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sexta-feira, 21 de julho de 2017

DESRESPEITO

(No Estadão online, sexta-feira, 21.07.2017)
O desrespeito pelos contribuintes (18/7, A3) é uma característica dos políticos socialistas, comunistas e petistas. No governo, acreditam que os bens públicos são arrecadados e colocados à disposição para benefício próprio, e não para serem usados em benefício do cidadão. Não dão importância à prestação de contas e se julgam como privilegiados acima das leis. Com esse dinheiro, pretendem usar todos os meios lícitos e ilícitos para manter a hegemonia no poder. Para eles, desviar os bens públicos de seu objetivo precípuo não é roubo, é um direito que conseguiram pelos votos, não importa por quais meios, mentiras e promessas irrealizáveis. Não levam a sério a democracia. Vivem numa “cleptocracia” criada por eles para sempre favorecê-los. Por essas razões, os ex-presidentes Lula e Dilma acham perfeitamente normal os enormes gastos em viagens visando à autopromoção e a denigrir a imagem do Brasil. Julgam que o dinheiro é deles e não dos contribuintes! Como resolver isso? Minha sugestão é começar por dar total transparência aos gastos com cartões corporativos nas gestões Lula e Dilma. Abrindo essa “caixa preta”, vão sair muitos absurdos, inexplicáveis e contundentes.

terça-feira, 11 de julho de 2017

DEVOLVAM O BRASIL aos brasileiros

DEVOLVAM O BRASIL...
... aos brasileiros!
Está absolutamente certo o sr. Pedro S. Malan quando, no artigo Entre o inconcebível e o inevitável (9/7, A2), diz ser “inevitável repensar e reinventar o Estado brasileiro”. E que o Brasil “não tem alternativa se deseja crescer de forma sustentada a taxas mais elevadas, com justiça social, estabilidade macroeconômica e menos ineficiência em seu setor público”. Mas conclui: “Não é fácil. Nunca foi. Nunca será”. Para enfrentar os “interesses corporativos longamente constituídos” sugir campanha deixando clara a diferença entre direito adquirido e “abuso adquirido”, com lei pétrea tornando automaticamente ilegal o que constitui claro abuso. Que seja criada lei para, como na de Responsabilidade Fiscal, incluir limites a quaisquer aumentos, benefícios ou vantagens para o funcionalismo público, de alto a baixo, com total transparência e debate público sobre a necessidade e o custo para o contribuinte. Que seja promovida ampla campanha nacional visando a reduzir constitucionalmente o tamanho do governo, como está fazendo o presidente da França, Emmanuel Macron. No Brasil, o “interesse corporativo” mais forte e mais deletério vem de representantes eleitos, que trabalham mais para a perpetuação no poder do que pelos interesses de seus representados. Tentar repensar ou reinventar o Brasil sem mudar isso não vai adiantar muito. O contribuinte não aguenta carregar o peso da máquina pública e esta não faz senão inventar novos “abusos”, que depois defende com unhas e dentes como “direitos” adquiridos. Que os políticos sejam forçados a devolver o Brasil aos brasileiros. Do jeito que está não há contribuinte que aguente!

domingo, 1 de janeiro de 2017

FELIZ 2018

(No Estadão impresso, domingo, 1.01.2017)
ANO-NOVO
O ano de 2016 já passou. Ufa! Foi um ano difícil, de muita intranquilidade, com emoções à flor da pele. E como tudo passa e o tempo não espera, 2017 está se iniciando com sua carga de esperança e insegurança. Mas o essencial vai depender de nós e da seriedade para enfrentarmos o período difícil atual. Será que nossos políticos estão conscientes do importante papel que têm na correção de rumo para a recuperação do País? Será que vai prevalecer o bom senso do interesse nacional sobre as improvisações e o jeitinho do corporativismo? Será que, unidos, vamos assumir com coragem os sacrifícios necessários para pôr a casa em ordem, depois de mais de 13 anos de gestões irresponsáveis, demagógicas e populistas? O trabalho mais duro tem de ser feito em 2017, pois 2018 será ano de eleição. Não podemos continuar nessa toada repetitiva que se tornou o processo judicial: delações premiadas e ações inconsequentes que declaram réus, prendem, soltam, colocam tornozeleiras e as tiram, etc. Chega! Que se punam devidamente os culpados, se passe uma esponja e se comece a trabalhar na reconstrução do Brasil. Se continuarmos carregando o peso do passado, sem definições conclusivas e saneadoras (leis duras contra a impunidade, voto distrital, voto não obrigatório, etc.), dificilmente construiremos um bom futuro. Que 2017 seja o ano da virada de verdade. O Brasil merece um novo ano melhor, ainda que seja somente visando 2018!

