(Nos Estadão, Folha de S.Paulo e Globo impressos, terça-feira, 19.03.2013)
Todo ano é a mesma coisa: pessoas pobres e necessitadas morrem ou perdem seus valiosos pertences em enchentes e deslizamentos em áreas de risco, especialmente na região de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro. O que faz o governador Sérgio Cabral, aliado de Dilma? O que fazem os ministros do governo Dilma? O que faz a presidente Dilma? Ah... agora chegou ao limite sua paciência e vai tomar "medidas drásticas"! Por que só agora, sra. presidente? Será influência de sua visita ao papa Francisco?
terça-feira, 19 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
ISENÇÃO DE IMPOSTOS
(No O Globo impresso, quarta-feira, 13.03.2013)
A isenção de impostos federais de produtos da cesta básica é uma boa medida, só que deveria ser feita como parte de um planejamento maior e mais responsável. Isoladamente, e no início de uma precipitada campanha visando à reeleição, a iniciativa fica suspeita. O correto seria, primeiramente, enxugar a máquina governamental, tornando-a mais econômica e eficiente, com redução de seus gastos ao mínimo necessário. Com o dinheiro economizado, mais os R$ 5.5 bilhões que se está abrindo mão neste ano com a isenção, investir-se-ia pesadamente em educação e na melhoria de nossa infraestrutura. Uma vez resolvidos esses problemas urgentes e cruciais, estando o Brasil no caminho firme e saudável para um desenvolvimento sustentável e sem inflação, aí, sim, o governo poderia abrir mão de receitas.
A isenção de impostos federais de produtos da cesta básica é uma boa medida, só que deveria ser feita como parte de um planejamento maior e mais responsável. Isoladamente, e no início de uma precipitada campanha visando à reeleição, a iniciativa fica suspeita. O correto seria, primeiramente, enxugar a máquina governamental, tornando-a mais econômica e eficiente, com redução de seus gastos ao mínimo necessário. Com o dinheiro economizado, mais os R$ 5.5 bilhões que se está abrindo mão neste ano com a isenção, investir-se-ia pesadamente em educação e na melhoria de nossa infraestrutura. Uma vez resolvidos esses problemas urgentes e cruciais, estando o Brasil no caminho firme e saudável para um desenvolvimento sustentável e sem inflação, aí, sim, o governo poderia abrir mão de receitas.
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terça-feira, 12 de março de 2013
CARRO ANTES DOS BOIS
(No Estadão impresso, terça-feira, 12.03.2013)
A isenção de impostos federais em produtos da cesta básica é uma boa medida, só que deveria ser feita como parte de um planejamento maior e mais responsável. Isoladamente, e no início de uma precipitada campanha visando à reeleição, a iniciativa fica altamente suspeita. No meu entender, o correto seria primeiro enxugar o tamanho da máquina governamental, tornando-a mais econômica e eficiente, com redução de seus gastos ao mínimo necessário. Com o dinheiro economizado, mais os R$ 5,5 bilhões, valor de que se está abrindo mão neste ano com a isenção, se investiria pesadamente em educação e na melhoria de nossa infraestrutura. Uma vez resolvidos esses problemas urgentes e cruciais, estando o Brasil no caminho firme e saudável para um desenvolvimento sustentável e sem inflação, aí, sim, o governo poderia abrir mão de receitas. Lembro-me do caso de Puerto Rico, que para se tornar território americano, em 1959, teve de fortalecer sua economia sem ajuda dos EUA. Executou um plano chamado na época de como "levantar a nação pelos cadarços do próprio sapato". Temos de fazer o mesmo. Em vez de tomar decisões isoladas para quebrar galhos pontuais, deveríamos começar resolvendo o nosso maior problema: reduzir o peso e os gastos desnecessários de um governo inchado, perdulário e ineficiente. Assim o progresso viria fácil e o brasileiro que trabalha duro, de forma inteligente e honesta, se sentiria mais digno e realizado. É o Brasil com que sonhamos!
