(No Estadão online, sábado, 17.09.2016)
Não confunda o convidado de honra do Supremo Tribunal Federal com o supremo comandante da "propinocracia" federal. Mas, aqui, não há mais confusão. Vergonhosamente, é o mesmo!
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sábado, 17 de setembro de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
'HABEAS CORPUS' NEGADO
(No Estadão online, quarta-feira, 23.03.2016)
Os bons brasileiros, conscientes, honestos e trabalhadores, agradecem a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, que determinou ontem que o “habeas corpus” em favor do ex-presidente Lula não é instrumento adequado para derrubar decisão de ministro da própria Corte. Mais uma porta se fecha para o investigado apedeuta escapar da Operação Lava Jato e do juiz Sérgio Moro. À ilustre ministra Rosa Weber nossos aplausos. De sua rosa ficam as flores e o perfume para os brasileiros de bem; para Lula e sua gangue, felizmente, ficam os espinhos. Neste caso a justiça não tardou nem falhou. Ainda há esperança!
Os bons brasileiros, conscientes, honestos e trabalhadores, agradecem a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, que determinou ontem que o “habeas corpus” em favor do ex-presidente Lula não é instrumento adequado para derrubar decisão de ministro da própria Corte. Mais uma porta se fecha para o investigado apedeuta escapar da Operação Lava Jato e do juiz Sérgio Moro. À ilustre ministra Rosa Weber nossos aplausos. De sua rosa ficam as flores e o perfume para os brasileiros de bem; para Lula e sua gangue, felizmente, ficam os espinhos. Neste caso a justiça não tardou nem falhou. Ainda há esperança!
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domingo, 17 de janeiro de 2016
SALVEM OS TUBARÕES
(No Estadão impresso, domingo, 17.01.2016)
CORRUPÇÃO
Destacados advogados penalistas e constitucionalistas, defensores ricamente pagos por políticos e empreiteiras envolvidos em esquemas bilionários de corrupção, acusam a Operação Lava Jato de desrespeitar “direitos e garantias fundamentais”, assim como sistematicamente “violarem o justo processo”. O que devemos entender com essas acusações é que a lei finalmente está sendo aplicada e os “tubarões” estão sendo descobertos, julgados e devidamente condenados. Para os que sempre foram blindados por uma Justiça capenga e “seletiva”, isso é um absurdo. Para o restante do Brasil, que trabalha e produz, isso representa uma grande esperança. Finalmente, uma operação – e chamada “lava a jato” – está lavando a alma dos honestos, antes tão sacrificados pelos poderosos sem escrúpulos e sem consciência democrática. Será que, apesar de todo esse esforço delles para defender o indefensável, ainda vamos ver o nosso Brasil passado a limpo? Que os “santos Moro e Janot” ouçam as nossas preces e continuem essa importante faxina.
CORRUPÇÃO
Destacados advogados penalistas e constitucionalistas, defensores ricamente pagos por políticos e empreiteiras envolvidos em esquemas bilionários de corrupção, acusam a Operação Lava Jato de desrespeitar “direitos e garantias fundamentais”, assim como sistematicamente “violarem o justo processo”. O que devemos entender com essas acusações é que a lei finalmente está sendo aplicada e os “tubarões” estão sendo descobertos, julgados e devidamente condenados. Para os que sempre foram blindados por uma Justiça capenga e “seletiva”, isso é um absurdo. Para o restante do Brasil, que trabalha e produz, isso representa uma grande esperança. Finalmente, uma operação – e chamada “lava a jato” – está lavando a alma dos honestos, antes tão sacrificados pelos poderosos sem escrúpulos e sem consciência democrática. Será que, apesar de todo esse esforço delles para defender o indefensável, ainda vamos ver o nosso Brasil passado a limpo? Que os “santos Moro e Janot” ouçam as nossas preces e continuem essa importante faxina.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
CADÊ OS EMBARGOS?
(No Estadão online, quinta-feira, 21.11.2013)
Muito se discutiu, muito se debateu, houve elucubrações exaustivas e longos discursos até o voto de minerva do ministro Celso de Mello: foram admitidos pelos ministros do STF os tais embargos infringentes. O que aconteceu com esses embargos? Todos os réus condenados estão sendo recolhidos para o cumprimento de suas sentenças e nenhum advogado de defesa sequer mencionou essa decisão tão monumental, tão amplamente divulgada e ansiosamente acompanhada por todos. O que houve? O que era infringente virou “detergente”, fez muita espuma e bolhas de sabão e depois desapareceu? Ou será que tomou Doril? Não precisam explicar, só gostaria de entender!
Muito se discutiu, muito se debateu, houve elucubrações exaustivas e longos discursos até o voto de minerva do ministro Celso de Mello: foram admitidos pelos ministros do STF os tais embargos infringentes. O que aconteceu com esses embargos? Todos os réus condenados estão sendo recolhidos para o cumprimento de suas sentenças e nenhum advogado de defesa sequer mencionou essa decisão tão monumental, tão amplamente divulgada e ansiosamente acompanhada por todos. O que houve? O que era infringente virou “detergente”, fez muita espuma e bolhas de sabão e depois desapareceu? Ou será que tomou Doril? Não precisam explicar, só gostaria de entender!
