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terça-feira, 24 de abril de 2018

ENRIQUECIMENTO FAMILIAR

No Estadão impresso, quarta-feira, 17.01.2018
Acho que o Ministério Público Federal deveria considerar o enriquecimento familiar de políticos suspeitos de corrupção e não o individual. No caso do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, deveriam incluir o valor do espólio de dona Marisa Letícia e os bens de seus fihos. Será que é compatível o aumento desses durante o período em que ele foi presidente? Não há algo estranho nessa explosão de bens familiares?

sexta-feira, 21 de julho de 2017

DESRESPEITO

(No Estadão online, sexta-feira, 21.07.2017)
O desrespeito pelos contribuintes (18/7, A3) é uma característica dos políticos socialistas, comunistas e petistas. No governo, acreditam que os bens públicos são arrecadados e colocados à disposição para benefício próprio, e não para serem usados em benefício do cidadão. Não dão importância à prestação de contas e se julgam como privilegiados acima das leis. Com esse dinheiro, pretendem usar todos os meios lícitos e ilícitos para manter a hegemonia no poder. Para eles, desviar os bens públicos de seu objetivo precípuo não é roubo, é um direito que conseguiram pelos votos, não importa por quais meios, mentiras e promessas irrealizáveis. Não levam a sério a democracia. Vivem numa “cleptocracia” criada por eles para sempre favorecê-los. Por essas razões, os ex-presidentes Lula e Dilma acham perfeitamente normal os enormes gastos em viagens visando à autopromoção e a denigrir a imagem do Brasil. Julgam que o dinheiro é deles e não dos contribuintes! Como resolver isso? Minha sugestão é começar por dar total transparência aos gastos com cartões corporativos nas gestões Lula e Dilma. Abrindo essa “caixa preta”, vão sair muitos absurdos, inexplicáveis e contundentes.

terça-feira, 11 de julho de 2017

DEVOLVAM O BRASIL aos brasileiros

DEVOLVAM O BRASIL...
... aos brasileiros!
Está absolutamente certo o sr. Pedro S. Malan quando, no artigo Entre o inconcebível e o inevitável (9/7, A2), diz ser “inevitável repensar e reinventar o Estado brasileiro”. E que o Brasil “não tem alternativa se deseja crescer de forma sustentada a taxas mais elevadas, com justiça social, estabilidade macroeconômica e menos ineficiência em seu setor público”. Mas conclui: “Não é fácil. Nunca foi. Nunca será”. Para enfrentar os “interesses corporativos longamente constituídos” sugir campanha deixando clara a diferença entre direito adquirido e “abuso adquirido”, com lei pétrea tornando automaticamente ilegal o que constitui claro abuso. Que seja criada lei para, como na de Responsabilidade Fiscal, incluir limites a quaisquer aumentos, benefícios ou vantagens para o funcionalismo público, de alto a baixo, com total transparência e debate público sobre a necessidade e o custo para o contribuinte. Que seja promovida ampla campanha nacional visando a reduzir constitucionalmente o tamanho do governo, como está fazendo o presidente da França, Emmanuel Macron. No Brasil, o “interesse corporativo” mais forte e mais deletério vem de representantes eleitos, que trabalham mais para a perpetuação no poder do que pelos interesses de seus representados. Tentar repensar ou reinventar o Brasil sem mudar isso não vai adiantar muito. O contribuinte não aguenta carregar o peso da máquina pública e esta não faz senão inventar novos “abusos”, que depois defende com unhas e dentes como “direitos” adquiridos. Que os políticos sejam forçados a devolver o Brasil aos brasileiros. Do jeito que está não há contribuinte que aguente!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

INVERSÃO DE VALORES

(No Estadão online, segunda-feira, 5.12.2016)
Fica cada vez mais confirmada a crítica de Lula de que existem "300 picaretas" no Congresso. Para eles, a lei? Ora, a lei está o.k.; "dura lex sed lex" é abuso de autoridade? Nossa Justiça, sofrendo nas mãos desta corja, pede socorro! Vamos às ruas gritar contra esta inversão de valores dos que abusam de suas representatividades.

