No Estadão impresso, quarta-feira, 28.03.2018
MORO NO ‘RODA VIVA’
Excepcional a entrevista do juiz Sergio Moro no programa Roda Viva, da TV Cultura, na segunda-feira. Todas as perguntas formuladas pelos jornalistas foram respondidas com clareza e lógica, demonstrando ter ele um domínio perfeito da legislação aplicada nos processos conduzidos pela Operação Lava Jato. Foi uma verdadeira aula magna sobre essa operação e sua importância para um Brasil mais justo, mais solidário e com menos corrupção, com que sonhamos. Parabéns a todos os envolvidos, por esse momento histórico do nosso telejornalismo.
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terça-feira, 24 de abril de 2018
NÃO SÓ ESPERANÇA
No Estadão online, terça-feira, 24.04.2018
O editorial “Mensagens de esperança” (21/4, A3), como sempre perspicaz e objetivo, sobre as recentes manifestações esperançosas e cautelosas do Exército e Igreja Católica, conclui-se com a reafirmação de que a política é o “único mecanismo capaz de superar democraticamente os agudos impasses nacionais”. Concordo, porém acho que nosso jogo político já está desvirtuado para ser um de cartas marcadas sempre em favor do status quo que resulta na reeleição das mesmas panelinhas, dando continuidade à força aos mesmos caciques de sempre. O povo tem se contentado, infelizmente, com o que reza o ditado: “Mudam-se as moscas, mas a m* continua a mesma”. Essa desesperança terá de ser desfeita. E uma forma direta para conseguir isto poderia ser uma intervenção pontual e branda nas opções de candidatos oferecidas ao eleitor. Em vez de só os partidos políticos definirem quem são seus candidatos, que as Forças Armadas e a Igreja, por meio de assembleia formada para tal fim, façam uma triagem prévia dos mais habilitados, preparados e interessados nos cargos em jogo. E que esses escolham o partido com o qual se aproximem mais, para serem apresentados aos eleitores com o aval dessa assembleia. E também seja feita uma completa revisão das plataformas políticas dos partidos, apresentando-as com clareza e objetividade ao eleitor para consubstanciar melhor seu voto. Creio que com estas medidas poderemos ganhar muito para eliminar um dos mais agudos impasses da política nacional. “A esperança é a última que morre”, dizem. Que possamos resolver esses problemas antes que a desesperança nos vença e nossa frágil democracia morra.
O editorial “Mensagens de esperança” (21/4, A3), como sempre perspicaz e objetivo, sobre as recentes manifestações esperançosas e cautelosas do Exército e Igreja Católica, conclui-se com a reafirmação de que a política é o “único mecanismo capaz de superar democraticamente os agudos impasses nacionais”. Concordo, porém acho que nosso jogo político já está desvirtuado para ser um de cartas marcadas sempre em favor do status quo que resulta na reeleição das mesmas panelinhas, dando continuidade à força aos mesmos caciques de sempre. O povo tem se contentado, infelizmente, com o que reza o ditado: “Mudam-se as moscas, mas a m* continua a mesma”. Essa desesperança terá de ser desfeita. E uma forma direta para conseguir isto poderia ser uma intervenção pontual e branda nas opções de candidatos oferecidas ao eleitor. Em vez de só os partidos políticos definirem quem são seus candidatos, que as Forças Armadas e a Igreja, por meio de assembleia formada para tal fim, façam uma triagem prévia dos mais habilitados, preparados e interessados nos cargos em jogo. E que esses escolham o partido com o qual se aproximem mais, para serem apresentados aos eleitores com o aval dessa assembleia. E também seja feita uma completa revisão das plataformas políticas dos partidos, apresentando-as com clareza e objetividade ao eleitor para consubstanciar melhor seu voto. Creio que com estas medidas poderemos ganhar muito para eliminar um dos mais agudos impasses da política nacional. “A esperança é a última que morre”, dizem. Que possamos resolver esses problemas antes que a desesperança nos vença e nossa frágil democracia morra.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016
A ECONOMIA E O IMPEACHMENT
(No Estadão online, sexta-feira, 12.08.2016)
Entendo que em comunicação "popular" o que parece flutuar (ante o real) seja a moeda estrangeira ("Impeachment faz dólar cair ao menor valor em um ano", 10/8, A1). Mas, na realidade, é o nosso real que está mais forte. Portanto, o reportado devia ser: "O real está no seu valor mais alto frente ao dólar em um ano". Isso graças à nova e mais sensata política econômica do presidente interino Michel Temer e seu ministro Henrique Meirelles. A eles e à excelente equipe econômica, nosso muito obrigado.
