(No Estadão online, sábado, 13.02.2016)
Para petistas, democracia vale... desde que tenha um viés a seu favor. Acham que todos são iguais perante a lei, só que eles são mais iguais. Já Lula, a viva alma mais honesta do Brasil, é sempre mais igual que todos. Qualquer tentativa de aplicar a lei sobre “elle”, por mais provas incriminatórias que apareçam, é uma afronta e um “linchamento” inadmissível dentro de seu conceito (falsamente) democrático. Será que quando Lula recebeu a faixa presidencial de FHC subiu uma fumaça branca da chaminé do Palácio do Planalto? Infelizmente, a fumaça que estamos vendo é bem vermelha e ameaça sufocar todo o Brasil honesto e trabalhador. Que a Justiça de uma democracia verdadeira prevaleça sobre a mentira, a prepotência e as ameaças dos que se preocupam mais com a hegemonia partidária e ideológica do que com o Brasil de todos os brasileiros!
sábado, 13 de fevereiro de 2016
DEMOCRACIA? ORA A DEMOCRACIA
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
'SOMOS TODOS CORRUPTOS?'
(No Estadão online, quarta-feira, 10.02.2016)
Em editorial, o “Estadão” lançou a seguinte pergunta: “Somos todos corruptos?” (6/2, A3). Certamente, o brasileiro em geral não é. No meu entender, o problema é outro e mais preocupante. Aqui, como infelizmente na maioria das nações do Terceiro Mundo, política é um jogo vicioso usado para enriquecer os eleitos, seus familiares, cupinchas e militantes, assim como para manter o controle sobre as benesses e boquinhas criadas sempre em benefício próprio. Os políticos, que deveriam ser nossos representantes na defesa de interesses coletivos, cuidam somente da defesa dos próprios. Este o maior problema. Em muitos países desenvolvidos, por exemplo, vereadores são cidadãos, atuantes e bem-sucedidos em suas profissões, que doam, sem remuneração, algumas horas da semana para cuidarem dos interesses coletivos. São como síndicos. E, geralmente, os políticos de nações desenvolvidas e sérias trabalham e se sacrificam como representantes de sua base eleitoral, pois ganhariam mais atuando na área privada. Dão sua cota para ajudar seu município, Estado ou nação. Esta é a grande diferença. Eles servem ao bem comum, os nossos se servem do bem comum para cuidar de si e dos seus. E essa mentalidade, infelizmente, está tão enraizada que muitos a acham normal e, se um dia chegarem a se eleger a um cargo público, pensam fazer o mesmo. Nós não somos corruptos. Nosso sistema é que corrompe e tem de ser mudado. Mas como fazer esta mudança? Eis o xis da questão!
Em editorial, o “Estadão” lançou a seguinte pergunta: “Somos todos corruptos?” (6/2, A3). Certamente, o brasileiro em geral não é. No meu entender, o problema é outro e mais preocupante. Aqui, como infelizmente na maioria das nações do Terceiro Mundo, política é um jogo vicioso usado para enriquecer os eleitos, seus familiares, cupinchas e militantes, assim como para manter o controle sobre as benesses e boquinhas criadas sempre em benefício próprio. Os políticos, que deveriam ser nossos representantes na defesa de interesses coletivos, cuidam somente da defesa dos próprios. Este o maior problema. Em muitos países desenvolvidos, por exemplo, vereadores são cidadãos, atuantes e bem-sucedidos em suas profissões, que doam, sem remuneração, algumas horas da semana para cuidarem dos interesses coletivos. São como síndicos. E, geralmente, os políticos de nações desenvolvidas e sérias trabalham e se sacrificam como representantes de sua base eleitoral, pois ganhariam mais atuando na área privada. Dão sua cota para ajudar seu município, Estado ou nação. Esta é a grande diferença. Eles servem ao bem comum, os nossos se servem do bem comum para cuidar de si e dos seus. E essa mentalidade, infelizmente, está tão enraizada que muitos a acham normal e, se um dia chegarem a se eleger a um cargo público, pensam fazer o mesmo. Nós não somos corruptos. Nosso sistema é que corrompe e tem de ser mudado. Mas como fazer esta mudança? Eis o xis da questão!