domingo, 4 de dezembro de 2016

TOLERÂNCIA ZERO

(No Estadão online, domingo, 4.12.2016)
De “qualquer fatozinho” em “qualquer fatozinho”, não há instituição nem democracia que aguente, sr. presidente. Que o digam Lula e Dilma em seus desastrados e irresponsáveis governos! O líder máximo de uma nação grande e complexa como o Brasil não deve deixar passar falhas que atentem contra a Constituição ou os bons costumes, por menores que sejam. Um “fatozinho” logo se torna um precedente desagregador de autoridade e da capacidade de liderar. O quanto antes, deve ser defenestrado para não corromper o conjunto. O povo acordou do pesadelo de 13 anos e está com sua tolerância “zero”. Felizmente.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A GRANDE DIFERENÇA

(No Estadão online, segunda-feira, 17.10.2016)
Enquanto nações ricas incentivam o trabalho, a eficiência, a criatividade, a produtividade e a criação de riqueza, pagando bem conforme a qualificação acadêmica, tecnológica e o mérito da pessoa, países pobres invertem essa fórmula pagando melhor as categorias burocráticas que não geram riqueza. O Brasil é um caso típico: "Das dez categorias mais bem pagas, seis são do serviço público" (manchete do "Estadão" de 10/10). Quando vamos entender que as categorias que produzem riqueza são as que pagam os impostos que sustentam as categorias burocráticas do serviço público, e que elas têm de ser incentivadas com ganhos maiores, pois assumem os riscos que acompanham o empreendedorismo? Aqui, quem assume os riscos do progresso é prejudicado por uma grande e complexa burocracia, tendo de arcar com pesados impostos. Os que puxam o verdadeiro progresso e riqueza, os do setor privado, têm como "sócio" o governo, que só ganha sem assumir quaisquer riscos. Dá para entender por que os que são empreendedores fogem daqui e buscam países que os incentivam? Nossa riqueza vem da exportação de matérias-primas, minérios, café, soja, cacau, etc., e importamos bens com valor agregado nos quais essas matérias-primas foram usadas. Exemplos é o nosso cacau que vai para a Suíça e para a Bélgica, voltando como chocolates finos com bons lucros... para eles. Só seremos ricos quando incentivarmos melhor quem produz riqueza com menos carga tributária e peso burocrático. O funcionalismo público deve servir de apoio aos que nos trazem riqueza, e não de estorvo que desincentiva e prejudica os que desejam ficar ricos honestamente e por mérito. Um teto nos gastos do governo não é suficiente. Teremos de reduzir muito os atuais abusos de certas categorias, pois do jeito que está ficaremos cada vez mais atrasados em relação ao Primeiro Mundo. Disso depende o Brasil que queremos deixar para nossas futuras gerações.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

RESPONSABILIZAR É PRECISO

(No Estadão online, quarta-feira, 28.09.2016)
Nada mais justo do que responsabilizar os então integrantes do Conselho de Administração da Petrobrás pelos prejuízos na compra da Refinaria de Pasadena, em 2006. Especialmente sua presidente na época, sra. Dilma Rousseff. Quando assumiram seus muito bem remunerados cargos, deviam saber da responsabilidade que esses impunham aos seus detentores. É muito fácil gozar de todas as mordomias, o polpudo valor de remuneração mensal, ocupar belos gabinetes com todo conforto e não ter mais do que assinar papéis encaminhados por assessores, sem assumir a responsabilidade correspondente. Que sejam bloqueados, sim, seus bens para que seja ressarcido, nem que seja em parte, o enorme prejuízo que teve a Petrobrás por aquela compra altamente suspeita. Um exemplo firme deve ser dado para que outros saibam que com as benesses do cargo vem a necessária prestação de contas. Chega de pagarmos por tanta irresponsabilidade!

