dos que nos representam? Parece que o Apocalipse chegou mesmo. Quando será que conseguiremos separar o joio do trigo em nossa tão desvirtuada política?
Estupefação e estarrecimento são as sensações que tive ao ler o editorial “Os catedráticos em bandalheira” (23/10, A3). É de estarrecer qualquer um ficar sabendo que o ex-presidente Lula pensa (como provavelmente muitos outros petistas) que um governo de coalizão só funciona na base da compra de votos dos representantes no Congresso, ou seja, com desvio de dinheiro público para dobrar convicções pessoais. O mesmo pode-se dizer dos argumentos do ex-ministro Eugênio Aragão, que defende a corrupção como “tolerável” e, em certos aspectos, “positiva”. E por aí vai a apologia da corrupção, que chega a ser justificada como sendo “um problema estrutural simples”, e não um problema moral. Seguindo o pensamento desses “catedráticos de botequim”, deveríamos mudar radicalmente nossas leis. Não valeria mais o valor das ideias e dos projetos apresentados. Valeria, sim, quanto de dinheiro é necessário distribuir para que estes prosperem. Ou seja, quem tem dinheiro para distribuir consegue fazer vingar os seus. Quem não tem, mesmo tendo projetos melhores, não consegue. Teríamos, por tanto, não um governo de coalizão pela inteligência e bom senso no interesse da Nação, mas um governo de imposição pela força pecuniária no interesse dos que estão no poder. É ou não é de deixar qualquer um estupefato saber que pessoas que comandaram os destinos da Nação pensam ser normal, e até necessário, usar o vil metal para comprar a consciência dos que nos representam? Parece que o Apocalipse chegou mesmo. Quando será que conseguiremos separar o joio do trigo em nossa tão desvirtuada política?
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domingo, 27 de março de 2016
OS 'INCENDIÁRIOS' QUE PAGAMOS
(No Estadão online, domingo, 27.03.2016)
O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente Povo sem Medo, Guilherme Boulos, disse que, se o impeachment da presidente Dilma Rousseff for efetivado e o ex-presidente Lula for preso, o Brasil será “incendiado por greves, ocupações e mobilizações”. E que “não haverá um dia de paz do Brasil”. Será esta a “democracia” (sic) tão alardeada pelos petistas? O pior é que estão usando nosso dinheiro, distribuído a mancheia pelo governo lulopetista sem nenhuma prestação de contas, para nos ameaçarem. Que nossas Forças Armadas fiquem de prontidão para cortar na raiz esses grupos incendiários!
O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente Povo sem Medo, Guilherme Boulos, disse que, se o impeachment da presidente Dilma Rousseff for efetivado e o ex-presidente Lula for preso, o Brasil será “incendiado por greves, ocupações e mobilizações”. E que “não haverá um dia de paz do Brasil”. Será esta a “democracia” (sic) tão alardeada pelos petistas? O pior é que estão usando nosso dinheiro, distribuído a mancheia pelo governo lulopetista sem nenhuma prestação de contas, para nos ameaçarem. Que nossas Forças Armadas fiquem de prontidão para cortar na raiz esses grupos incendiários!
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sexta-feira, 4 de março de 2016
ACABOU O ORÉGANO
(No Estadão impresso, sexta-feira, 4.03.2016)
Com as acusações do senador Delcídio Amaral divulgadas pela IstoÉ, envolvendo diretamente a presidente e o ex, não há mais como o PT pensar em pizza. Os ingredientes desapareceram e o forno explodiu. E caso a Justiça não aja de acordo, a democracia no Brasil fica seriamente em risco de também explodir! Estamos em estado de choque e na expectativa das próximas ações da Justiça a esse respeito. Seja como for, isso é uma vergonha!
Com as acusações do senador Delcídio Amaral divulgadas pela IstoÉ, envolvendo diretamente a presidente e o ex, não há mais como o PT pensar em pizza. Os ingredientes desapareceram e o forno explodiu. E caso a Justiça não aja de acordo, a democracia no Brasil fica seriamente em risco de também explodir! Estamos em estado de choque e na expectativa das próximas ações da Justiça a esse respeito. Seja como for, isso é uma vergonha!
