(No Estadão online, quinta-feira, 27.10.2016)
Mais uma vergonhosa herança: a ex-presidente Dilma Rousseff foi citada oficialmente e agora é ré em ação movida por investidores norte-americanos contra a Petrobrás e dirigentes. Esta ação está sendo conduzida pelo escritório de advocacia Labaton Sucharow, de Providence, Rhode Island, EUA, onde corre o caso. Infelizmente, para nossa "ex-presidenta", lá a Justiça funciona.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
A LÓGICA DA DEMISSÃO
(No Estadão online, quarta-feira, 17.12.2014)
Com tudo o que tem sido veiculado pela Operação Lava Jato, pelas delações de Paulo Roberto Costa e de Alberto Youssef e pelo depoimento da ex-gerente Venina Fonseca, existem somente três explicações, todas conducentes à demissão, imediata e por justa causa, de toda a diretoria da Petrobrás: omissão, incompetência ou conivência. Ou todos os envolvidos (especialmente a presidente Graça Foster) se omitiram em suas obrigações – muitíssimo bem remuneradas, aliás – de investigar e tomar as providências necessárias com os comprovadamente culpados, ou foram incompetentes na contratação e gerenciamento de suas equipes, ou, pior de todas, participaram com conhecimento das falcatruas que estavam sendo cometidas. Cabe à presidente Dilma, que tanto bradou sua não tolerância com a corrupção e sua disposição de punir “doa a quem doer”, tomar as providências cabíveis. Caso não o faça, será por causa das mesmas explicações: omissão, incompetência ou conivência. É questão de lógica!
Com tudo o que tem sido veiculado pela Operação Lava Jato, pelas delações de Paulo Roberto Costa e de Alberto Youssef e pelo depoimento da ex-gerente Venina Fonseca, existem somente três explicações, todas conducentes à demissão, imediata e por justa causa, de toda a diretoria da Petrobrás: omissão, incompetência ou conivência. Ou todos os envolvidos (especialmente a presidente Graça Foster) se omitiram em suas obrigações – muitíssimo bem remuneradas, aliás – de investigar e tomar as providências necessárias com os comprovadamente culpados, ou foram incompetentes na contratação e gerenciamento de suas equipes, ou, pior de todas, participaram com conhecimento das falcatruas que estavam sendo cometidas. Cabe à presidente Dilma, que tanto bradou sua não tolerância com a corrupção e sua disposição de punir “doa a quem doer”, tomar as providências cabíveis. Caso não o faça, será por causa das mesmas explicações: omissão, incompetência ou conivência. É questão de lógica!
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
BYE BYE, PRÉ-SAL?
(No Estadão impresso, erça-feira, 9.12.2014)
Petróleo cai e Venezuela pede ajuda à Unasul (6/12, A1). Será que o Brasil vai desembolsar o nosso dinheiro para ajudar o "companheiro" Nicolás Maduro? É bem possível. Outro aspecto importante sobre a queda do preço do petróleo é seu impacto no projeto do pré-sal. O governo ainda não se manifestou sobre esse impacto. Todos os técnicos sempre afirmaram que para essa extração ser economicamente viável o preço do barril deveria ser, no mínimo, de US$ 100. Está agora abaixo dos US$ 70. Portanto, todo o oba-oba, toda a discussão sobre como dividir os lucros desse potencial tesouro submerso em águas profundas parece que foi pro espaço. E, além da inviabilidade pelos custos, há o crescente risco de que novas formas de combustíveis mais "limpas" venham a substituir os de origem fóssil, altamente poluentes. Que nos diz a presidente Dilma? Como essa nova situação vai afetar o nosso futuro? E a educação, a saúde e outras áreas que já tinham porcentagens desses ilusórios lucros destinados a elas? Nós, os cidadãos conscientes, aguardamos respostas!
