Mostrando postagens com marcador Inchaço da máquina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inchaço da máquina. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

UM PROBLEMA A RESOLVER

(No Estadão impresso, segunda-feira, 31.12.2018)
O dr. Modesto Carvalhosa pôs todos os pingos nos is quando afirmou que “só a quebra da estabilidade geral e irrestrita, acompanhada da isonomia previdenciária entre os setores público e privado, é que pode diminuir o déficit público e estabelecer o equilíbrio fiscal”. Fora isso, vamos continuar enxugando gelo. Acrescento que cada novo governo emprega seus militantes, cupinchas e agregados em cargos públicos, inchando ainda mais a máquina. Não há trabalhador/contribuinte que aguente tanto peso “morto”! Parabéns ao dr. Carvalhosa, o xis do problema está claro. Será que acharemos uma solução?

terça-feira, 11 de julho de 2017

DEVOLVAM O BRASIL aos brasileiros

DEVOLVAM O BRASIL...
... aos brasileiros!
Está absolutamente certo o sr. Pedro S. Malan quando, no artigo Entre o inconcebível e o inevitável (9/7, A2), diz ser “inevitável repensar e reinventar o Estado brasileiro”. E que o Brasil “não tem alternativa se deseja crescer de forma sustentada a taxas mais elevadas, com justiça social, estabilidade macroeconômica e menos ineficiência em seu setor público”. Mas conclui: “Não é fácil. Nunca foi. Nunca será”. Para enfrentar os “interesses corporativos longamente constituídos” sugir campanha deixando clara a diferença entre direito adquirido e “abuso adquirido”, com lei pétrea tornando automaticamente ilegal o que constitui claro abuso. Que seja criada lei para, como na de Responsabilidade Fiscal, incluir limites a quaisquer aumentos, benefícios ou vantagens para o funcionalismo público, de alto a baixo, com total transparência e debate público sobre a necessidade e o custo para o contribuinte. Que seja promovida ampla campanha nacional visando a reduzir constitucionalmente o tamanho do governo, como está fazendo o presidente da França, Emmanuel Macron. No Brasil, o “interesse corporativo” mais forte e mais deletério vem de representantes eleitos, que trabalham mais para a perpetuação no poder do que pelos interesses de seus representados. Tentar repensar ou reinventar o Brasil sem mudar isso não vai adiantar muito. O contribuinte não aguenta carregar o peso da máquina pública e esta não faz senão inventar novos “abusos”, que depois defende com unhas e dentes como “direitos” adquiridos. Que os políticos sejam forçados a devolver o Brasil aos brasileiros. Do jeito que está não há contribuinte que aguente!

domingo, 1 de janeiro de 2017

FELIZ 2018

(No Estadão impresso, domingo, 1.01.2017)
ANO-NOVO
O ano de 2016 já passou. Ufa! Foi um ano difícil, de muita intranquilidade, com emoções à flor da pele. E como tudo passa e o tempo não espera, 2017 está se iniciando com sua carga de esperança e insegurança. Mas o essencial vai depender de nós e da seriedade para enfrentarmos o período difícil atual. Será que nossos políticos estão conscientes do importante papel que têm na correção de rumo para a recuperação do País? Será que vai prevalecer o bom senso do interesse nacional sobre as improvisações e o jeitinho do corporativismo? Será que, unidos, vamos assumir com coragem os sacrifícios necessários para pôr a casa em ordem, depois de mais de 13 anos de gestões irresponsáveis, demagógicas e populistas? O trabalho mais duro tem de ser feito em 2017, pois 2018 será ano de eleição. Não podemos continuar nessa toada repetitiva que se tornou o processo judicial: delações premiadas e ações inconsequentes que declaram réus, prendem, soltam, colocam tornozeleiras e as tiram, etc. Chega! Que se punam devidamente os culpados, se passe uma esponja e se comece a trabalhar na reconstrução do Brasil. Se continuarmos carregando o peso do passado, sem definições conclusivas e saneadoras (leis duras contra a impunidade, voto distrital, voto não obrigatório, etc.), dificilmente construiremos um bom futuro. Que 2017 seja o ano da virada de verdade. O Brasil merece um novo ano melhor, ainda que seja somente visando 2018!