terça-feira, 16 de agosto de 2016

AUMENTO DE IMPOSTOS

(No Estadão online, terça-feira, 16.08.2016)
O empresário sr. Abílio Diniz acha que “não subir impostos é contra o País” (“Estadão”, 14/8). Em que país vive o sr. Diniz? Será o Brasil de tantos pobres e trabalhadores que sofrem para sobreviver seu dia a dia? Ou será que ele está no mundo das elites privilegiadas e com folgados orçamentos? Com uma carga tributária de Primeiro Mundo, o governo presta serviços dos mais deficientes ao trabalhador contribuinte. Temos muitos custos e pouquíssimos benefícios pelo que já pagamos de impostos. O sr. Diniz deve sair um pouco de sua “redoma de milionários” e sentir o drama dos que lutam para viver, antes de propor que os impostos devem ser aumentados. Quando chegarem os benefícios, e ainda faltar dinheiro para melhorar as condições do povo, aí, sim, venham nos pedir mais! Por enquanto, procurem reduzir seus gastos e suas mordomias! O povo não está aguentando sustentar este governo cada vez mais inchado e inoperante!

domingo, 7 de agosto de 2016

JOGO INJUSTO

(No Estadão impresso, domingo, 7.08.2016)
ESTADO CONTRA A NAÇÃO
A economia brasileira, nos últimos 13 anos, não tem sido mais do que um jogo de interesses conflitantes, com vencedores e perdedores predeterminados. Os governos lulopetistas, seus políticos e funcionários públicos graduados “amigos do rei” estão sempre dando as cartas e influenciando o resultado a seu favor. Os empreiteiros e os que prestam serviços aos governos federal, estaduais e municipais procuram participar do jogo oferecendo um faturamento extra (geralmente por fora) para garantir contratos e licitações. Os empresários do setor privado, em todos os níveis, lutam para sobreviver dentro da selva de burocracia e pesados impostos. Já o povo, o cidadão que trabalha, paga impostos e sustenta todo esse jogo, só perde na luta pela sobrevivência. Quando vamos acabar com esse jogo injusto? Tudo deveria ser uma questão de “custo/benefício”. Quanto nos custa o governo pelos benefícios que nos oferece? Tentam fazer um ajuste nas contas, mas o Congresso é contra. Assim como são contra todos os sindicatos, funcionalismo público e os que vivem pendurados nas fartas tetas do Tesouro Nacional. O que fazer com esse “monstro” – governo inchado, ineficiente e guloso – que temos de sustentar enquanto insiste em nos devorar? Eles querem mais gastos e estão satisfeitos com a baixa produtividade que oferecem. Nós queremos mais benefícios e uma conta menos onerosa. Como desatar esse nó? Será que o impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff e a ação de um governo interino de velhos políticos vão resolver isso? Dificilmente! Redução de custos e aumento de benefícios só virão com medidas drásticas que cortem na “carne” desse “monstro” em que se transformaram os nossos governos. Quem se candidatará a “peitar” os poderosos interesses e realizar essa grande cirurgia?

quarta-feira, 27 de julho de 2016

PENTE LARGO

(No Estadão impresso, quarta-feira, 27.07.2016)
Nas contas de 2015 do governo Dilma Rousseff o TCU verificou a prática (continuada) de “pedaladas” de R$ 5,63 bilhões com o Banco do Brasil e de R$ 8,04 bilhões com o BNDES, afrontando claramente a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de apurar outras falhas. Se são desvios tão transparentes, o que justifica dar mais 30 dias para Dilma se defender? Onde está a lei? Ou será que, em se tratando de “poderosos”, a lei fica mais tolerante? Enquanto isso, no Brasil das injustiças, qualquer falha do contribuinte, “pente-fino” nele!