quarta-feira, 27 de julho de 2016

PENTE LARGO

(No Estadão impresso, quarta-feira, 27.07.2016)
Nas contas de 2015 do governo Dilma Rousseff o TCU verificou a prática (continuada) de “pedaladas” de R$ 5,63 bilhões com o Banco do Brasil e de R$ 8,04 bilhões com o BNDES, afrontando claramente a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de apurar outras falhas. Se são desvios tão transparentes, o que justifica dar mais 30 dias para Dilma se defender? Onde está a lei? Ou será que, em se tratando de “poderosos”, a lei fica mais tolerante? Enquanto isso, no Brasil das injustiças, qualquer falha do contribuinte, “pente-fino” nele!

terça-feira, 19 de julho de 2016

DIFERENÇAS

(No Estadão online, terça-feira, 19.07.2016)
A "presidenta" Dilma se diz indignada com a revelação pela revista Isto É das mordomias ilegais de sua filha Paula. Indignados estamos nós que pagamos seus gastos absurdos. Que ela veja a fotografia do ex-primeiro ministro da Inglaterra sr. David Cameron carregando uma caixa de sua mudança de 10 Downing Street, para saber como se comporta um político responsável no Primeiro Mundo. Mas aqui não pensam em poupar o dinheiro público. Só em gastar o suado dinheiro do trabalhador. Infelizmente!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

BALA DE PRATA (Como matar jararaca)

(No Estadão online, quarta-feira, 27.04.2016)
O ex-presidente Luiz Inácio da Silva, após prestar depoimento coercitivamente na Polícia Federal, nos deu a maneira: acertar bem na cabeça da serpente (no rabo não adianta). Esse bicho é duro de matar! Também difícil de matar é vampiro: sendo necessário segurar crucifixo com uma mão e, com a outra, cravar bem no seu coração estaca de madeira bem pontiaguda. E lobisomem nem se fala. Só acertando no seu coração uma bem disparada bala de prata. O Brasil do bem, da democracia e da liberdade, muito ameaçado por jararacas, vampiros e lobisomens, está precisando urgentemente usar um desses recursos. Gostaria de sugerir a nossos estadistas (juiz Sérgio Moro, senhores ministros do Supremo Tribunal Federal e líderes esclarecidos do Congresso) que usem eficientemente três balas de prata para começar a eliminar o mal que tanto nos vem afligindo há mais de década: poderosas CPIs dando total transparência a empréstimos (doações?) do BNDES feitos a ditadores latino-americanos e africanos; gastos abusivos do Executivo através dos cartões corporativos; e atividades até hoje não bem explicadas da sra. Rosemary Noronha, inclusive o bem documentado transporte e depósito de 25 milhões de euros em banco no Porto, Portugal. E que seus resultados sejam bem divulgados aos brasileiros, que estão pagando essas contas (e deixando um pesado saldo devedor a filhos e netos), e na imprensa estrangeira (especialmente), para que as “jararacas” não tenham meios de retrucar com as mentiras habituais. Não podemos continuar “bonzinhos” achando que eles têm consciência, escrúpulos e vergonha. Não têm! Só mesmo acertando no coração desse processo, bem disfarçado de “democracia” (Foro de São Paulo), que está nos levando a uma malfadada ditadura bolivariana.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

'FAZER O DIABO' COMPENSA?

(No Estadão online, quinta-feira, 14.04.2016)
Compensa para um partido, sim, quando permite a reeleição e a impunidade por interpretação falha de termos da Constituição. Sim, quando, pelo desvio de altíssimos valores, permite que paguem advogados caros que "enrolam" os processos com apelações, embargos e outras chicanas criadas para facilitar a impunidade. Sim, quando cria condições de pagarem o mais caro marketing político que, com bem elaboradas mentiras, consegue manter o eleitor iludido. Sim, quando permite "comprarem" votos no Congresso para seus fins hegemônicos, ou evitar o impeachment. Sim, quando facilita para eles a cooptação de integrantes do Poder Judiciário. Mas, definitivamente, não compensa para o resto do Brasil, pois destrói nossa credibilidade internacional e reduz nosso crédito. Não compensa para a maioria, pois seu alto custo acaba tendo de ser pago pelo brasileiro honesto, trabalhador e assalariado. Não compensa, pois, com esse desvirtuamento da democracia, nós nos atolamos no atraso administrativo, econômico e social do Terceiro Mundo. Enquanto o resto das nações do Primeiro Mundo progride e enriquece, nós ficamos para trás, ampliando a separação de classes e aumentando a injustiça social. Em defesa da democracia, temos de acabar com partidos políticos que queiram ficar no poder "fazendo o diabo". Pelo bem do Brasil e de todos os seus cidadãos de bem: impeachment já! Fora PT!