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
PRESOS POLÍTICOS?
(No Diário de São Paulo, terça-feira, 19.11.2013)
José Dirceu e José Genoino ambos se declaram "presos políticos". Certamente estão preparando o caminho para, depois de Dilma reeleita, serem perdoados com muitas manifestações de desagravo e uma rica indenização. Quem viver verá!
José Dirceu e José Genoino ambos se declaram "presos políticos". Certamente estão preparando o caminho para, depois de Dilma reeleita, serem perdoados com muitas manifestações de desagravo e uma rica indenização. Quem viver verá!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
DECISÃO
(No Jornal AGORA, SP, quarta-feira, 18.09.2013)
O que vai nos ser servido pelo STF hoje? Piada de salão acompanhada de pizza ou redenção nacional com injeção de orgulho e alegria? O povo, sedento de mais Justiça e menos impunidade, aguarda a decisão anciosamente.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
EXAUSTOS ESTAMOS NÓS
(No Estadão, Folha de S.Paulo e O Globo (RJ), quinta-feira, 12.09.2013)
Se o ministro do STF Gilmar Mendes declara que eles "estão exaustos" com o longo julgamento do mensalão, imagine nós, os cidadãos que pagamos toda essa pantomima e sofremos com a indecisão sobre o bem provado desvio de nosso dinheiro para a compra de votos e perpetuação do PT no poder! Os ministros ganham ricamente para o que fazem. Nós, o povo trabalhador, lutamos para sobreviver numa sociedade cada vez mais injusta e onerosa. Só Deus sabe o quanto estamos cansados desse "circo" de indecisões e chicanas!
Se o ministro do STF Gilmar Mendes declara que eles "estão exaustos" com o longo julgamento do mensalão, imagine nós, os cidadãos que pagamos toda essa pantomima e sofremos com a indecisão sobre o bem provado desvio de nosso dinheiro para a compra de votos e perpetuação do PT no poder! Os ministros ganham ricamente para o que fazem. Nós, o povo trabalhador, lutamos para sobreviver numa sociedade cada vez mais injusta e onerosa. Só Deus sabe o quanto estamos cansados desse "circo" de indecisões e chicanas!
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
O MODELO DA IMPUNIDADE
(No Estadão impresso, sexta-feira, 16.08.2013)
"A corrupção não deve ser politizada (...) não há corrupção melhor ou pior (...) não existe corrupção do PT, do PSDB ou do PMDB. Existe corrupção." Isso o ministro Barroso deixou bem claro. Mas afirmou também que "os episódios recentes são consequência do modelo político-eleitoral". Assim, noves fora, truco! Está tudo justificado. Rasga-se a Constituição, queimam-se os livros jurídicos e se deem boas-vindas à impunidade e à anarquia. Lamentável!
"A corrupção não deve ser politizada (...) não há corrupção melhor ou pior (...) não existe corrupção do PT, do PSDB ou do PMDB. Existe corrupção." Isso o ministro Barroso deixou bem claro. Mas afirmou também que "os episódios recentes são consequência do modelo político-eleitoral". Assim, noves fora, truco! Está tudo justificado. Rasga-se a Constituição, queimam-se os livros jurídicos e se deem boas-vindas à impunidade e à anarquia. Lamentável!
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
VÍRUS DA IMPUNIDADE
(No BOM DIA BAURU – SP, segunda-feira, 17.06.2013)
Será que não importa o que diz a Constituição nem o que determinam as leis? Pelas opiniões subjetivas do novo ministro do STF, Luiz Roberto Barroso, parece que o vírus da impunidade continua forte , o mensalão prestes a virar uma grande "melação".
Será que não importa o que diz a Constituição nem o que determinam as leis? Pelas opiniões subjetivas do novo ministro do STF, Luiz Roberto Barroso, parece que o vírus da impunidade continua forte , o mensalão prestes a virar uma grande "melação".
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terça-feira, 11 de junho de 2013
MENSALÃO
(No Jornal Agora - SP, terça-feira, 11.06.2013)
Será que não importa o que diz a Constituição nem o que determinam as leis? Pelas opiniões do novo ministro do STF, parece que o virus da impunidade continua forte e o mensalão está prestes a virar uma grande melação.
Será que não importa o que diz a Constituição nem o que determinam as leis? Pelas opiniões do novo ministro do STF, parece que o virus da impunidade continua forte e o mensalão está prestes a virar uma grande melação.
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domingo, 12 de agosto de 2012
JULGAMENTO ENROLADO
(No Estadão online, domingo, 12.08.2012)
O julgamento do mensalão no STF está se tornando um festival de advogados tentando "enrolar" na defesa de seus clientes. Os argumentos sempre tocam no supérfluo e nunca chegam no essencial: de onde veio o dinheiro tão fartamente distribuído a companheiros da base aliada. No final de tudo, ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos, mesmo sem garantias normais, foram corretamente elaborados, os valores que circularam em cuecas, malas, e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros, foram "sobras de campanhas", alguns eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém pode ser responsabilizado. Ou seja, insistem em argumentar que o "mensalão" não existiu e todos são inocentes. Parece que o dinheiro mesmo é secundário. Não é! Trata-se de um monstruoso roubo de dinheiro que deveria ser aplicado na saúde, educação, segurança e demais áreas de responsabilidade do governo. O crime em pauta é roubo e deve ser julgado assim!