Petróleo cai e Venezuela pede ajuda à Unasul (6/12, A1). Será que o Brasil vai desembolsar o nosso dinheiro para ajudar o "companheiro" Nicolás Maduro? É bem possível. Outro aspecto importante sobre a queda do preço do petróleo é seu impacto no projeto do pré-sal. O governo ainda não se manifestou sobre esse impacto. Todos os técnicos sempre afirmaram que para essa extração ser economicamente viável o preço do barril deveria ser, no mínimo, de US$ 100. Está agora abaixo dos US$ 70. Portanto, todo o oba-oba, toda a discussão sobre como dividir os lucros desse potencial tesouro submerso em águas profundas parece que foi pro espaço. E, além da inviabilidade pelos custos, há o crescente risco de que novas formas de combustíveis mais "limpas" venham a substituir os de origem fóssil, altamente poluentes. Que nos diz a presidente Dilma? Como essa nova situação vai afetar o nosso futuro? E a educação, a saúde e outras áreas que já tinham porcentagens desses ilusórios lucros destinados a elas? Nós, os cidadãos conscientes, aguardamos respostas!
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segunda-feira, 7 de abril de 2014
O ESCÂNDALO DILMABRÁS
(No Estadão impresso, segunda-feira, 7.04.2014)
Grandes lances
Dilma e Lula reuniram-se a sós em São Paulo para discutir a crise da Petrobrás. Do que terão tratado de fato? Seriam novas formas de declarar que ela "não sabia de nada"? Impossível, Dilma era ministra do governo Lula e presidente do Conselho de Administração da empresa. Terá sido em quem jogar a culpa, quem serviria de bode expiatório? Como impedir a instalação de CPI ou como transformá-la em mais uma grande pizza, sem perder votos? De qualquer forma, Dilma está numa grande enrascada. Qual será o coelho que Lula tirará da cartola para salvar a pele da "gerentona" que guindou ao posto máximo do governo federal? A novela O Grande Escândalo Dilmabrás está se desenrolando com muitos lances de grande relevância para as eleições de outubro. No capítulo final será revelado quem matou ou não matou Odete Roitman, ops, digo Dilma Vana Rousseff. A audiência tende a crescer até lá. Segurem os assentos!
Grandes lances
Dilma e Lula reuniram-se a sós em São Paulo para discutir a crise da Petrobrás. Do que terão tratado de fato? Seriam novas formas de declarar que ela "não sabia de nada"? Impossível, Dilma era ministra do governo Lula e presidente do Conselho de Administração da empresa. Terá sido em quem jogar a culpa, quem serviria de bode expiatório? Como impedir a instalação de CPI ou como transformá-la em mais uma grande pizza, sem perder votos? De qualquer forma, Dilma está numa grande enrascada. Qual será o coelho que Lula tirará da cartola para salvar a pele da "gerentona" que guindou ao posto máximo do governo federal? A novela O Grande Escândalo Dilmabrás está se desenrolando com muitos lances de grande relevância para as eleições de outubro. No capítulo final será revelado quem matou ou não matou Odete Roitman, ops, digo Dilma Vana Rousseff. A audiência tende a crescer até lá. Segurem os assentos!
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terça-feira, 25 de março de 2014
O PREJUIZO É DO BRASIL
(No Estadão online, terça feira, 25.03.2014)
Para quem trabalha mesmo a Petrobrás? Para seus milhares (ou milhões?) de acionistas brasileiros ou para sr. Albert Frère, o homem mais rico da Bélgica, ou para a Venezuela de Nicolás Maduro? Sr. Frère, dono das empresas Tractebel e Astra Transcor Energy, que doou R$ 300 mil (só o que apareceu na contabilidade oficial) para a campanha de Lula, e que foi um dos patrocinadores do filme "Lula, filho do Brasil" ganhou um lucro de US$ 1,137 bilhão na negociata da refinaria de Pasadena, pois ele havia comprado a mesma um ano antes pela bagatela de US$ 42,5 milhões. Agora descobrimos que a Venezuela, num "contrato de associação", tem 40% da Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, e com nada contribuiu, apesar de a Petrobrás sozinha já ter gasto cerca de US$ 18 bilhões na obra. A dívida da PDVSA, companhia de petróleo venezuelana, simplesmente foi se acumulando. E nós não podemos cobrá-la, nem as multas previstas, pois o contrato definitivo ainda não foi assinado. Êta negócio "pai d’égua"! Os "cumpadres" Lula e Hugo Chávez apertaram as mãos num projeto sugerido por Chávez, a Petrobrás está tocando o projeto sozinha, e os acionistas brasileiros estão sendo explorados pela Venezuela, que vai acabar "negociando" nossos (des)governantes para assumir seus 40% de alguma forma no interesse deles. Esse é o padrão PT de governar, ou nos embrulhar. Que mudem logo o nome da Petrobrás para PetroBel, PetroVen ou PetroPT. Os acionistas da Petrobrás, antes tão sólida e respeitada, não merecem isso. O Brasil não merece um governo tão perdulário!