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
'AEDES CORRUPTUS'
(No Estadão online, terça-feira, 2.02.2016)
Preocupante e genial o artigo do sr. José Roberto de Toledo, “O vetor da corrupção” (1/2, A6). Antigamente se dizia que “ou o Brasil acaba com a saúva (formiga) ou a saúva acaba com o Brasil”. O mesmo podemos dizer do novo/velho “mosquito”, revelado neste artigo: ou o Brasil acaba com o “Aedes corruptus” ou o “Aedes corruptus” acaba com o Brasil. Desconfio de que, além dos males causados ao bolso do sacrificado trabalhador/contribuinte brasileiro, o “mosquito” também provoca a “microcefalia” de funcionários públicos que aprovam e controlam a destinação das grandes verbas governamentais. Todos nunca sabem de nada, não viram nada de estranho na explosão desses gastos nem os inexplicáveis aumentos de patrimônio de pessoas envolvidas e seus familiares. Deus nos salve dos “microcéfalos” e desse terrível “mosquito”, que estão arrasando nosso país!
Preocupante e genial o artigo do sr. José Roberto de Toledo, “O vetor da corrupção” (1/2, A6). Antigamente se dizia que “ou o Brasil acaba com a saúva (formiga) ou a saúva acaba com o Brasil”. O mesmo podemos dizer do novo/velho “mosquito”, revelado neste artigo: ou o Brasil acaba com o “Aedes corruptus” ou o “Aedes corruptus” acaba com o Brasil. Desconfio de que, além dos males causados ao bolso do sacrificado trabalhador/contribuinte brasileiro, o “mosquito” também provoca a “microcefalia” de funcionários públicos que aprovam e controlam a destinação das grandes verbas governamentais. Todos nunca sabem de nada, não viram nada de estranho na explosão desses gastos nem os inexplicáveis aumentos de patrimônio de pessoas envolvidas e seus familiares. Deus nos salve dos “microcéfalos” e desse terrível “mosquito”, que estão arrasando nosso país!
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domingo, 17 de janeiro de 2016
SALVEM OS TUBARÕES
(No Estadão impresso, domingo, 17.01.2016)
CORRUPÇÃO
Destacados advogados penalistas e constitucionalistas, defensores ricamente pagos por políticos e empreiteiras envolvidos em esquemas bilionários de corrupção, acusam a Operação Lava Jato de desrespeitar “direitos e garantias fundamentais”, assim como sistematicamente “violarem o justo processo”. O que devemos entender com essas acusações é que a lei finalmente está sendo aplicada e os “tubarões” estão sendo descobertos, julgados e devidamente condenados. Para os que sempre foram blindados por uma Justiça capenga e “seletiva”, isso é um absurdo. Para o restante do Brasil, que trabalha e produz, isso representa uma grande esperança. Finalmente, uma operação – e chamada “lava a jato” – está lavando a alma dos honestos, antes tão sacrificados pelos poderosos sem escrúpulos e sem consciência democrática. Será que, apesar de todo esse esforço delles para defender o indefensável, ainda vamos ver o nosso Brasil passado a limpo? Que os “santos Moro e Janot” ouçam as nossas preces e continuem essa importante faxina.
CORRUPÇÃO
Destacados advogados penalistas e constitucionalistas, defensores ricamente pagos por políticos e empreiteiras envolvidos em esquemas bilionários de corrupção, acusam a Operação Lava Jato de desrespeitar “direitos e garantias fundamentais”, assim como sistematicamente “violarem o justo processo”. O que devemos entender com essas acusações é que a lei finalmente está sendo aplicada e os “tubarões” estão sendo descobertos, julgados e devidamente condenados. Para os que sempre foram blindados por uma Justiça capenga e “seletiva”, isso é um absurdo. Para o restante do Brasil, que trabalha e produz, isso representa uma grande esperança. Finalmente, uma operação – e chamada “lava a jato” – está lavando a alma dos honestos, antes tão sacrificados pelos poderosos sem escrúpulos e sem consciência democrática. Será que, apesar de todo esse esforço delles para defender o indefensável, ainda vamos ver o nosso Brasil passado a limpo? Que os “santos Moro e Janot” ouçam as nossas preces e continuem essa importante faxina.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
SERÁ QUE O CRIME COMPENSA?
