(No Estadão impresso, quarta-feira, 3.06.2015)
Era uma vez um governo que se dizia “padrão Fifa”. Este atolou, a Fifa desmoronou e seu presidente renunciou. O que houve? Simples: faltou ética e a corrupção predominou!
quarta-feira, 3 de junho de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
PELO VOTO DISTRITAL
(No Estadão impresso, terça-feira, 14.04.2015)
“Passseata sem foco não ata nem desata. O que o Brasil precisa é de voto distrital com ‘recall’ já!”
“Passseata sem foco não ata nem desata. O que o Brasil precisa é de voto distrital com ‘recall’ já!”
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segunda-feira, 6 de abril de 2015
RESPONSABILIDADE APENADA
(No Estadão impresso, segunda-feira, 6.04.2015)
Em vez de se reduzir a maioridade penal de 18 para 16, gostaria de sugerir uma ideia mais compreensiva. Que seja alterada a Constituição com cláusula pétrea tornando adultos por trás de menores (sempre os há), em quaisquer crimes, responsáveis por eles. E iria além: conforme a idade do menor, seriam acrescidos anos à pena do infrator maior. Exemplo: se o menor tiver entre 16 e 18 anos, mais 10 anos; se for menor de 16, mais 20 anos. Assim, creio que bandidos pensariam duas vezes antes de induzirem crianças para seus crimes. Em vez de ser condescendente e facilitar a impunidade, nossas leis deveriam pesar mais nos mais responsáveis.
Em vez de se reduzir a maioridade penal de 18 para 16, gostaria de sugerir uma ideia mais compreensiva. Que seja alterada a Constituição com cláusula pétrea tornando adultos por trás de menores (sempre os há), em quaisquer crimes, responsáveis por eles. E iria além: conforme a idade do menor, seriam acrescidos anos à pena do infrator maior. Exemplo: se o menor tiver entre 16 e 18 anos, mais 10 anos; se for menor de 16, mais 20 anos. Assim, creio que bandidos pensariam duas vezes antes de induzirem crianças para seus crimes. Em vez de ser condescendente e facilitar a impunidade, nossas leis deveriam pesar mais nos mais responsáveis.
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terça-feira, 17 de março de 2015
A VOZ DO POVO
(No Estadão online, terça-feira, 17.03.2015)
Na sexta-feira, 13 de março, manifestações a favor do governo Dilma, financiadas pela CUT e apoiadas pelo PT e PC do B, dando a todos R$ 35 mais condução em luxuosos ônibus e lanches, reuniram cerca de 15 mil sindicalistas, militantes e, até, imigrantes da Guiné. Estes foram pagos para participar das passeatas. Já neste domingo, 15 de março, uma multidão de cidadãos (a Polícia Militar calculando 1.4 milhão) se deslocou, por iniciativa própria e gratuitamente, para locais combinados (Av. Paulista em São Paulo) dando seus gritos de insatisfação com este governo, sua incompetência, tolerânciam com a corrupção e roubalheira de dinheiro público em benefício dos partidos da base. Esperemos que essa forte voz do povo seja ouvida pelos governantes pois, como sabemos, a voz do povo é a voz de Deus!
Na sexta-feira, 13 de março, manifestações a favor do governo Dilma, financiadas pela CUT e apoiadas pelo PT e PC do B, dando a todos R$ 35 mais condução em luxuosos ônibus e lanches, reuniram cerca de 15 mil sindicalistas, militantes e, até, imigrantes da Guiné. Estes foram pagos para participar das passeatas. Já neste domingo, 15 de março, uma multidão de cidadãos (a Polícia Militar calculando 1.4 milhão) se deslocou, por iniciativa própria e gratuitamente, para locais combinados (Av. Paulista em São Paulo) dando seus gritos de insatisfação com este governo, sua incompetência, tolerânciam com a corrupção e roubalheira de dinheiro público em benefício dos partidos da base. Esperemos que essa forte voz do povo seja ouvida pelos governantes pois, como sabemos, a voz do povo é a voz de Deus!
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quarta-feira, 11 de março de 2015
CADÊ A VERGONHA? (2a. versão)
(No Estadão online, terça-feira, 10.03.2015)
No Japão político pego em atos de corrupção, com vergonha, se mata diante de câmeras da TV para, supostamente, limpar com sangue a honra da família. Se o mesmo ocorresse aqui, será que sobraria alguém para apagar as luzes do Congresso? Onde estão a ética, a moral, o brio e a vergonha de nossos (falsos) representantes? Apesar de circularem pela mídia e na Justiça tantas delações, listas e testemunhos de personalidades diretamente envolvidas no desvio de milhões de nosso dinheiro em estatais e empresas públicas, tudo fica no barulho e nas discussões. Infelizmente, parece que com esta gente falta “chá de vergonha” e sobra óleo de peroba. Até quando?
No Japão político pego em atos de corrupção, com vergonha, se mata diante de câmeras da TV para, supostamente, limpar com sangue a honra da família. Se o mesmo ocorresse aqui, será que sobraria alguém para apagar as luzes do Congresso? Onde estão a ética, a moral, o brio e a vergonha de nossos (falsos) representantes? Apesar de circularem pela mídia e na Justiça tantas delações, listas e testemunhos de personalidades diretamente envolvidas no desvio de milhões de nosso dinheiro em estatais e empresas públicas, tudo fica no barulho e nas discussões. Infelizmente, parece que com esta gente falta “chá de vergonha” e sobra óleo de peroba. Até quando?