terça-feira, 19 de julho de 2016

DIFERENÇAS

(No Estadão online, terça-feira, 19.07.2016)
A "presidenta" Dilma se diz indignada com a revelação pela revista Isto É das mordomias ilegais de sua filha Paula. Indignados estamos nós que pagamos seus gastos absurdos. Que ela veja a fotografia do ex-primeiro ministro da Inglaterra sr. David Cameron carregando uma caixa de sua mudança de 10 Downing Street, para saber como se comporta um político responsável no Primeiro Mundo. Mas aqui não pensam em poupar o dinheiro público. Só em gastar o suado dinheiro do trabalhador. Infelizmente!

sábado, 14 de novembro de 2015

RETROCESSO

(No Estadão online, sexta-feira. 13.11.2015)
O ex-presidente Lula disse sentir “um cheiro de retrocesso na América do Sul”. Também, pudera, com tanta incompetência, tantos gastos perdulários e tanta corrupção, não podia dar outra coisa: uma podridão geral vinda principalmente de Brasília, Caracas e Buenos Aires. Os governos populistas e demagógicos como o do PT já causaram a gangrena em seus países e precisam ser “amputados” o quanto antes. No caso do Brasil, os sacrificados trabalhadores não aguentarão mais três anos.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

ORGULHO DE QUÊ?

(No Estadão impresso, sexta-feira, 23.10.2015)
LULOPETISMO
O ex-presidente Lula pediu aos militantes que voltem a ter orgulho do PT. Orgulho de quê? De ter detonado a Petrobrás, mentido aos brasileiros para ganhar eleição, manipulado as contas do Orçamento nacional para contornar criminosamente a Lei de Responsabilidade Fiscal? De ter deixado a educação, a saúde e a segurança do Brasil caírem a seus níveis mais baixos? De deixar a inflação voltar a destruir nosso poder aquisitivo e o real se desvalorizar ao pior patamar das últimas décadas? Enfim, de nos desgovernar com tal incompetência que logo não caberemos mais no Brics e passaremos a fazer parte do Cabbev: Cuba, Argentina, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela? Os governos petistas só nos deram vergonha, não orgulho. Fora, incomPeTência! Que venha logo um governo sério, que pense no Brasil, e não só na perpetuação no poder!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O JOGO VAI CONTINUAR

(No Estadão online, sexta-feira, 16.10.2015)
No Brasil, “país do faz de conta”, quem faz as contas (a pagar) é o cidadão honesto e trabalhador. Os políticos e governantes só pensam em fazer o jogo do faz de conta para continuarem recheando suas contas bancárias (no Brasil e no exterior) à custa do trabalho alheio. O voto obrigatório e não distrital é a garantia de que o jogo deles vai continuar. E o povo, coitado, sempre sofrendo essa síndrome como única opção. Só Deus sabe até quando aguentará tantas mentiras e tanta enganação!

domingo, 11 de outubro de 2015

JOGO DAS CADEIRAS

(No Estadão online, domingo, 11.10.2015)
Trinta e nove ministérios viraram trinta e um. Saiu ministro, entrou ministro, houve fusão de ministérios e estão chamando isso de “reforma”. Ninguém sabe o que fez o ministro quando atuou no ministério; ninguém falou por que saiu. Os que foram nomeados, ninguém sabe quais suas qualificações além do partido ao qual pertence. E assim segue o entra e sai de pessoas para acomodar interesses meramente políticos. Quanto aos interesses do Brasil e dos brasileiros que, com sacrifício, pagam a conta, nada se fala. “Governabilidade” é a desculpa dada, mas sabemos que manter o poder e as ricas benesses é a verdadeira razão. E assim continuamos assistindo a este vergonhoso “jogo das cadeiras”, que só atende à politicagem rasteira, e nunca ao Brasil. A luz do fim do túnel, desse jeito, fica cada vez mais longe.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

PORTEIRA FECHADA

(No Estadão online, sexta-feira, 9.10.2015)
Por que será que os novos ministros, ao assumirem no governo Dilma, manifestaram o desejo de ter o ministério com “porteira fechada”? Será que estão sendo nomeados “pro forma”, sem a liberdade de trocar os funcionários indicados pelo PT? Ou seja, Dilma quer trocar o titular e manter os “cumpanheiros” garantidos em seus cargos. Assim, temos uma mudança de “brincadeira”. Uma pergunta que todos os que trabalham e pagam o funcionalismo público devem fazer é: onde está o critério de competência, habilitação e real necessidade do funcionário contratado? A verdade é que o Brasil virou uma grande casa de mãe Joana, onde os que se apossaram do poder (fazendo “o diabo”) se acham no direito de aparelhar e inchar a máquina pública com cupinchas, militantes, parentes e amigos, sem se preocupar com mérito ou competência. E o trabalhador que fique quieto e pague a cada vez mais pesada conta. Até quando?