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
A LEI É DURA MAS É LEI
(No Estadão online, quarta-feira, 17.02.2016)
A presidente Dilma acha que Lula “está sendo objeto de grande injustiça”. Já o ministro José Eduardo Cardozo afirma que Lula sempre se comportou com “absoluta lisura” e os ataques a ele são feitos pela oposição para atingir a imagem de um “grande líder”. Além de ele ter sido “um presidente indiscutivelmente aplaudido (...) pelas substantivas melhoras e mudanças que empreendeu no País”. Muitas afirmações de pessoas vinculadas ideológica e pessoalmente ao ex-presidente. Nada de substantivo nem com enfoque à sua conduta perante a verdade, as leis e a Constituição. Tratam-no como pessoa que pode agir impunemente, acima das leis. Um absurdo total. Em qualquer democracia séria, quanto mais alto na escala governamental chega uma pessoa, mais responsável e mais sujeita às leis, não o contrário. Como pode alguém, eleito para fazer cumprir as leis, ser quem se permite agir no seu descumprimento? Ele fez muitas mudanças no País, sim, mas foram ilusórias, distribuindo dinheiro a mancheia, por meio de benesses de curta visão (deu muito peixe, mas não ensinou o povo a pescar nem deu condições para o povo se livrar da dependência dessas benesses). Recebeu muitos aplausos, sim, mas recorrendo a mentiras e falsa propaganda de um governo populista e demagógico, que deixou pesada herança para sua pupila e sucessora. Infelizmente, Lula não tem mais explicações para a milagrosa fortuna de si, dos filhos nem do usufruto de bens em nome de amigos, que foram reformados ricamente por empreiteiras vinculadas ao esquema da Operação Lava Jato. Que se faça a verdadeira justiça, doa a quem doer, e que se desmistifique este santo do pau oco, que na sua soberba se vangloria de ser o mais honesto entre todas as almas vivas do Brasil. O futuro de nossos filhos e do Brasil, como Nação viável e pujante, depende disso! Dura lex sed lex!
A presidente Dilma acha que Lula “está sendo objeto de grande injustiça”. Já o ministro José Eduardo Cardozo afirma que Lula sempre se comportou com “absoluta lisura” e os ataques a ele são feitos pela oposição para atingir a imagem de um “grande líder”. Além de ele ter sido “um presidente indiscutivelmente aplaudido (...) pelas substantivas melhoras e mudanças que empreendeu no País”. Muitas afirmações de pessoas vinculadas ideológica e pessoalmente ao ex-presidente. Nada de substantivo nem com enfoque à sua conduta perante a verdade, as leis e a Constituição. Tratam-no como pessoa que pode agir impunemente, acima das leis. Um absurdo total. Em qualquer democracia séria, quanto mais alto na escala governamental chega uma pessoa, mais responsável e mais sujeita às leis, não o contrário. Como pode alguém, eleito para fazer cumprir as leis, ser quem se permite agir no seu descumprimento? Ele fez muitas mudanças no País, sim, mas foram ilusórias, distribuindo dinheiro a mancheia, por meio de benesses de curta visão (deu muito peixe, mas não ensinou o povo a pescar nem deu condições para o povo se livrar da dependência dessas benesses). Recebeu muitos aplausos, sim, mas recorrendo a mentiras e falsa propaganda de um governo populista e demagógico, que deixou pesada herança para sua pupila e sucessora. Infelizmente, Lula não tem mais explicações para a milagrosa fortuna de si, dos filhos nem do usufruto de bens em nome de amigos, que foram reformados ricamente por empreiteiras vinculadas ao esquema da Operação Lava Jato. Que se faça a verdadeira justiça, doa a quem doer, e que se desmistifique este santo do pau oco, que na sua soberba se vangloria de ser o mais honesto entre todas as almas vivas do Brasil. O futuro de nossos filhos e do Brasil, como Nação viável e pujante, depende disso! Dura lex sed lex!