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segunda-feira, 9 de março de 2015
VERGONHA
(No O Globo impresso, domingo, 8.03.2015)
No Japão, político pego em atos de corrupção, com vergonha, se mata diante de câmeras de TV para, supostamente, limpar com sangue a honra da família. Se o mesmo ocorresse aqui, será que sobraria alguém para apagar as luzes do Congresso Nacional? Onde estão a ética, a moral, o brio e a vergonha de nossos (falsos) representantes? Apesar de haver conhecidas na mídia e na Justiça tantas delações, listas e testemunhos de personalidades diretamente envolvidas no desvio de milhões de nosso dinheiro em estatais e empresas públicas, tudo fica no barulho e nas discussões.
No Japão, político pego em atos de corrupção, com vergonha, se mata diante de câmeras de TV para, supostamente, limpar com sangue a honra da família. Se o mesmo ocorresse aqui, será que sobraria alguém para apagar as luzes do Congresso Nacional? Onde estão a ética, a moral, o brio e a vergonha de nossos (falsos) representantes? Apesar de haver conhecidas na mídia e na Justiça tantas delações, listas e testemunhos de personalidades diretamente envolvidas no desvio de milhões de nosso dinheiro em estatais e empresas públicas, tudo fica no barulho e nas discussões.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
TRAGÉDIA EM TRÊS ATOS
(No Estadão impresso, quinta-feira, 19.02.2015)
Discordando dos leitores srs. Edgard Gobbi (Prólogo e epílogo,15/2) e Roberto Twiaschor (Prefácio, epílogo e epitáfio, 17/2), acho que o prefácio de nossa verdadeira tragédia não foi o mensalão, nem seu epílogo se dará com a abertura das caixas-pretas de estatais como o BNDES. No meu entender, o prefácio se deu quando Fernando Henrique Cardoso passou o governo ao Lula (e ao PT) com excessiva cordialidade e sem defender com a devida firmeza as grandes conquistas conseguidas para o Brasil – Plano Real, Lei de Responsabilidade Fiscal, privatizações necessárias etc. Aceitar passivamente a crítica de que entregou uma “herança maldita” foi o prefácio dessa tragédia. O epílogo só poderá ser elaborado quando voltarmos a ter um governo sério, de pessoas responsáveis, que estejam em sintonia com e respeitem as necessidades do povo, prestando contas com transparência de todo dinheiro obtido através de pesados impostos e taxas. Quanto aos epitáfios de Lula e Dilma, deve ser simples: “Aqui jazem os que participaram de um projeto de hegemonia ideológica que afundou o Brasil na lama da corrupção alegando nunca saberem de nada”. Nossa história, infelizmente, já passou de drama e pode ser caracterizada como tragédia grega. Todos sabemos que o fim será muito doloroso e trágico. Só não sabemos ainda quem serão os sacrificados no final: o governo hegemonico aliado à corrupção ou o cidadão honesto, que terá de pagar, sem maiores esperanças, a pesada conta que estão deixando como herança das piores e mais malditas! Os brasileiros conscientes e honestos aguardam, com preocupação, o desfecho nos atos finais e o fechar das cortinas.
Discordando dos leitores srs. Edgard Gobbi (Prólogo e epílogo,15/2) e Roberto Twiaschor (Prefácio, epílogo e epitáfio, 17/2), acho que o prefácio de nossa verdadeira tragédia não foi o mensalão, nem seu epílogo se dará com a abertura das caixas-pretas de estatais como o BNDES. No meu entender, o prefácio se deu quando Fernando Henrique Cardoso passou o governo ao Lula (e ao PT) com excessiva cordialidade e sem defender com a devida firmeza as grandes conquistas conseguidas para o Brasil – Plano Real, Lei de Responsabilidade Fiscal, privatizações necessárias etc. Aceitar passivamente a crítica de que entregou uma “herança maldita” foi o prefácio dessa tragédia. O epílogo só poderá ser elaborado quando voltarmos a ter um governo sério, de pessoas responsáveis, que estejam em sintonia com e respeitem as necessidades do povo, prestando contas com transparência de todo dinheiro obtido através de pesados impostos e taxas. Quanto aos epitáfios de Lula e Dilma, deve ser simples: “Aqui jazem os que participaram de um projeto de hegemonia ideológica que afundou o Brasil na lama da corrupção alegando nunca saberem de nada”. Nossa história, infelizmente, já passou de drama e pode ser caracterizada como tragédia grega. Todos sabemos que o fim será muito doloroso e trágico. Só não sabemos ainda quem serão os sacrificados no final: o governo hegemonico aliado à corrupção ou o cidadão honesto, que terá de pagar, sem maiores esperanças, a pesada conta que estão deixando como herança das piores e mais malditas! Os brasileiros conscientes e honestos aguardam, com preocupação, o desfecho nos atos finais e o fechar das cortinas.
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