domingo, 7 de agosto de 2016

JOGO INJUSTO

(No Estadão impresso, domingo, 7.08.2016)
ESTADO CONTRA A NAÇÃO
A economia brasileira, nos últimos 13 anos, não tem sido mais do que um jogo de interesses conflitantes, com vencedores e perdedores predeterminados. Os governos lulopetistas, seus políticos e funcionários públicos graduados “amigos do rei” estão sempre dando as cartas e influenciando o resultado a seu favor. Os empreiteiros e os que prestam serviços aos governos federal, estaduais e municipais procuram participar do jogo oferecendo um faturamento extra (geralmente por fora) para garantir contratos e licitações. Os empresários do setor privado, em todos os níveis, lutam para sobreviver dentro da selva de burocracia e pesados impostos. Já o povo, o cidadão que trabalha, paga impostos e sustenta todo esse jogo, só perde na luta pela sobrevivência. Quando vamos acabar com esse jogo injusto? Tudo deveria ser uma questão de “custo/benefício”. Quanto nos custa o governo pelos benefícios que nos oferece? Tentam fazer um ajuste nas contas, mas o Congresso é contra. Assim como são contra todos os sindicatos, funcionalismo público e os que vivem pendurados nas fartas tetas do Tesouro Nacional. O que fazer com esse “monstro” – governo inchado, ineficiente e guloso – que temos de sustentar enquanto insiste em nos devorar? Eles querem mais gastos e estão satisfeitos com a baixa produtividade que oferecem. Nós queremos mais benefícios e uma conta menos onerosa. Como desatar esse nó? Será que o impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff e a ação de um governo interino de velhos políticos vão resolver isso? Dificilmente! Redução de custos e aumento de benefícios só virão com medidas drásticas que cortem na “carne” desse “monstro” em que se transformaram os nossos governos. Quem se candidatará a “peitar” os poderosos interesses e realizar essa grande cirurgia?

quarta-feira, 25 de maio de 2016

REPRESENTAÇÃO

(No Estadão online, quarta-feira, 25.05.2016)
Como criar peixes é “piscicultura” e como pescadores são conhecidos pela arte de alegrar os outros com o engrandecimento de seus feitos (além de cantarolar durante suas atividades pesqueiras), gostaria de sugerir ao presidente Temer que crie um novo ministério: o da Pesca e da Cultura. Assim, agradaria tanto os que pescam em águas claras quanto os que pescam (verbas da Lei Rouanet) em águas turvas. Como ministro, poderia nomear o deputado Tiririca, e assim todos os brasileiros se sentiriam representados.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O JOGO VAI CONTINUAR

(No Estadão online, sexta-feira, 16.10.2015)
No Brasil, “país do faz de conta”, quem faz as contas (a pagar) é o cidadão honesto e trabalhador. Os políticos e governantes só pensam em fazer o jogo do faz de conta para continuarem recheando suas contas bancárias (no Brasil e no exterior) à custa do trabalho alheio. O voto obrigatório e não distrital é a garantia de que o jogo deles vai continuar. E o povo, coitado, sempre sofrendo essa síndrome como única opção. Só Deus sabe até quando aguentará tantas mentiras e tanta enganação!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

PORTEIRA FECHADA

(No Estadão online, sexta-feira, 9.10.2015)
Por que será que os novos ministros, ao assumirem no governo Dilma, manifestaram o desejo de ter o ministério com “porteira fechada”? Será que estão sendo nomeados “pro forma”, sem a liberdade de trocar os funcionários indicados pelo PT? Ou seja, Dilma quer trocar o titular e manter os “cumpanheiros” garantidos em seus cargos. Assim, temos uma mudança de “brincadeira”. Uma pergunta que todos os que trabalham e pagam o funcionalismo público devem fazer é: onde está o critério de competência, habilitação e real necessidade do funcionário contratado? A verdade é que o Brasil virou uma grande casa de mãe Joana, onde os que se apossaram do poder (fazendo “o diabo”) se acham no direito de aparelhar e inchar a máquina pública com cupinchas, militantes, parentes e amigos, sem se preocupar com mérito ou competência. E o trabalhador que fique quieto e pague a cada vez mais pesada conta. Até quando?

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

MAIS UM RECORDE

(No Estadão impresso, terças-feira, 21.01.2014)
O novo Ministério de Dilma terá dez partidos políticos representados. Além dos poucos sempre na mídia - como Guido Mantega, da Fazenda, Gleisi Hof-fmann, da Casa Civil, Alexandre Padilha, da Saúde, e Aloizio Mercadante, da Educação -, pouco se sabe dos demais ministros. Entram e saem ministros e não se tem ideia de seus projetos, o que estão realizando ou realizaram, por que foram escolhidos e por que são substituídos... No desgoverno "lulodilmapetista" não importam competência, conhecimento da área, muito menos projeto e prestação de contas aos cidadãos pagantes. O que vale é o tempo no horário político da próxima campanha eleitoral e os votos necessários para a reeleição. E poder continuar oferecendo "boquinhas" e benesses aos companheiros e a seu partido. Vivemos um governo de irresponsabilidade e inconsequência. Estes, sim, são os recordes que deveriam ser mais revelados e nos preocupar!