Entendo que em comunicação "popular" o que parece flutuar (ante o real) seja a moeda estrangeira ("Impeachment faz dólar cair ao menor valor em um ano", 10/8, A1). Mas, na realidade, é o nosso real que está mais forte. Portanto, o reportado devia ser: "O real está no seu valor mais alto frente ao dólar em um ano". Isso graças à nova e mais sensata política econômica do presidente interino Michel Temer e seu ministro Henrique Meirelles. A eles e à excelente equipe econômica, nosso muito obrigado.
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domingo, 7 de agosto de 2016
JOGO INJUSTO
(No Estadão impresso, domingo, 7.08.2016)
ESTADO CONTRA A NAÇÃO
A economia brasileira, nos últimos 13 anos, não tem sido mais do que um jogo de interesses conflitantes, com vencedores e perdedores predeterminados. Os governos lulopetistas, seus políticos e funcionários públicos graduados “amigos do rei” estão sempre dando as cartas e influenciando o resultado a seu favor. Os empreiteiros e os que prestam serviços aos governos federal, estaduais e municipais procuram participar do jogo oferecendo um faturamento extra (geralmente por fora) para garantir contratos e licitações. Os empresários do setor privado, em todos os níveis, lutam para sobreviver dentro da selva de burocracia e pesados impostos. Já o povo, o cidadão que trabalha, paga impostos e sustenta todo esse jogo, só perde na luta pela sobrevivência. Quando vamos acabar com esse jogo injusto? Tudo deveria ser uma questão de “custo/benefício”. Quanto nos custa o governo pelos benefícios que nos oferece? Tentam fazer um ajuste nas contas, mas o Congresso é contra. Assim como são contra todos os sindicatos, funcionalismo público e os que vivem pendurados nas fartas tetas do Tesouro Nacional. O que fazer com esse “monstro” – governo inchado, ineficiente e guloso – que temos de sustentar enquanto insiste em nos devorar? Eles querem mais gastos e estão satisfeitos com a baixa produtividade que oferecem. Nós queremos mais benefícios e uma conta menos onerosa. Como desatar esse nó? Será que o impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff e a ação de um governo interino de velhos políticos vão resolver isso? Dificilmente! Redução de custos e aumento de benefícios só virão com medidas drásticas que cortem na “carne” desse “monstro” em que se transformaram os nossos governos. Quem se candidatará a “peitar” os poderosos interesses e realizar essa grande cirurgia?