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

AS CONTAS NÃO BATEM

(No Estadão online, segunda-feira, 31.08.2015)
No laudo de exame financeiro da Polícia Federal do sr. José Dirceu de Oliveira e Silva (no. 1742/2015) foi apurada uma pequena (sic) diferença entre a movimentação financeira esperada e a efetiva: R$ 7,08 milhões para R$ 1,449 milhão. Ou seja, R$ 5,6 milhões de sua renda declarada não transitou por conta corrente, foi em dinheiro vivo. Por que será? Será que “transitou” em malas? Ou talvez, cuecas? O ditado “quem não deve não teme” precisa de outro complementar: “dinheiro limpo transita em conta bancária, o sujo ninguém sabe como”. Este é o Brasil, onde os poderosos são mestres em mutretas, maracutaias e outras formas de tungar o povo honesto e trabalhador! Até quando?

quarta-feira, 22 de julho de 2015

DE ÃO EM ÃO...

(No Estadão online, quarta-feira, 22.07.2015)
Começou com o “mensalão”, depois veio o “petrolão”... Agora estão estourando o “Eletrolão” e o “Bndesão”. O PT não tem escrúpulos nem limite: de milhão em milhão busca a hegemonia enchendo o papo com nosso dinheiro. E de “ão” em “ão” o brasileiro honesto, estarrecido, vê o Brasil indo para o brejo com a herança “supermaldita” desses desgovernos luladilmapetistas. Ninguém merece tanta desgraça!

domingo, 12 de julho de 2015

CALOTE GREGO

No Estadão online, sábado, 11.07.2015)
Como a Grécia, eu também vou consultar minha família para saber se ela quer apertar o cinto e pagar as dívidas que assumí com os bancos. Se minha mulher e filhos não quiserem fazer economia, cortar luxos e viagens, vou negociar novas condições ou ameaçar o não pagamento. Sr. Alexis Tsipras está tentando esta jogada! Será que vai funcionar? E, se funcionar, será que outras nações da União Europeia não vão aproveitar o precedente?

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

TRAGÉDIA EM TRÊS ATOS

(No Estadão impresso, quinta-feira, 19.02.2015)
Discordando dos leitores srs. Edgard Gobbi (Prólogo e epílogo,15/2) e Roberto Twiaschor (Prefácio, epílogo e epitáfio, 17/2), acho que o prefácio de nossa verdadeira tragédia não foi o mensalão, nem seu epílogo se dará com a abertura das caixas-pretas de estatais como o BNDES. No meu entender, o prefácio se deu quando Fernando Henrique Cardoso passou o governo ao Lula (e ao PT) com excessiva cordialidade e sem defender com a devida firmeza as grandes conquistas conseguidas para o Brasil – Plano Real, Lei de Responsabilidade Fiscal, privatizações necessárias etc. Aceitar passivamente a crítica de que entregou uma “herança maldita” foi o prefácio dessa tragédia. O epílogo só poderá ser elaborado quando voltarmos a ter um governo sério, de pessoas responsáveis, que estejam em sintonia com e respeitem as necessidades do povo, prestando contas com transparência de todo dinheiro obtido através de pesados impostos e taxas. Quanto aos epitáfios de Lula e Dilma, deve ser simples: “Aqui jazem os que participaram de um projeto de hegemonia ideológica que afundou o Brasil na lama da corrupção alegando nunca saberem de nada”. Nossa história, infelizmente, já passou de drama e pode ser caracterizada como tragédia grega. Todos sabemos que o fim será muito doloroso e trágico. Só não sabemos ainda quem serão os sacrificados no final: o governo hegemonico aliado à corrupção ou o cidadão honesto, que terá de pagar, sem maiores esperanças, a pesada conta que estão deixando como herança das piores e mais malditas! Os brasileiros conscientes e honestos aguardam, com preocupação, o desfecho nos atos finais e o fechar das cortinas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

BYE BYE, PRÉ-SAL?