terça-feira, 12 de abril de 2016

REELEIÇÃO DIABÓLICA

(No Estadão impresso, terça-feira, 12.04.2016)
IMPEACHMENT
O jornalista Rolf Kuntz, em seu artigo O impeachment e o caso do neto assassino (10/4, A2), aponta com muita clareza que interpretar os atos da presidente Dilma Rousseff só a partir de 2015, desconsiderando os praticados em 2014, “é um estímulo ao crime”. A “presidenta” afirmou com todas as letras que “faria o diabo” para conseguir se reeleger. E em 2014 partiu para a flagrante maquiagem das contas, as conhecidas “pedaladas fiscais”. Ou seja, cometeu “crimes de responsabilidade” para enganar o eleitor e garantir a reeleição. Agora, seus defensores, como o ministro José Eduardo Cardozo, insistem que o que reza a Constituição – “o presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções” – a torna impune por ter feito “o diabo”. Um absurdo que certamente não devia ser a intenção dos que elaboraram nossa Carta Magna de 1988. Só não entende quem não quer, ou quer se manter no poder, mesmo vendendo o Brasil ao diabo!

sexta-feira, 11 de março de 2016

O IMPÉRIO DA BADERNA?

(No Estadão online, sexta-feira, 11.03.2016)
O Brasil está se tornando cada vez mais a “casa de mãe Joana”. A justiça não está sendo levada a sério. De forma acintosa, são subvertidos as leis e o bom senso, tanto pelo partido no poder quanto por aquele que diz ser “a alma mais honesta”, o melhor presidente do Brasil de todos os tempos e do qual não se acha “um real de desvio de conduta”. As evidências são cada vez mais claras. Além do apurado pela Operação Lava Jato, todos ouviram gravação na qual Lula mandou enfiar no @# este processo todo, seu discurso no qual se vangloriou de não dar a mínima para a ordem e as leis, e em palanque proferindo aos gritos incentivos a seus seguidores para usarem de baderna e violência nas ruas. Getúlio Vargas uma vez disse “lei? Ora, a lei”, para se declarar especial e acima do bem e do mal. Lula está tentando fazer o mesmo. Até quando vamos assistir passivamente a tanta irresponsabilidade? Nosso povo, essencialmente bom e honesto, merece mais respeito e o Brasil precisa de tranquilidade para trabalhar e progredir! Que nossos magistrados façam valer a lei e a Constituição com todo rigor, antes que seja tarde. Como está não pode continuar!