sábado, 2 de novembro de 2013

'CONDOMÍNIO' NÃO, ASSALTO

(No Estadão impresso, sábado, 2.11.2013)
Nosso alcaide que me desculpe, mas a única semelhança entre o IPTU que sou forçado a pagar e o condomínio que pago de bom grado é o desembolso anual. O dinheiro que vai para o meu condomínio é bem gasto pelo síndico, controlado pelos condôminos e com detalhada prestação de contas da administradora, enquanto o IPTU é um saco sem fundo, sem retorno e sem prestação de contas. Todo ano o IPTU sofre aumentos acima da inflação e a cidade continua mal iluminada, insegura, suja, com ruas esburacadas e enchentes depois de qualquer chuva mais intensa, etc. Na administração do prédio onde moro se vê o resultado de trabalho e responsabilidade, já na administração da cidade parece que só trabalham quando é para aumentar a própria remuneração, as benesses, a quantidade de "aspones" ou dar nome a viadutos, ruas e praças. No dia em que o IPTU for tão bem utilizado como o meu condomínio, aí, sim, eu o pagarei com "alegria". Do jeito que está, é mais um assalto abusivo ao bolso de todos os sacrificados munícipes!

sábado, 16 de março de 2013

ISENÇÃO DE IMPOSTOS

(No O Globo impresso, quarta-feira, 13.03.2013)
A isenção de impostos federais de produtos da cesta básica é  uma boa medida, só que deveria ser feita como parte de um planejamento maior e mais responsável. Isoladamente, e no início de  uma precipitada campanha visando à reeleição, a iniciativa fica suspeita. O correto seria, primeiramente, enxugar a  máquina governamental, tornando-a mais econômica e eficiente, com redução de seus gastos ao mínimo necessário. Com o dinheiro economizado, mais os R$ 5.5  bilhões que se está abrindo mão neste ano com a isenção, investir-se-ia pesadamente em educação e na melhoria de nossa infraestrutura.  Uma vez resolvidos esses problemas urgentes e cruciais, estando o Brasil no caminho firme e saudável para um desenvolvimento sustentável e sem inflação, aí, sim, o governo poderia abrir mão de receitas.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

PETROBRÁS ESTAGNOU

(No Estadão impresso, quarta-feira, 4.07.2012)
De acordo com reportagem de Sergio Torres e Sabrina Valle (1/7, B1), "a produção nacional de petróleo está estagnada há três anos e desde 2003 a Petrobrás fracassa em atingir as suas metas de extração de petróleo e gás. A origem do problema está na queda de eficiência operacional da Bacia de Campos, a principal do País, responsável pela produção de até 85% do petróleo consumido internamente". Será que foi necessário mudar a presidência da estatal para que essa realidade aparecesse? Porque, na ilusão que nos vendeu o governo Lula, já teríamos atingido a "auto-suficiência" nessa estratégica área há tempos. Agora, sobre toda essa ineficiência estão querendo um reajuste de 15% no preço da gasolina? Acho que, em vez de aumentar o preço, devem melhorar a eficiência operacional nos tais 15%, acabando com o aparelhamento político e deixando a empresa menos inchada e mais produtiva. O brasileiro cansou de pagar caro por um péssimo combustível, enquanto a Petrobrás gasta muito em benesses internas e investe pouco em produção e qualidade.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

QUAL A PORCENTAGEM?

(No Estadão online, quarta-feira, 23.05.2012)
A nossa "presidenta" declarou que estamos 300% preparados para enfrentar os reflexos da crise do Mercado Comum Europeu. Qual seria sua avaliação quanto às crises internas que assolam os brasileiros: a falta de ética, corrupção, educação, saúde, segurança públicas lastimáveis, falta de investimentos em infraestrutura, altos gastos públicos, pesados impostos com pouco ou nenhum retorno para o contribuinte, juros dos mais altos do mundo, dívida interna enorme, baixíssimo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e crescimento do PIB dos mais baixos dos países em desenvolvimento, etc.? Infelizmente, seu governo, seguindo o padrão do de seu antecessor e mentor, tem apresentado muitos discursos, muitos sonhos e projetos populistas, mas tem sido incompetente para enfrentar e resolver nossos principais problemas. Assim, acho que a porcentagem aferida para resolver as muitas crises internas seria ínfima ou mesmo negativa. É uma lástima!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

PRESENTE DE GREGO

(No Estadão online, O Globo e Valor Econômico, segunda-feira, 9.05.2011)
Estão querendo inventar mais dois Estados, com toda a sua estrutura política de governo. Qual a justificativa ninguém sabe, além de se criarem mais cabides de emprego para companheiros. Será que o brasileiro trabalhador, já escorchado com carga fiscal tão pesada, sem retorno, merece esse presente de grego? Vamos todos dizer um contundente não a esse absurdo. Querem um plesbicito? Que tal um para reduzir pela metade o número de vereadores, deputados e senadores? Não fariam a mínima falta e o Brasil, aliviado, agradeceria!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PROBLEMA ESSENCIAL

