(No Estadão impresso, quinta-feira, 9.10.2014)
Quando FHC entregou o comando da Nação a Lula a moeda estava forte, as contas equilibradas e a economia pronta para deslanchar. Depois de 12 anos de PT a situação está totalmente contrária. Tanto assim que o ministro Guido Mantega prevê juros altos, desemprego e recessão caso Aécio Neves chegue à Presidência. Por que será? Será que Mantega está confessando que, preocupado somente com o objetivo eleitoral, o PT tem levantado um "castelo de cartas" com uma base econômica não sustentável no médio e no longo prazos? Minha sugestão ao PSDB e a Aécio Neves é que, logo ao assumir, façam uma completa auditoria revelando à Nação, de forma clara, simples e por todos os meios de comunicação, a verdadeira herança maldita que estão recebendo dos desgovernos petistas. Não vai ser fácil consertar o que elles estão deixando e o povo tem de estar preparado para os sacrifícios que serão inevitáveis para termos um Brasil melhor.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
QUE DIFERENÇA!
Marcadores:
Aécio,
Cartas Estadão,
corporativismo,
corrupção,
desgoverno,
desvios,
FHC,
Gastos excessivos,
governo inchado
sábado, 27 de setembro de 2014
JORNALISMO INVESTIGATIVO
(No Estadão online, sábado, 27.09.2014)
A presidente Dilma disse que “não é função da imprensa investigar”, mas apenas “divulgar” informações. As razões são claras e simples. Sem o jornalismo investigativo, as matérias publicadas se limitariam às geradas e formatadas previamente por órgãos da polícia, sujeitos a pressão e interesses de partidos políticos no poder. Acabaria o “inédito” e vigorariam os boletins homogêneos sem graça ou o sensacionalismo. E mais importante: atualmente as polícias mal conseguem investigar os crimes transparentes apresentados pelo cidadão em boletins de ocorrência (BO). Como esperar que investiguem crimes de corrupção e desvio de bens públicos cometidos às escondidas pelos “poderosos”, e sem alguém para fazer um BO e configurar a queixa? Assim, sem investigar e revelar os podres escondidos, os jornais independentes teriam seus dias contados, o cidadão ficaria indefeso e o corrupto/corruptor, mais despreocupado e impune. A democracia plena pressupõe uma imprensa totalmente livre, mas responsável, para servir como olhos e bocas na defesa de interesses do cidadão que paga seus impostos e espera o retorno justo desse dinheiro. A falta dessa liberdade é o caminho certo para a hegemonia do grupo político no poder e o fim da democracia. Tudo que não se deseja. Vade retro!
A presidente Dilma disse que “não é função da imprensa investigar”, mas apenas “divulgar” informações. As razões são claras e simples. Sem o jornalismo investigativo, as matérias publicadas se limitariam às geradas e formatadas previamente por órgãos da polícia, sujeitos a pressão e interesses de partidos políticos no poder. Acabaria o “inédito” e vigorariam os boletins homogêneos sem graça ou o sensacionalismo. E mais importante: atualmente as polícias mal conseguem investigar os crimes transparentes apresentados pelo cidadão em boletins de ocorrência (BO). Como esperar que investiguem crimes de corrupção e desvio de bens públicos cometidos às escondidas pelos “poderosos”, e sem alguém para fazer um BO e configurar a queixa? Assim, sem investigar e revelar os podres escondidos, os jornais independentes teriam seus dias contados, o cidadão ficaria indefeso e o corrupto/corruptor, mais despreocupado e impune. A democracia plena pressupõe uma imprensa totalmente livre, mas responsável, para servir como olhos e bocas na defesa de interesses do cidadão que paga seus impostos e espera o retorno justo desse dinheiro. A falta dessa liberdade é o caminho certo para a hegemonia do grupo político no poder e o fim da democracia. Tudo que não se deseja. Vade retro!
Marcadores:
Cartas Estadão,
Controle da mídia,
corrupção,
Dilma
terça-feira, 23 de setembro de 2014
CONTROLE DA MÍDIA
(No Estadão impresso, terça-feira, 23.09.2014)
CORRUPÇÃO X IMPRENSA
Controle da mídia
Em mais uma demonstração de que não está nem aí para a transparência e a devida responsabilização de "malfeitos" em seu governo, a presidente Dilma Rousseff disse que considera a função da imprensa divulgar, e não investigar. Trata-se de um completo absurdo! Em todo o mundo a imprensa serve como olhos e boca do cidadão, desvendando e divulgando o que acontece às escondidas. Um dos casos mais destacados foi a revelação de tramoias do Partido Republicano dos EUA, conhecidas como escândalo Watergate, que provocou o impeachment do presidente Richard Nixon. E como a mídia é legalmente responsável pela informação divulgada, pode ser obrigada a publicar desmentido ou sofrer processo legal por prejuízos derivados da informação publicada sem a comprovação necessária. Nossa "presidenta", infelizmente, acha melhor controlar a atuação dos jornais do que explicar os malfeitos que são divulgados após serem comprovados. Por que será?