ESTADO CONTRA A NAÇÃO
A economia brasileira, nos últimos 13 anos, não tem sido mais do que um jogo de interesses conflitantes, com vencedores e perdedores predeterminados. Os governos lulopetistas, seus políticos e funcionários públicos graduados “amigos do rei” estão sempre dando as cartas e influenciando o resultado a seu favor. Os empreiteiros e os que prestam serviços aos governos federal, estaduais e municipais procuram participar do jogo oferecendo um faturamento extra (geralmente por fora) para garantir contratos e licitações. Os empresários do setor privado, em todos os níveis, lutam para sobreviver dentro da selva de burocracia e pesados impostos. Já o povo, o cidadão que trabalha, paga impostos e sustenta todo esse jogo, só perde na luta pela sobrevivência. Quando vamos acabar com esse jogo injusto? Tudo deveria ser uma questão de “custo/benefício”. Quanto nos custa o governo pelos benefícios que nos oferece? Tentam fazer um ajuste nas contas, mas o Congresso é contra. Assim como são contra todos os sindicatos, funcionalismo público e os que vivem pendurados nas fartas tetas do Tesouro Nacional. O que fazer com esse “monstro” – governo inchado, ineficiente e guloso – que temos de sustentar enquanto insiste em nos devorar? Eles querem mais gastos e estão satisfeitos com a baixa produtividade que oferecem. Nós queremos mais benefícios e uma conta menos onerosa. Como desatar esse nó? Será que o impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff e a ação de um governo interino de velhos políticos vão resolver isso? Dificilmente! Redução de custos e aumento de benefícios só virão com medidas drásticas que cortem na “carne” desse “monstro” em que se transformaram os nossos governos. Quem se candidatará a “peitar” os poderosos interesses e realizar essa grande cirurgia?
segunda-feira, 16 de maio de 2016
MENSAGEM AOS PETISTAS
(Postado no Facebook em 16.05.2016)
MENSAGEM AOS PETISTAS QUE ATACAM O IMPEACHMENT PELA INTERNET.
O que se chama alguem que usa computador, navega na Internet com Facebook; usa iPhone com WhatsApp, dando dinheiro para grandes empresas como Microsoft e Apple, que usaram capitais de grandes bancos para apoiar empreendedores, que inovaram assumindo grandes riscos, como Bill Gates e Mark Zuckerberg e, por mérito próprio, ficaram bilionários... e vive criticando e demonizando o capitalismo que permitiu esse progresso? Não seria hipócrita? Existe o capitalismo selvagem, com exploração do trabalhador, lucros excessivos e corrupção, e o saudável, com concorrência da economia de mercado, controle de abusos por agências reguladoras e leis anti-truste. Devemos lutar pelo capitalismo responsável que permite o progresso, e não pelo centralismo estatizante, no qual impera o nivelamento por baixo, a corrupção e a incompetência. A receita petista-bolivariana nos levaria ao Terceiro Mundo de uma Venezuela. O capitalismo responsável e controlado nos levará para um Brasil com menos pobreza, mais empregos e melhor qualidade de vida. Qual a melhor opção? Pense bem e seja honesto. Chega de hipocrisia!
MENSAGEM AOS PETISTAS QUE ATACAM O IMPEACHMENT PELA INTERNET.
O que se chama alguem que usa computador, navega na Internet com Facebook; usa iPhone com WhatsApp, dando dinheiro para grandes empresas como Microsoft e Apple, que usaram capitais de grandes bancos para apoiar empreendedores, que inovaram assumindo grandes riscos, como Bill Gates e Mark Zuckerberg e, por mérito próprio, ficaram bilionários... e vive criticando e demonizando o capitalismo que permitiu esse progresso? Não seria hipócrita? Existe o capitalismo selvagem, com exploração do trabalhador, lucros excessivos e corrupção, e o saudável, com concorrência da economia de mercado, controle de abusos por agências reguladoras e leis anti-truste. Devemos lutar pelo capitalismo responsável que permite o progresso, e não pelo centralismo estatizante, no qual impera o nivelamento por baixo, a corrupção e a incompetência. A receita petista-bolivariana nos levaria ao Terceiro Mundo de uma Venezuela. O capitalismo responsável e controlado nos levará para um Brasil com menos pobreza, mais empregos e melhor qualidade de vida. Qual a melhor opção? Pense bem e seja honesto. Chega de hipocrisia!
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domingo, 17 de abril de 2016
SERENIDADE?
(No Estadão online, domingo, 17.04.2016)
Em vídeo divulgado, Lula pediu serenidade aos deputados, com ares de ameaça. A defesa que faz não é a da democracia de todos, mas da hegemonia de seu partido e de sua ideologia. Os petistas é que têm de ficar serenos diante da voz do povo e das leis constitucionais. Fora disso é que é golpe!