(No Estadão online, terça-feira, 18/01/2011)
Em novembro de 2010 o Brasil admitiu à ONU estar despreparado para enfrentar tragédias (16/1, A1). Por que será? Quero apontar aqui uma razão que todos conhecem mas pouco ou nada é feito para corrigir. Diante de catástrofes (previsíveis), providências são sempre tomadas após os fatos, e de forma improvisada, porque o dinheiro público é mal gasto e falta competência em todos os níveis de governo. E qual a principal razão disso? Cada nova administração, ao assumir emprega amigos, parentes, militantes, colaboradores, cupinchas, etc., e dá um jeito de torná-los estáveis, ou bem protegidos (blindados por dossiês). Assim, o Brasil tornou-se uma grande e amorfa repartição pública, uma casa de mãe Joana, sugando quase todos os 37% do PIB arrecadados de seus sacrificados trabalhadores para cobrir a pesada folha de pagamento de uma burocracia improdutiva e inepta. Os problemas da infraestrutura nacional sucateada e, agora, sobre o risco de catástrofes naturais, são conhecidos, como fica comprovado no documento de Ivone Maria Valente, da Secretaria Nacional da Defesa Civil. Nossos dirigentes têm as informações dos problemas, mas pouco podem fazer, pois toda a máquina governamental se encontra emperrada pelo peso de um funcionalismo despreparado, das benesses criadas como direitos (abusos) adquiridos, da confusão burocrática que dificulta ou torna impossível o andamento de quaisquer medidas, especialmente as salutares que põem em risco os nichos corporativistas constituídos, etc. Desta maneira o Brasil vai afundando pelo seu "peso morto" - o chamado "custo Brasil" - e governos petistas como o de Lula só fazem piorar a situação. Resumindo: quem trabalha e produz paga cada vez mais imposto para sustentar muitos "aspones", sobrando pouco para atender à infraestrutura nacional e a ações estratégicas e inteligentes como o Plano de Ação de Hyogo, elaborado pela ONU. Enquanto as repartições se encontram abarrotadas de gente (geralmente paletós em cadeiras, para disfarçar), nada é feito para evitar ou, pelo menos, minimizar situações catastróficas e desesperadoras como as que ceifaram tantas vidas inocentes. Enquanto não corrigirmos esse problema essencial, os honestos continuarão trabalhando muito para, diante de fenômenos naturais previsíveis, morrerem na praia, ou melhor dizendo, na lama!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

EU PAGO 10%

(No Estadão online, sexta-feira, 4/06/2010)
Presidente Lula, o senhor defendeu a carga tributária de 38% do PIB dizendo que quem tem 10% ''não tem Estado'', e, deu como comparação os ''Estados Unidos, Alemanha, Suécia e Dinamarca''. Esqueceu de dizer que nesses países o dinheiro arrecadado como impostos retornam na forma de bons serviços públicos, uma infra-estrutura de primeira e muita prestação de contas dos governantes. Será que o senhor já viajou pelas nossas estradas federais? Será que o senhor já precisou de atendimento na rede pública de saúde? Será que seus filhos e netos estão em colégios públicos? Acho que não. Nos países do chamado Primeiro Mundo o Estado funciona, pois é profissional e competente. Aqui, no seu politizado governo, nada funciona. Tudo está a serviço de políticos que foram premiados por benesses, independente de qualificação ou competência. O inchaço da máquina, aparelhado com petistas e aliados, é tão flagrante que até a pré-candidata do PV, sra. Marina Silva, já realçou isto em recente pronunciamento. Nós, contribuintes, não agüentamos mais trabalhar 160 dias de cada ano só para pagar a máquina inchada e improdutiva. Não temos bens e serviços como os dos países mencionados, nem parece que teremos em qualquer tempo no futuro, pois tudo é ''engolido'' pela sua improdutiva máquina. Chega de arrochar o cidadão e nada dar em troca. Eu pago 10% para fechar o Estado como está, pois, pagando 38%, ainda tenho de pagar a maioria dos serviços por fora. Assim, estaria ganhando 28% a mais do que hoje. Essa é nossa triste realidade!

quinta-feira, 25 de março de 2010

SÓ UMA AMOSTRA

(No Estadão online, quinta-feira, 25/03/2010)
Os que se acostumaram com as boquinhas e o inchaço da máquina (que impedem o governo de pagar melhor aos que realmente trabalham e merecem) vão fazer tudo para atrapalhar a campanha de José Serra. O que ocorreu em Franco da Rocha, com a manifestação descabida de 30 supostos integrantes da Apeoesp, é só uma pequena amostra. Aguardem que vem muita anarquia e provocação desses petistas parasitários que tanto nos envergonham e prejudicam perante o Primeiro Mundo.