(No Estadão impresso, erça-feira, 9.12.2014)
Petróleo cai e Venezuela pede ajuda à Unasul (6/12, A1). Será que o Brasil vai desembolsar o nosso dinheiro para ajudar o "companheiro" Nicolás Maduro? É bem possível. Outro aspecto importante sobre a queda do preço do petróleo é seu impacto no projeto do pré-sal. O governo ainda não se manifestou sobre esse impacto. Todos os técnicos sempre afirmaram que para essa extração ser economicamente viável o preço do barril deveria ser, no mínimo, de US$ 100. Está agora abaixo dos US$ 70. Portanto, todo o oba-oba, toda a discussão sobre como dividir os lucros desse potencial tesouro submerso em águas profundas parece que foi pro espaço. E, além da inviabilidade pelos custos, há o crescente risco de que novas formas de combustíveis mais "limpas" venham a substituir os de origem fóssil, altamente poluentes. Que nos diz a presidente Dilma? Como essa nova situação vai afetar o nosso futuro? E a educação, a saúde e outras áreas que já tinham porcentagens desses ilusórios lucros destinados a elas? Nós, os cidadãos conscientes, aguardamos respostas!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

QUE DIFERENÇA!

(No Estadão impresso, quinta-feira, 9.10.2014)
Quando FHC entregou o comando da Nação a Lula a moeda estava forte, as contas equilibradas e a economia pronta para deslanchar. Depois de 12 anos de PT a situação está totalmente contrária. Tanto assim que o ministro Guido Mantega prevê juros altos, desemprego e recessão caso Aécio Neves chegue à Presidência. Por que será? Será que Mantega está confessando que, preocupado somente com o objetivo eleitoral, o PT tem levantado um "castelo de cartas" com uma base econômica não sustentável no médio e no longo prazos? Minha sugestão ao PSDB e a Aécio Neves é que, logo ao assumir, façam uma completa auditoria revelando à Nação, de forma clara, simples e por todos os meios de comunicação, a verdadeira herança maldita que estão recebendo dos desgovernos petistas. Não vai ser fácil consertar o que elles estão deixando e o povo tem de estar preparado para os sacrifícios que serão inevitáveis para termos um Brasil melhor.

domingo, 8 de setembro de 2013

MENOS SEGREDO, MAIS TRANSPARÊNCIA

(No Estadão online, domingo, 8.09.2013)
Um dos argumentos usados por congressistas para justificar o voto secreto é que, com ele, se evita a "pressão" do Poder Executivo. Que quer dizer isso? Será o conhecido "é apoiando o governo que se recebe ajuda na liberação de verbas"? Ou o jogo do "toma lá dá cá"? O "orçamento impositivo" já foi um passo na direção de liberar o Legislativo desse "jogo". Mas poderão fazer mais. Por que não defendem com mais clareza os projetos apresentados? Por que não mostram os benefícios que esses projetos trariam para o cidadão-contribuinte? Será que também têm fins secretos as verbas pretendidas? Para reduzir muito a corrupção precisaríamos impor a transparência não só nos votos, mas também nos projetos propostos, orçados e executados com o dinheiro público. O que nos falta é mais transparência e controle do dinheiro ganho com o suor do trabalhador. A verdade é que é por trás dos "segredos" e da não transparência de votos e projetos que corre muita corrupção. E isso, infelizmente, é que interessa aos que visam ao enriquecimento, em vez da oportunidade de servir aos seus concidadãos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

LICENÇAS MÉDICAS

(No Estadão impresso, segunda-feira, 20.05.2013)
SENADO
A doença mais séria no Senado - e no Congresso Nacional - não é a "assiduidade" das licenças médicas (18/5, A3), mas a licenciosidade assídua na contratação de funcionários desnecessários e inúteis - "aspones" que pesam em nosso bolso, tirando verbas dos péssimos serviços públicos e causando doença crônica no estressado e sobrecarregado trabalhador brasileiro!