terça-feira, 8 de março de 2016

NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS

(No Estadão online, terça-feira. 8.03.2016)
Excelente o editorial “Os males que Lula faz”, (5/3, A3). Eu acrescentaria mais alguns. Ele e todos os seguidores que o têm como ídolo acreditam que existe almoço grátis. Alguém tem de deixar claro que isto não existe: tudo tem seu preço. O uso do sítio de Atibaia com sua reforma, o tríplex do Guarujá, com seu “desconhecido” dono e nababesca reforma (incluindo até elevador privativo), os 11 containers de presentes e bebidas que diz ter recebido “porque viajava muito” durante a presidência, as “muito informativas” (?) palestras proferidas a preço “igual às do Bill Clinton”, ou seja, US$ 200 mil cada, o uso de imóveis de amigos e compadre por ele e filhos, etc., tudo foi pago pelo contribuinte com os impostos de cada um. É muita ingenuidade pensar que todos foram tão dadivosos só porque Lula é simpático e tem uma prosa boa. Tudo teve um altíssimo retorno para esses “tão bonzinhos”, em seus negócios realizados (superfaturados) através do governo e da “ajuda” dos que se julgam donos do dinheiro público. Outro mal de enorme proporção é a mentalidade sectarista que Lula e o PT estão promovendo. Estão dividindo o Brasil em dois: os ricos contra os pobres, patrões contra empregados, os do Norte contra os do Sul, “nós”, o povo, contra “eles”, as elites, etc. Essa divisão vai demorar muitas gerações para ser resolvida e voltarmos a ser uma nação sob uma bandeira trabalhando todos pelo bem de todos. A luta de classes só interessa aos aproveitadores, corruptos, especuladores e aos que sempre querem levar vantagens sobre um povo desunido e em brigas entre si. A união faz a força. E o Brasil do lulopetismo está ficando cada vez mais desunido e vítima fácil para os que querem lucrar à nossa custa. O Brasil tem tudo para ser uma nação de sonhos. Infelizmente, os males que Lula e sua gangue petista estão nos fazendo trazem só muito atraso e muitos pesadelos!

quarta-feira, 2 de março de 2016

DÁ PARA ACREDITAR?

(No Estadão online, quarta-feira, 2.03.2016)
Lula, na festa de 36 anos do PT, disse que os sócios de seu filho Fábio Luiz, Fernando Bittar e Jonas Suassuna, compraram o sítio de Atibaia como presente surpresa para ele e família aproveitarem depois de deixar a Presidência. Como diria Kate Lyra, tão bonzinhos esses sócios! Já a empreiteira Odebrecht pagou a milionária reforma do sítio porque seus diretores também são tão bonzinhos. Êta bondade da peste, sô! Vou escrever para eles e saber se ainda tem um pouco dessa bondade sobrando. Estou precisando de um sítio para descansar com a família. E ainda tem gente que acredita?

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A LEI É DURA MAS É LEI

(No Estadão online, quarta-feira, 17.02.2016)
A presidente Dilma acha que Lula “está sendo objeto de grande injustiça”. Já o ministro José Eduardo Cardozo afirma que Lula sempre se comportou com “absoluta lisura” e os ataques a ele são feitos pela oposição para atingir a imagem de um “grande líder”. Além de ele ter sido “um presidente indiscutivelmente aplaudido (...) pelas substantivas melhoras e mudanças que empreendeu no País”. Muitas afirmações de pessoas vinculadas ideológica e pessoalmente ao ex-presidente. Nada de substantivo nem com enfoque à sua conduta perante a verdade, as leis e a Constituição. Tratam-no como pessoa que pode agir impunemente, acima das leis. Um absurdo total. Em qualquer democracia séria, quanto mais alto na escala governamental chega uma pessoa, mais responsável e mais sujeita às leis, não o contrário. Como pode alguém, eleito para fazer cumprir as leis, ser quem se permite agir no seu descumprimento? Ele fez muitas mudanças no País, sim, mas foram ilusórias, distribuindo dinheiro a mancheia, por meio de benesses de curta visão (deu muito peixe, mas não ensinou o povo a pescar nem deu condições para o povo se livrar da dependência dessas benesses). Recebeu muitos aplausos, sim, mas recorrendo a mentiras e falsa propaganda de um governo populista e demagógico, que deixou pesada herança para sua pupila e sucessora. Infelizmente, Lula não tem mais explicações para a milagrosa fortuna de si, dos filhos nem do usufruto de bens em nome de amigos, que foram reformados ricamente por empreiteiras vinculadas ao esquema da Operação Lava Jato. Que se faça a verdadeira justiça, doa a quem doer, e que se desmistifique este santo do pau oco, que na sua soberba se vangloria de ser o mais honesto entre todas as almas vivas do Brasil. O futuro de nossos filhos e do Brasil, como Nação viável e pujante, depende disso! Dura lex sed lex!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