A isenção de impostos federais em produtos da cesta básica é uma boa medida, só que deveria ser feita como parte de um planejamento maior e mais responsável. Isoladamente, e no início de uma precipitada campanha visando à reeleição, a iniciativa fica altamente suspeita. No meu entender, o correto seria primeiro enxugar o tamanho da máquina governamental, tornando-a mais econômica e eficiente, com redução de seus gastos ao mínimo necessário. Com o dinheiro economizado, mais os R$ 5,5 bilhões, valor de que se está abrindo mão neste ano com a isenção, se investiria pesadamente em educação e na melhoria de nossa infraestrutura. Uma vez resolvidos esses problemas urgentes e cruciais, estando o Brasil no caminho firme e saudável para um desenvolvimento sustentável e sem inflação, aí, sim, o governo poderia abrir mão de receitas. Lembro-me do caso de Puerto Rico, que para se tornar território americano, em 1959, teve de fortalecer sua economia sem ajuda dos EUA. Executou um plano chamado na época de como "levantar a nação pelos cadarços do próprio sapato". Temos de fazer o mesmo. Em vez de tomar decisões isoladas para quebrar galhos pontuais, deveríamos começar resolvendo o nosso maior problema: reduzir o peso e os gastos desnecessários de um governo inchado, perdulário e ineficiente. Assim o progresso viria fácil e o brasileiro que trabalha duro, de forma inteligente e honesta, se sentiria mais digno e realizado. É o Brasil com que sonhamos!
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quarta-feira, 6 de março de 2013
COMO O DIABO GOSTA
(No Estadão impresso, quarta-feira, 6.03.2013)
Em vez de gastar tempo
fazendo o diabo para se reeleger, a sra. presidente devia fazer o diabo para
conseguir passar as reformas tão necessárias para o bem do Brasil. Do jeito que
as coisas vão, com inflação despontando, Lei de Responsabilidade Fiscal
desrespeitada, o peso de tantos ministérios inúteis, o custo Brasil disparando e
o PIB(inho) atolando na incompetência, logo, logo o brasileiro trabalhador e
altamente endividado terá de pagar o "mico" comendo o pão que o diabo
amassou!
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sábado, 29 de dezembro de 2012
Apagão ou falha humana?
(No Estadão impresso, sábado, 29.12.2012)
Falha humana?
O consumidor brasileiro, que paga uma energia elétrica das mais caras do mundo, não consegue distinguir entre apagão e falha humana: está no escuro! Mas, seja como for, não deixa de ser um "apagão" de competência e desrespeito a ele, consumidor!
Falha humana?
O consumidor brasileiro, que paga uma energia elétrica das mais caras do mundo, não consegue distinguir entre apagão e falha humana: está no escuro! Mas, seja como for, não deixa de ser um "apagão" de competência e desrespeito a ele, consumidor!
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
"Aonde irá o PT"
(No Estadão impresso, quarta-feira, 26.12.2012)
No excelente artigo de Sergio Fausto Aonde irá o PT? (22/12, A2), sobre a metamorfose nos caminhos do Partido dos Trabalhadores, ele diz: "Coragem cívica anda em falta". Eu diria que coerência e vergonha na cara também!
No excelente artigo de Sergio Fausto Aonde irá o PT? (22/12, A2), sobre a metamorfose nos caminhos do Partido dos Trabalhadores, ele diz: "Coragem cívica anda em falta". Eu diria que coerência e vergonha na cara também!
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
CORRUPÇÃO
(No VALOR ECONÔMICO - SP, terça-feira, 11.12.2012)
Aos poucos o Brasil está se tornando uma nação mais justa. Com a condenação do Carlinhos Cachoeira a 39 anos e 8 meses de prisão a "cachoeira" da corrupção neste país recebe forte sinalização para secar, e a figura do "Carlinhos" passará a ser a do cidadão Carlos Augusto de Almeida Ramos, sujeito às exigências da lei como qualquer outro.
Aos poucos o Brasil está se tornando uma nação mais justa. Com a condenação do Carlinhos Cachoeira a 39 anos e 8 meses de prisão a "cachoeira" da corrupção neste país recebe forte sinalização para secar, e a figura do "Carlinhos" passará a ser a do cidadão Carlos Augusto de Almeida Ramos, sujeito às exigências da lei como qualquer outro.
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