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
DEMOCRACIA? ORA A DEMOCRACIA
(No Estadão online, sábado, 13.02.2016)
Para petistas, democracia vale... desde que tenha um viés a seu favor. Acham que todos são iguais perante a lei, só que eles são mais iguais. Já Lula, a viva alma mais honesta do Brasil, é sempre mais igual que todos. Qualquer tentativa de aplicar a lei sobre “elle”, por mais provas incriminatórias que apareçam, é uma afronta e um “linchamento” inadmissível dentro de seu conceito (falsamente) democrático. Será que quando Lula recebeu a faixa presidencial de FHC subiu uma fumaça branca da chaminé do Palácio do Planalto? Infelizmente, a fumaça que estamos vendo é bem vermelha e ameaça sufocar todo o Brasil honesto e trabalhador. Que a Justiça de uma democracia verdadeira prevaleça sobre a mentira, a prepotência e as ameaças dos que se preocupam mais com a hegemonia partidária e ideológica do que com o Brasil de todos os brasileiros!
Para petistas, democracia vale... desde que tenha um viés a seu favor. Acham que todos são iguais perante a lei, só que eles são mais iguais. Já Lula, a viva alma mais honesta do Brasil, é sempre mais igual que todos. Qualquer tentativa de aplicar a lei sobre “elle”, por mais provas incriminatórias que apareçam, é uma afronta e um “linchamento” inadmissível dentro de seu conceito (falsamente) democrático. Será que quando Lula recebeu a faixa presidencial de FHC subiu uma fumaça branca da chaminé do Palácio do Planalto? Infelizmente, a fumaça que estamos vendo é bem vermelha e ameaça sufocar todo o Brasil honesto e trabalhador. Que a Justiça de uma democracia verdadeira prevaleça sobre a mentira, a prepotência e as ameaças dos que se preocupam mais com a hegemonia partidária e ideológica do que com o Brasil de todos os brasileiros!
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
A PRIORIDADE DEVE SER O SUS
(No Estadão online, terça-feira, 25.02.2014)
Realmente, a "prioridade deve ser os SUS" para qualquer governo que queira cuidar do "social" e defender a população carente. O descaso deste governo nessa área (e de muitos outros, é justo lembrar) tem sido notório, como bem apontou o editorial do "Estadão" (23/2, A3). Creio que a única solução definitiva seria uma lei obrigando todos os governantes, de todos os escalões, todos os congressistas, incluindo suas famílias, a utilizarem somente do Sistema Único de Saúde (SUS)! Enquanto os mais responsáveis pelo governo, que deveria ser do povo e para o povo, tiverem acesso a atendimento privilegiado de médicos e hospitais particulares, o povo vai ter de continuar se virando no péssimo atendimento "padrão" SUS. A solução só virá quando o serviço público for obrigatório para todos os servidores públicos, especialmente os dos altos escalões. Atualmente, não há interesse de nossos políticos em aplicar bem as verbas na saúde pública, pois em caso de problemas de saúde pessoal podem gastar o suado dinheiro do contribuinte para serem atendidos pelas melhores equipes de hospitais como o Sírio-Libanês. Essa grande injustiça é que não deveria continuar. Ou será que, como sempre, o povo deve continuar "se explodindo", conforme dizia personagem do saudoso Chico Anísio?
Realmente, a "prioridade deve ser os SUS" para qualquer governo que queira cuidar do "social" e defender a população carente. O descaso deste governo nessa área (e de muitos outros, é justo lembrar) tem sido notório, como bem apontou o editorial do "Estadão" (23/2, A3). Creio que a única solução definitiva seria uma lei obrigando todos os governantes, de todos os escalões, todos os congressistas, incluindo suas famílias, a utilizarem somente do Sistema Único de Saúde (SUS)! Enquanto os mais responsáveis pelo governo, que deveria ser do povo e para o povo, tiverem acesso a atendimento privilegiado de médicos e hospitais particulares, o povo vai ter de continuar se virando no péssimo atendimento "padrão" SUS. A solução só virá quando o serviço público for obrigatório para todos os servidores públicos, especialmente os dos altos escalões. Atualmente, não há interesse de nossos políticos em aplicar bem as verbas na saúde pública, pois em caso de problemas de saúde pessoal podem gastar o suado dinheiro do contribuinte para serem atendidos pelas melhores equipes de hospitais como o Sírio-Libanês. Essa grande injustiça é que não deveria continuar. Ou será que, como sempre, o povo deve continuar "se explodindo", conforme dizia personagem do saudoso Chico Anísio?