(No Estadão online, quinta-feira, 14.01.2016)
Pela Medida Provisória (MP) 703, de 18/12/2015, o governo pretende liberar empresas investigadas por atos de corrupção para continuarem negociando com o poder público, desde que simplesmente prometam não delinquir no futuro. O objetivo é não falir empresas-chave para as condução de obras públicas, evitando o aumento do desemprego. Pelo social, aceitam tudo, inclusive a impunidade. Como um dos brasileiros (a maioria) que foi tungado pelo superfaturamento e desvio de meus impostos, gostaria de sugerir a única solução justa: que seja apurado todo dinheiro surrupiado por esta verdadeira máfia nas últimas décadas, digamos, de 1990 até 2015, e que tudo nos seja devolvido em parcelas mensais, aplicado na construção de escolas, hospitais, no melhor aparelhamento das polícias e da segurança pública, etc. Com uma detalhada e transparente prestação de contas, o cidadão contribuinte poderia controlar e confiar mais naqueles eleitos para (supostamente) defender o dinheiro que suou tanto para ganhar. Acho que só assim teremos a devida justiça, sem falir empresas ou desempregar pessoas. Quando nos roubaram não pensaram duas vezes. Agora, querem leniência e impunidade? Se cedermos, estaremos dando carta branca para continuarem a roubalheira. Seria uma prova de que, aqui, com este fraco governo, o crime compensa. O Brasil não merece isso!
Pela Medida Provisória (MP) 703, de 18/12/2015, o governo pretende liberar empresas investigadas por atos de corrupção para continuarem negociando com o poder público, desde que simplesmente prometam não delinquir no futuro. O objetivo é não falir empresas-chave para as condução de obras públicas, evitando o aumento do desemprego. Pelo social, aceitam tudo, inclusive a impunidade. Como um dos brasileiros (a maioria) que foi tungado pelo superfaturamento e desvio de meus impostos, gostaria de sugerir a única solução justa: que seja apurado todo dinheiro surrupiado por esta verdadeira máfia nas últimas décadas, digamos, de 1990 até 2015, e que tudo nos seja devolvido em parcelas mensais, aplicado na construção de escolas, hospitais, no melhor aparelhamento das polícias e da segurança pública, etc. Com uma detalhada e transparente prestação de contas, o cidadão contribuinte poderia controlar e confiar mais naqueles eleitos para (supostamente) defender o dinheiro que suou tanto para ganhar. Acho que só assim teremos a devida justiça, sem falir empresas ou desempregar pessoas. Quando nos roubaram não pensaram duas vezes. Agora, querem leniência e impunidade? Se cedermos, estaremos dando carta branca para continuarem a roubalheira. Seria uma prova de que, aqui, com este fraco governo, o crime compensa. O Brasil não merece isso!
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domingo, 10 de janeiro de 2016
O AVESSO DO AVESSO
(No Estadão impresso, domingo, 10.01.2016)
Se virarmos a “presidenta” do avesso vamos encontrar o Lula. Se virarmos o ex-presidente do avesso vamos encontrar o PT “lambuzado”. Se virarmos o PT do avesso vamos encontrar a incompetência, a mentira e o atraso. O que elles não enxergam (ou não querem enxergar) é que o Muro de Berlim caiu no final de 1989, reunindo as duas Alemanhas e revelando a grande ilusão do populismo demagógico (ou da ditadura do comunismo). Quando será que o nosso “muro” vai cair? O Brasil que trabalha, produz e sonha não pode esperar mais. Impeachment já!