O julgamento do mensalão no STF está se tornando um festival de advogados tentando "enrolar" na defesa de seus clientes. Os argumentos sempre tocam no supérfluo e nunca chegam no essencial: de onde veio o dinheiro tão fartamente distribuído a companheiros da base aliada. No final de tudo, ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos, mesmo sem garantias normais, foram corretamente elaborados, os valores que circularam em cuecas, malas, e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros, foram "sobras de campanhas", alguns eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém pode ser responsabilizado. Ou seja, insistem em argumentar que o "mensalão" não existiu e todos são inocentes. Parece que o dinheiro mesmo é secundário. Não é! Trata-se de um monstruoso roubo de dinheiro que deveria ser aplicado na saúde, educação, segurança e demais áreas de responsabilidade do governo. O crime em pauta é roubo e deve ser julgado assim!
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
PRENDAM O CASEIRO
(No O Globo, RJ e DESTAK, quinta-feira, 9.08.2012)
Ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos foram corretamente elaborados, o dinheiro encontrado em cuecas, malas e constante nos registros do Coafi e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros não foi ilícito, mas "sobras de campanhas", todos os envolvidos eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém foi responsável. Ou seja, todos são inocentes, já o caseiro...
Ninguém sabia de nada, os contratos de empréstimos foram corretamente elaborados, o dinheiro encontrado em cuecas, malas e constante nos registros do Coafi e retirado dos caixas dos bancos Rural, BMG e outros não foi ilícito, mas "sobras de campanhas", todos os envolvidos eram funcionários "mequetrefes" obedecendo ordens, e ninguém foi responsável. Ou seja, todos são inocentes, já o caseiro...
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
MENSALÃO
(No DESTAK - SP/ABC/CAMPINAS/RIO/BRASILIA/RECIFE, quinta-feira, 2.08.2012 e no GLOBO, RJ sexta-feira, 3.08.2012)
Deveríamos aprender com a lei comum inglesa, constituída por juízes que, nas cortes, aplicam bom senso e conhecimento dos precedentes legais referentes aos fatos apresentados pelas partes. Decisões de cortes superiores estabelecem precedência e são obrigatórias. A lei comum pode sofrer emendas ou ser invalidada somente por decisão do Parlamento. Será que nossos preclaros juízes do Supremo Tribunal Federal vão aplicar lógica e bom senso no processo do mensalão ou vão se enrolar nas pressões políticas e firulas legais criadas para garantir a impunidade de poderosos em nossa república de bananas?
Deveríamos aprender com a lei comum inglesa, constituída por juízes que, nas cortes, aplicam bom senso e conhecimento dos precedentes legais referentes aos fatos apresentados pelas partes. Decisões de cortes superiores estabelecem precedência e são obrigatórias. A lei comum pode sofrer emendas ou ser invalidada somente por decisão do Parlamento. Será que nossos preclaros juízes do Supremo Tribunal Federal vão aplicar lógica e bom senso no processo do mensalão ou vão se enrolar nas pressões políticas e firulas legais criadas para garantir a impunidade de poderosos em nossa república de bananas?
sábado, 17 de abril de 2010
NADA DE DEBOCHE
(No Estadão impresso sábado, 17/04/2010)
Em seus últimos dias na presidência do STF, Gilmar Mendes deu tiro certeiro ao afirmar: "Diante de uma decisão da Justiça Eleitoral impondo uma sanção a certa autoridade, essa autoridade não pode fazer brincadeira, deboche. Essa autoridade, a despeito de sua eventual contrariedade com a decisão, tem o dever de lealdade constitucional." Será que o presidente Lula entendeu? Ou será que se acha acima das leis que regem a Nação? Não seria o caso de o STF e todo o Poder Judiciário deixarem claro a expectativa por uma desculpa formal, para evitar a reincidência e garantir o bom funcionamento de nosso regime republicano? Chega de a popularidade prevalecer sobre o cumprimento da lei.
Em seus últimos dias na presidência do STF, Gilmar Mendes deu tiro certeiro ao afirmar: "Diante de uma decisão da Justiça Eleitoral impondo uma sanção a certa autoridade, essa autoridade não pode fazer brincadeira, deboche. Essa autoridade, a despeito de sua eventual contrariedade com a decisão, tem o dever de lealdade constitucional." Será que o presidente Lula entendeu? Ou será que se acha acima das leis que regem a Nação? Não seria o caso de o STF e todo o Poder Judiciário deixarem claro a expectativa por uma desculpa formal, para evitar a reincidência e garantir o bom funcionamento de nosso regime republicano? Chega de a popularidade prevalecer sobre o cumprimento da lei.
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