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
PRESOS POLÍTICOS?
(No Diário de São Paulo, terça-feira, 19.11.2013)
José Dirceu e José Genoino ambos se declaram "presos políticos". Certamente estão preparando o caminho para, depois de Dilma reeleita, serem perdoados com muitas manifestações de desagravo e uma rica indenização. Quem viver verá!
José Dirceu e José Genoino ambos se declaram "presos políticos". Certamente estão preparando o caminho para, depois de Dilma reeleita, serem perdoados com muitas manifestações de desagravo e uma rica indenização. Quem viver verá!
sexta-feira, 7 de junho de 2013
DE CIMA PARA BAIXO
(No Estadão online, sexta-feira, 7.06.2013)
O advogado Luís Roberto Barroso, em sabatina na Comissão de Justiça do Senado, foi habilidoso e tentou agradar a todos – o Judiciário, o Legislativo e o cidadão preocupado. Para o Judiciário, disse que deveria ser “deferente” ao Legislativo, quando o assunto são leis. “O Judiciário não pode nem deve sobrepor a sua valoração política sobre a de quem foi eleito (parlamentares)”. Para o Legislativo, que o Judiciário deve atuar quando houver “lacunas”, uma afronta evidente à Constituição, ou interesses em jogo. Ou seja, na defesa da democracia deve haver um respeito total às leis, especialmente daqueles que representam o eleitor e juraram cumprir seus cargos com honestidade e sob o ordenamento jurídico da Constituição. No caso do mensalão, nos deixou mais confiantes quando afirmou que não será pautado por ninguém. Espero que leve em conta que a impunidade está em jogo e que o exemplo vindo de cima, atingindo os que se julgam acima das leis, tem mais chance de vingar. O Brasil todo, em especial o cidadão honesto que sofre pesada carga fiscal sem retorno, está de olho na justa, rápida e eficaz conclusão desse processo, com a devida punição dos culpados!
O advogado Luís Roberto Barroso, em sabatina na Comissão de Justiça do Senado, foi habilidoso e tentou agradar a todos – o Judiciário, o Legislativo e o cidadão preocupado. Para o Judiciário, disse que deveria ser “deferente” ao Legislativo, quando o assunto são leis. “O Judiciário não pode nem deve sobrepor a sua valoração política sobre a de quem foi eleito (parlamentares)”. Para o Legislativo, que o Judiciário deve atuar quando houver “lacunas”, uma afronta evidente à Constituição, ou interesses em jogo. Ou seja, na defesa da democracia deve haver um respeito total às leis, especialmente daqueles que representam o eleitor e juraram cumprir seus cargos com honestidade e sob o ordenamento jurídico da Constituição. No caso do mensalão, nos deixou mais confiantes quando afirmou que não será pautado por ninguém. Espero que leve em conta que a impunidade está em jogo e que o exemplo vindo de cima, atingindo os que se julgam acima das leis, tem mais chance de vingar. O Brasil todo, em especial o cidadão honesto que sofre pesada carga fiscal sem retorno, está de olho na justa, rápida e eficaz conclusão desse processo, com a devida punição dos culpados!
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terça-feira, 30 de abril de 2013
SIMPLISTAS?
(No Estadão e O Globo impressos, terça-feira, 30.04.2013)
O ministro José Eduardo Cardozo declarou em entrevista, que a "criminalidade não tem respostas simplistas". Isso é fácil dizer quando se vive sob a proteção do governo, com equipes de segurança e carros blindados. Nessa redoma oficial não há problema em justificar ideologicamente as razões da crescente criminalidade no País. No dia em que um filho, neto ou ente querido sofrer nas mãos de um criminoso, aí a situação passa a não ser tão "simplista". Sejam complicadas ou simples, o cidadão, atualmente indefeso, que paga pesados impostos exige uma resposta que lhe dê mais segurança para que sua família viva e trabalhe sem maiores riscos. As leis não podem continuar "flexíveis" e brandas por causa de problemas de origem histórica e social. Vivemos no "hoje" e exigimos soluções para o "agora" e o amanhã. O resto é contemporização. Ou sinal de incompetência e irresponsabilidade!