Se virarmos a “presidenta” do avesso vamos encontrar o Lula. Se virarmos o ex-presidente do avesso vamos encontrar o PT “lambuzado”. Se virarmos o PT do avesso vamos encontrar a incompetência, a mentira e o atraso. O que elles não enxergam (ou não querem enxergar) é que o Muro de Berlim caiu no final de 1989, reunindo as duas Alemanhas e revelando a grande ilusão do populismo demagógico (ou da ditadura do comunismo). Quando será que o nosso “muro” vai cair? O Brasil que trabalha, produz e sonha não pode esperar mais. Impeachment já!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
A PRESIDENTE INDIGNADA
(No Estadao online, sexta-feira, 4.12.2015)
Indignada. senhora presidente? Indignados estamos nós, há muito tempo, com tanta mentira, tanta enganação. Indignados com o verdadeiro estelionato eleitoral cometido na última eleição, quando tendo todos os dados em mãos e sabendo da péssima realidade da economia, a senhora acusou seu adversário, sr. Aécio Neves, de que faria todos os ajustes que, assim que eleita, está tentando fazer (começando com a nomeação do sr. Joaquim Levy para servir de “bode expiatório”). Não se configura isso como “estelionato eleitoral”? Indignados com as enganações orçamentárias chamadas “pedaladas” e com a falta de consequência (até agora) da rejeição de suas contas por unanimidade do Tribunal de Contas da União (TCU), fato inédito na história de nossa República. Indignados com os gastos abusivos em suas viagens, sempre com grandes comitivas e hospedando-se em luxuosos hotéis, não em nossas embaixadas, enquanto discursa sobre a necessidade de apertarmos o cinto e aceitarmos mais impostos, como o CPMF de triste memória. Indignados com os gastos enormes com cartões corporativos, gastos esses na maioria carimbados de “sigilosos” com a desculpa esfarrapada de “segurança nacional”. Como segurança nacional, sra. presidente? O contribuinte, honesto e trabalhador, exige saber como a senhora está gastando o dinheiro recolhido aos cofres da Nação com tanto sacrifício. Queremos transparência total nesses gastos! Temos muito mais para nos indignarmos com seu governo tão atrapalhado e incompetente. Mas, principalmente, queremos iniciativas honestas e objetivas e menos encenação e discursos vazios.
Indignada. senhora presidente? Indignados estamos nós, há muito tempo, com tanta mentira, tanta enganação. Indignados com o verdadeiro estelionato eleitoral cometido na última eleição, quando tendo todos os dados em mãos e sabendo da péssima realidade da economia, a senhora acusou seu adversário, sr. Aécio Neves, de que faria todos os ajustes que, assim que eleita, está tentando fazer (começando com a nomeação do sr. Joaquim Levy para servir de “bode expiatório”). Não se configura isso como “estelionato eleitoral”? Indignados com as enganações orçamentárias chamadas “pedaladas” e com a falta de consequência (até agora) da rejeição de suas contas por unanimidade do Tribunal de Contas da União (TCU), fato inédito na história de nossa República. Indignados com os gastos abusivos em suas viagens, sempre com grandes comitivas e hospedando-se em luxuosos hotéis, não em nossas embaixadas, enquanto discursa sobre a necessidade de apertarmos o cinto e aceitarmos mais impostos, como o CPMF de triste memória. Indignados com os gastos enormes com cartões corporativos, gastos esses na maioria carimbados de “sigilosos” com a desculpa esfarrapada de “segurança nacional”. Como segurança nacional, sra. presidente? O contribuinte, honesto e trabalhador, exige saber como a senhora está gastando o dinheiro recolhido aos cofres da Nação com tanto sacrifício. Queremos transparência total nesses gastos! Temos muito mais para nos indignarmos com seu governo tão atrapalhado e incompetente. Mas, principalmente, queremos iniciativas honestas e objetivas e menos encenação e discursos vazios.
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