CORRUPÇÃO X IMPRENSA
Controle da mídia
Em mais uma demonstração de que não está nem aí para a transparência e a devida responsabilização de "malfeitos" em seu governo, a presidente Dilma Rousseff disse que considera a função da imprensa divulgar, e não investigar. Trata-se de um completo absurdo! Em todo o mundo a imprensa serve como olhos e boca do cidadão, desvendando e divulgando o que acontece às escondidas. Um dos casos mais destacados foi a revelação de tramoias do Partido Republicano dos EUA, conhecidas como escândalo Watergate, que provocou o impeachment do presidente Richard Nixon. E como a mídia é legalmente responsável pela informação divulgada, pode ser obrigada a publicar desmentido ou sofrer processo legal por prejuízos derivados da informação publicada sem a comprovação necessária. Nossa "presidenta", infelizmente, acha melhor controlar a atuação dos jornais do que explicar os malfeitos que são divulgados após serem comprovados. Por que será?
Marcadores:
Cartas Estadão,
Controle da mídia,
corrupção,
Dilma,
responsabilidade
quarta-feira, 30 de julho de 2014
CAMINHO ERRADO
(No Estadão online, quarta-feira, 30.07.2014)Dizer que é “inadmissível” a interferência do mercado na política é como achar que a falta das necessidades básicas no lar não deve influenciar a felicidade da família. Essa afirmação é que é “inadmissível”, especialmente vindo de alguém ocupando o cargo mais importante da Nação. O que deseja dona Dilma? No regime democrático, a avaliação de um governo é feita pela situação do “mercado”, e isso se reflete forçosamente na política. A transparência nessa avaliação também é uma necessidade para que o voto do eleitor seja o mais consciente possível. Em vez de tentar maquiar dados e situações, com um marketing enganoso, o governo deveria aplicar bem as verbas disponíveis, com competência e boa gestão, para tornar o mercado incentivador de progresso e bem-estar para o povo. Assim a avaliação seria positiva e os votos viriam naturalmente. Qualquer outro caminho é que é “inadmissível”.
Marcadores:
Campanha Dilma,
Cartas Estadão,
política
segunda-feira, 14 de julho de 2014
COPA DAS COPAS
(No Estadão impresso, segunda-feira, 14.07.2014)
Realmente promovemos uma Copa das Copas. Só que mais para estrangeiros. Para o brasileiro sobraram a frustração e as contas a pagar. Lamentável!
Realmente promovemos uma Copa das Copas. Só que mais para estrangeiros. Para o brasileiro sobraram a frustração e as contas a pagar. Lamentável!
Marcadores:
Cartas Estadão,
Copa do Mundo,
corrupção,
superfaturamento
quarta-feira, 18 de junho de 2014
EMPATE TRISTE
(No Estadão impresso, quarta-feira, 18.06.2014)
BRASIL 0 X 0 MÉXICO
Alegria mexicana, tristeza do Brasil. A invencibilidade dos canarinhos ficou questionada.
BRASIL 0 X 0 MÉXICO
Alegria mexicana, tristeza do Brasil. A invencibilidade dos canarinhos ficou questionada.
Marcadores:
Cartas Estadão,
seleção canarinho
terça-feira, 13 de maio de 2014
ESCRAVOS DE JÓ
(No Estadão impresso, terça-feira, 13.05.2014)
Desvio de dinheiro público resulta em ação penal cujos advogados de defesa são pagos com dinheiro público do Fundo Partidário, reduzindo o dinheiro destinado à campanha eleitoral e obrigando a desviar mais dinheiro, o que resulta em ação penal cujos advogados de defesa são pagos com... Assim, na triste roda, nós, os escravos de Jó, pagamos essas contas, enquanto corruptos com corruptos fazem zigue-zigue-zá. Não é à toa que, com tanta corrupção e tantos escândalos, precisamos ter uma paciência de Jó.
Desvio de dinheiro público resulta em ação penal cujos advogados de defesa são pagos com dinheiro público do Fundo Partidário, reduzindo o dinheiro destinado à campanha eleitoral e obrigando a desviar mais dinheiro, o que resulta em ação penal cujos advogados de defesa são pagos com... Assim, na triste roda, nós, os escravos de Jó, pagamos essas contas, enquanto corruptos com corruptos fazem zigue-zigue-zá. Não é à toa que, com tanta corrupção e tantos escândalos, precisamos ter uma paciência de Jó.
Marcadores:
Abusos,
Cartas Estadão,
corporativismo,
corrupção,
Fundo Partidário
Assinar:
Postagens (Atom)