O ministro José Eduardo Cardozo declarou em entrevista, que a "criminalidade não tem respostas simplistas". Isso é fácil dizer quando se vive sob a proteção do governo, com equipes de segurança e carros blindados. Nessa redoma oficial não há problema em justificar ideologicamente as razões da crescente criminalidade no País. No dia em que um filho, neto ou ente querido sofrer nas mãos de um criminoso, aí a situação passa a não ser tão "simplista". Sejam complicadas ou simples, o cidadão, atualmente indefeso, que paga pesados impostos exige uma resposta que lhe dê mais segurança para que sua família viva e trabalhe sem maiores riscos. As leis não podem continuar "flexíveis" e brandas por causa de problemas de origem histórica e social. Vivemos no "hoje" e exigimos soluções para o "agora" e o amanhã. O resto é contemporização. Ou sinal de incompetência e irresponsabilidade!
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
CORRUPÇÃO
(No VALOR ECONÔMICO - SP, terça-feira, 11.12.2012)
Aos poucos o Brasil está se tornando uma nação mais justa. Com a condenação do Carlinhos Cachoeira a 39 anos e 8 meses de prisão a "cachoeira" da corrupção neste país recebe forte sinalização para secar, e a figura do "Carlinhos" passará a ser a do cidadão Carlos Augusto de Almeida Ramos, sujeito às exigências da lei como qualquer outro.
Aos poucos o Brasil está se tornando uma nação mais justa. Com a condenação do Carlinhos Cachoeira a 39 anos e 8 meses de prisão a "cachoeira" da corrupção neste país recebe forte sinalização para secar, e a figura do "Carlinhos" passará a ser a do cidadão Carlos Augusto de Almeida Ramos, sujeito às exigências da lei como qualquer outro.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
VALOR DA JUSTIÇA
(No Estadão impresso, sexta-feira, 7.09.2012)
Sem leis claras e aplicadas com eficiência não há justiça. E sem justiça o cidadão honesto, bem-intencionado e produtivo acaba sempre pagando um custo maior. O partido que se diz dos trabalhadores devia ser o primeiro a ter consciência disso, impondo e cumprindo as leis.
Sem leis claras e aplicadas com eficiência não há justiça. E sem justiça o cidadão honesto, bem-intencionado e produtivo acaba sempre pagando um custo maior. O partido que se diz dos trabalhadores devia ser o primeiro a ter consciência disso, impondo e cumprindo as leis.
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domingo, 12 de agosto de 2012
JULGAMENTO ENROLADO
(No Estadão online, domingo, 12.08.2012)
O julgamento do mensalão no STF está se tornando um festival de advogados tentando "enrolar" na defesa de seus clientes. Os argumentos sempre tocam no supérfluo e nunca chegam no essencial: de onde veio o dinheiro tão fartamente distribuído a companheiros da base aliada. No final de tudo, ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos, mesmo sem garantias normais, foram corretamente elaborados, os valores que circularam em cuecas, malas, e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros, foram "sobras de campanhas", alguns eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém pode ser responsabilizado. Ou seja, insistem em argumentar que o "mensalão" não existiu e todos são inocentes. Parece que o dinheiro mesmo é secundário. Não é! Trata-se de um monstruoso roubo de dinheiro que deveria ser aplicado na saúde, educação, segurança e demais áreas de responsabilidade do governo. O crime em pauta é roubo e deve ser julgado assim!
O julgamento do mensalão no STF está se tornando um festival de advogados tentando "enrolar" na defesa de seus clientes. Os argumentos sempre tocam no supérfluo e nunca chegam no essencial: de onde veio o dinheiro tão fartamente distribuído a companheiros da base aliada. No final de tudo, ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos, mesmo sem garantias normais, foram corretamente elaborados, os valores que circularam em cuecas, malas, e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros, foram "sobras de campanhas", alguns eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém pode ser responsabilizado. Ou seja, insistem em argumentar que o "mensalão" não existiu e todos são inocentes. Parece que o dinheiro mesmo é secundário. Não é! Trata-se de um monstruoso roubo de dinheiro que deveria ser aplicado na saúde, educação, segurança e demais áreas de responsabilidade do governo. O crime em pauta é roubo e deve ser julgado assim!