Em vídeo divulgado, Lula pediu serenidade aos deputados, com ares de ameaça. A defesa que faz não é a da democracia de todos, mas da hegemonia de seu partido e de sua ideologia. Os petistas é que têm de ficar serenos diante da voz do povo e das leis constitucionais. Fora disso é que é golpe!
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domingo, 17 de janeiro de 2016
SALVEM OS TUBARÕES
(No Estadão impresso, domingo, 17.01.2016)
CORRUPÇÃO
Destacados advogados penalistas e constitucionalistas, defensores ricamente pagos por políticos e empreiteiras envolvidos em esquemas bilionários de corrupção, acusam a Operação Lava Jato de desrespeitar “direitos e garantias fundamentais”, assim como sistematicamente “violarem o justo processo”. O que devemos entender com essas acusações é que a lei finalmente está sendo aplicada e os “tubarões” estão sendo descobertos, julgados e devidamente condenados. Para os que sempre foram blindados por uma Justiça capenga e “seletiva”, isso é um absurdo. Para o restante do Brasil, que trabalha e produz, isso representa uma grande esperança. Finalmente, uma operação – e chamada “lava a jato” – está lavando a alma dos honestos, antes tão sacrificados pelos poderosos sem escrúpulos e sem consciência democrática. Será que, apesar de todo esse esforço delles para defender o indefensável, ainda vamos ver o nosso Brasil passado a limpo? Que os “santos Moro e Janot” ouçam as nossas preces e continuem essa importante faxina.
CORRUPÇÃO
Destacados advogados penalistas e constitucionalistas, defensores ricamente pagos por políticos e empreiteiras envolvidos em esquemas bilionários de corrupção, acusam a Operação Lava Jato de desrespeitar “direitos e garantias fundamentais”, assim como sistematicamente “violarem o justo processo”. O que devemos entender com essas acusações é que a lei finalmente está sendo aplicada e os “tubarões” estão sendo descobertos, julgados e devidamente condenados. Para os que sempre foram blindados por uma Justiça capenga e “seletiva”, isso é um absurdo. Para o restante do Brasil, que trabalha e produz, isso representa uma grande esperança. Finalmente, uma operação – e chamada “lava a jato” – está lavando a alma dos honestos, antes tão sacrificados pelos poderosos sem escrúpulos e sem consciência democrática. Será que, apesar de todo esse esforço delles para defender o indefensável, ainda vamos ver o nosso Brasil passado a limpo? Que os “santos Moro e Janot” ouçam as nossas preces e continuem essa importante faxina.
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
FAROESTE CABOCLO
(No DESTAK - SP/ ABC/ CAMPINAS/ RIO/ BRASÍLIA, quinta-feira, 31.05.2012)
O ministro Gilmar Mendes apontou nosso principal problema: atuam junto ao governo muitos "bandidos", sem o controle de uns poucos mocinhos. Num faroeste americano, o xerife dominava tudo, sempre usando chapéu claro e montando cavalo branco, enquanto os acuados bandidos eram apresentados de escuro. Em nosso faroeste, infelizmente, está cada vez mais difícil distinguir uns dos outros. Todos vestem os mesmos ternos e gravatas e só mudam na atitude. Os que têm acesso ao butim do poder, sendo amigos do rei ou da rainha, enriquecem "misteriosamente" e tentam melar o funcionamento da Justiça; os poucos que deveriam fazer o papel de xerife se omitem na hora de mostrar seus distintivos. Nossa realidade fica parecendo um faroeste-pastelão, com a roubalheira correndo solta diante da ausência de xerife. E o cidadão, indefeso, assiste a tudo, sentindo-se um verdadeiro palhaço.