DEMOCRACIA? ORA A DEMOCRACIA

(No Estadão online, sábado, 13.02.2016)
Para petistas, democracia vale... desde que tenha um viés a seu favor. Acham que todos são iguais perante a lei, só que eles são mais iguais. Já Lula, a viva alma mais honesta do Brasil, é sempre mais igual que todos. Qualquer tentativa de aplicar a lei sobre “elle”, por mais provas incriminatórias que apareçam, é uma afronta e um “linchamento” inadmissível dentro de seu conceito (falsamente) democrático. Será que quando Lula recebeu a faixa presidencial de FHC subiu uma fumaça branca da chaminé do Palácio do Planalto? Infelizmente, a fumaça que estamos vendo é bem vermelha e ameaça sufocar todo o Brasil honesto e trabalhador. Que a Justiça de uma democracia verdadeira prevaleça sobre a mentira, a prepotência e as ameaças dos que se preocupam mais com a hegemonia partidária e ideológica do que com o Brasil de todos os brasileiros!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A PRESIDENTE INDIGNADA

(No Estadao online, sexta-feira, 4.12.2015)
Indignada. senhora presidente? Indignados estamos nós, há muito tempo, com tanta mentira, tanta enganação. Indignados com o verdadeiro estelionato eleitoral cometido na última eleição, quando tendo todos os dados em mãos e sabendo da péssima realidade da economia, a senhora acusou seu adversário, sr. Aécio Neves, de que faria todos os ajustes que, assim que eleita, está tentando fazer (começando com a nomeação do sr. Joaquim Levy para servir de “bode expiatório”). Não se configura isso como “estelionato eleitoral”? Indignados com as enganações orçamentárias chamadas “pedaladas” e com a falta de consequência (até agora) da rejeição de suas contas por unanimidade do Tribunal de Contas da União (TCU), fato inédito na história de nossa República. Indignados com os gastos abusivos em suas viagens, sempre com grandes comitivas e hospedando-se em luxuosos hotéis, não em nossas embaixadas, enquanto discursa sobre a necessidade de apertarmos o cinto e aceitarmos mais impostos, como o CPMF de triste memória. Indignados com os gastos enormes com cartões corporativos, gastos esses na maioria carimbados de “sigilosos” com a desculpa esfarrapada de “segurança nacional”. Como segurança nacional, sra. presidente? O contribuinte, honesto e trabalhador, exige saber como a senhora está gastando o dinheiro recolhido aos cofres da Nação com tanto sacrifício. Queremos transparência total nesses gastos! Temos muito mais para nos indignarmos com seu governo tão atrapalhado e incompetente. Mas, principalmente, queremos iniciativas honestas e objetivas e menos encenação e discursos vazios.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O JOGO VAI CONTINUAR

(No Estadão online, sexta-feira, 16.10.2015)
No Brasil, “país do faz de conta”, quem faz as contas (a pagar) é o cidadão honesto e trabalhador. Os políticos e governantes só pensam em fazer o jogo do faz de conta para continuarem recheando suas contas bancárias (no Brasil e no exterior) à custa do trabalho alheio. O voto obrigatório e não distrital é a garantia de que o jogo deles vai continuar. E o povo, coitado, sempre sofrendo essa síndrome como única opção. Só Deus sabe até quando aguentará tantas mentiras e tanta enganação!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

AS CONTAS NÃO BATEM

(No Estadão online, segunda-feira, 31.08.2015)
No laudo de exame financeiro da Polícia Federal do sr. José Dirceu de Oliveira e Silva (no. 1742/2015) foi apurada uma pequena (sic) diferença entre a movimentação financeira esperada e a efetiva: R$ 7,08 milhões para R$ 1,449 milhão. Ou seja, R$ 5,6 milhões de sua renda declarada não transitou por conta corrente, foi em dinheiro vivo. Por que será? Será que “transitou” em malas? Ou talvez, cuecas? O ditado “quem não deve não teme” precisa de outro complementar: “dinheiro limpo transita em conta bancária, o sujo ninguém sabe como”. Este é o Brasil, onde os poderosos são mestres em mutretas, maracutaias e outras formas de tungar o povo honesto e trabalhador! Até quando?