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
PRENDAM O CASEIRO
(No O Globo, RJ e DESTAK, quinta-feira, 9.08.2012)
Ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos foram corretamente elaborados, o dinheiro encontrado em cuecas, malas e constante nos registros do Coafi e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros não foi ilícito, mas "sobras de campanhas", todos os envolvidos eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém foi responsável. Ou seja, todos são inocentes, já o caseiro...
Ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos foram corretamente elaborados, o dinheiro encontrado em cuecas, malas e constante nos registros do Coafi e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros não foi ilícito, mas "sobras de campanhas", todos os envolvidos eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém foi responsável. Ou seja, todos são inocentes, já o caseiro...
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
MENSALÃO
(No DESTAK - SP/ABC/CAMPINAS/RIO/BRASILIA/RECIFE, quinta-feira, 2.08.2012 e no GLOBO, RJ sexta-feira, 3.08.2012)
Deveríamos aprender com a lei comum inglesa, constituída por juízes que, nas cortes, aplicam bom senso e conhecimento dos precedentes legais referentes aos fatos apresentados pelas partes. Decisões de cortes superiores estabelecem precedência e são obrigatórias. A lei comum pode sofrer emendas ou ser invalidada somente por decisão do Parlamento. Será que nossos preclaros juízes do Supremo Tribunal Federal vão aplicar lógica e bom senso no processo do mensalão ou vão se enrolar nas pressões políticas e firulas legais criadas para garantir a impunidade de poderosos em nossa república de bananas?
Deveríamos aprender com a lei comum inglesa, constituída por juízes que, nas cortes, aplicam bom senso e conhecimento dos precedentes legais referentes aos fatos apresentados pelas partes. Decisões de cortes superiores estabelecem precedência e são obrigatórias. A lei comum pode sofrer emendas ou ser invalidada somente por decisão do Parlamento. Será que nossos preclaros juízes do Supremo Tribunal Federal vão aplicar lógica e bom senso no processo do mensalão ou vão se enrolar nas pressões políticas e firulas legais criadas para garantir a impunidade de poderosos em nossa república de bananas?
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O QUE É DECORO?
(No Estadão online, quarta-feira, 11.07.2012)
O senador Demóstenes Torres declarou na tribuna do Congresso que mentir não é faltar com o decoro. Se outros pensam como ele, nossa política está realmente muito podre! Em quem podemos confiar se até senadores acham que podem mentir impunemente?
O senador Demóstenes Torres declarou na tribuna do Congresso que mentir não é faltar com o decoro. Se outros pensam como ele, nossa política está realmente muito podre! Em quem podemos confiar se até senadores acham que podem mentir impunemente?
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
ROBERTO GURGEL
(No Estadão online, sexta-feira, 15.06.2012)
Mesmo que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, venha a estar impedido de atuar como acusador dos réus do processo do mensalão por ter fraturado o braço e sofrer intervenção cirúrgica, a justiça não pode sofrer solução de continuidade. Esse processo já está em marcha lenta há seis anos. Que a subprocuradora-geral, Raquel Dodge, o substitua assim que seu impedimento for confirmado. E, se a dra. Raquel também tiver problema, que sigam a ordem hierárquica nomeando outro acusador. Os brasileiros já não aguentam mais tanta procrastinação, pois uma justiça que não anda não é justiça, favorecendo corruptos e desonestos em prejuízo de todos os cidadãos de bem. O Brasil não merece isso!
Mesmo que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, venha a estar impedido de atuar como acusador dos réus do processo do mensalão por ter fraturado o braço e sofrer intervenção cirúrgica, a justiça não pode sofrer solução de continuidade. Esse processo já está em marcha lenta há seis anos. Que a subprocuradora-geral, Raquel Dodge, o substitua assim que seu impedimento for confirmado. E, se a dra. Raquel também tiver problema, que sigam a ordem hierárquica nomeando outro acusador. Os brasileiros já não aguentam mais tanta procrastinação, pois uma justiça que não anda não é justiça, favorecendo corruptos e desonestos em prejuízo de todos os cidadãos de bem. O Brasil não merece isso!
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