O ministro Gilmar Mendes apontou nosso principal problema: atuam junto ao governo muitos "bandidos", sem o controle de uns poucos mocinhos. Num faroeste americano, o xerife dominava tudo, sempre usando chapéu claro e montando cavalo branco, enquanto os acuados bandidos eram apresentados de escuro. Em nosso faroeste, infelizmente, está cada vez mais difícil distinguir uns dos outros. Todos vestem os mesmos ternos e gravatas e só mudam na atitude. Os que têm acesso ao butim do poder, sendo amigos do rei ou da rainha, enriquecem "misteriosamente" e tentam melar o funcionamento da Justiça; os poucos que deveriam fazer o papel de xerife se omitem na hora de mostrar seus distintivos. Nossa realidade fica parecendo um faroeste-pastelão, com a roubalheira correndo solta diante da ausência de xerife. E o cidadão, indefeso, assiste a tudo, sentindo-se um verdadeiro palhaço.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
TURISMO POLÍTICO
(No Globo, RJ e DESTAK, Rio / Brasília quarta-feira, 14.09.2011)
O TURISMO DO MINISTRO
Pedro Novais, deputado federal e atual ministro do Turismo do governo Dilma, tem demonstrado ser especializado em "turismo político", ou melhor, desvios éticos em cargos públicos ocupados. Pagou festa em motel com verba do Congresso e, agora, descobre-se que escamoteou o salário de sua governanta, Doralice Bento de Souza, nomeando-a secretária parlamentar da Câmara. Sua justificativa? Ela dava apoio administrativo a ele e outros funcionários. Dá para engolir? Será que não é hora de "faxinar" as lambanças e maracutaias desse ministério, começando pelo titular?
O TURISMO DO MINISTRO
Pedro Novais, deputado federal e atual ministro do Turismo do governo Dilma, tem demonstrado ser especializado em "turismo político", ou melhor, desvios éticos em cargos públicos ocupados. Pagou festa em motel com verba do Congresso e, agora, descobre-se que escamoteou o salário de sua governanta, Doralice Bento de Souza, nomeando-a secretária parlamentar da Câmara. Sua justificativa? Ela dava apoio administrativo a ele e outros funcionários. Dá para engolir? Será que não é hora de "faxinar" as lambanças e maracutaias desse ministério, começando pelo titular?
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
EM RITMO DE FAXINA
(No Globo, RJ e Folha de S. Paulo online, sexta-feira, 19.08.2011)
Wagner Rossi é o quarto ministro a deixar o governo Dilma, em oito meses. É o mais recente que caiu no "turbilhão de denúncias", conforme descrição do deputado Marco Maia. O PT declarou que essa rotatividade não atinge a presidente Dilma. Já quanto a todos os demais brasileiros não se pode dizer o mesmo. Só para exemplificar, o deputado Mendes Ribeiro, indicado para o lugar de Rossi, declarou que vai tentar aprender com seu antecessor. Ou seja, vamos ter de esperar por resultados enquanto ele busca o caminho das pedras. E assim vai nosso Brasil com essas nomeações políticas prejudicando a competência e o planejamento de setores críticos como a agricultura. E o jogo das cadeiras continuará, sob o olhar da presidente, até a música parar nas próximas denúncias. Quem será o próximo ministro a ficar de fora nesse jogo da politicagem menor?
Wagner Rossi é o quarto ministro a deixar o governo Dilma, em oito meses. É o mais recente que caiu no "turbilhão de denúncias", conforme descrição do deputado Marco Maia. O PT declarou que essa rotatividade não atinge a presidente Dilma. Já quanto a todos os demais brasileiros não se pode dizer o mesmo. Só para exemplificar, o deputado Mendes Ribeiro, indicado para o lugar de Rossi, declarou que vai tentar aprender com seu antecessor. Ou seja, vamos ter de esperar por resultados enquanto ele busca o caminho das pedras. E assim vai nosso Brasil com essas nomeações políticas prejudicando a competência e o planejamento de setores críticos como a agricultura. E o jogo das cadeiras continuará, sob o olhar da presidente, até a música parar nas próximas denúncias. Quem será o próximo ministro a ficar de fora nesse jogo da politicagem menor?
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