Para quem trabalha mesmo a Petrobrás? Para seus milhares (ou milhões?) de acionistas brasileiros ou para sr. Albert Frère, o homem mais rico da Bélgica, ou para a Venezuela de Nicolás Maduro? Sr. Frère, dono das empresas Tractebel e Astra Transcor Energy, que doou R$ 300 mil (só o que apareceu na contabilidade oficial) para a campanha de Lula, e que foi um dos patrocinadores do filme "Lula, filho do Brasil" ganhou um lucro de US$ 1,137 bilhão na negociata da refinaria de Pasadena, pois ele havia comprado a mesma um ano antes pela bagatela de US$ 42,5 milhões. Agora descobrimos que a Venezuela, num "contrato de associação", tem 40% da Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, e com nada contribuiu, apesar de a Petrobrás sozinha já ter gasto cerca de US$ 18 bilhões na obra. A dívida da PDVSA, companhia de petróleo venezuelana, simplesmente foi se acumulando. E nós não podemos cobrá-la, nem as multas previstas, pois o contrato definitivo ainda não foi assinado. Êta negócio "pai d’égua"! Os "cumpadres" Lula e Hugo Chávez apertaram as mãos num projeto sugerido por Chávez, a Petrobrás está tocando o projeto sozinha, e os acionistas brasileiros estão sendo explorados pela Venezuela, que vai acabar "negociando" nossos (des)governantes para assumir seus 40% de alguma forma no interesse deles. Esse é o padrão PT de governar, ou nos embrulhar. Que mudem logo o nome da Petrobrás para PetroBel, PetroVen ou PetroPT. Os acionistas da Petrobrás, antes tão sólida e respeitada, não merecem isso. O Brasil não merece um governo tão perdulário!
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segunda-feira, 24 de março de 2014
ARGUMENTOS ABSURDOS
(No Estadão impresso, segunda-feira, 24.03.2014)
Para justificar o valor da compra da refinaria de Pasadena vários petistas e aliados do governo estão argumentando que em 2006, quando ela foi realizada, as vendas e a lucratividade do mercado de petróleo apontavam ter sido um bom negócio para a Petrobrás. Essa linha de argumento é totalmente furada, por várias razões. Considerando que a empresa belga Astra Oil pagou US$ 42,5 milhões por 100% da refinaria um ano antes (informação fácil de apurar em cartórios e jornais da região) e nós pagamos US$ 360 milhões por 50%, de cara pagamos um ágio de 1.600% em 12 meses. O fato de não terem sido levadas em conta as cláusulas Marlim e Put Option é mais um grande absurdo que elevou o prejuízo a US$ 1,137 bilhão. Não há explicação com qualquer sombra de lógica empresarial para isso. Se a Petrobrás tivesse pago o valor justo, mesmo com um ágio de 100%, US$ 85 milhões, porteira fechada, sua lucratividade seria muito maior tanto no mercado em alta como durante a crise. Só podemos achar que muitas maracutaias estão por trás dessa negociata absurda. Que tudo seja apurado com total transparência e, se possível, com o rastreamento de valores depositados em contas particulares e empresas laranjas na época. Que seja instaurada uma CPI já! E que a oposição não deixe essa virar mais uma grande pizza, que, infelizmente, já está sendo antecipada como de sabor Pasadena.
Para justificar o valor da compra da refinaria de Pasadena vários petistas e aliados do governo estão argumentando que em 2006, quando ela foi realizada, as vendas e a lucratividade do mercado de petróleo apontavam ter sido um bom negócio para a Petrobrás. Essa linha de argumento é totalmente furada, por várias razões. Considerando que a empresa belga Astra Oil pagou US$ 42,5 milhões por 100% da refinaria um ano antes (informação fácil de apurar em cartórios e jornais da região) e nós pagamos US$ 360 milhões por 50%, de cara pagamos um ágio de 1.600% em 12 meses. O fato de não terem sido levadas em conta as cláusulas Marlim e Put Option é mais um grande absurdo que elevou o prejuízo a US$ 1,137 bilhão. Não há explicação com qualquer sombra de lógica empresarial para isso. Se a Petrobrás tivesse pago o valor justo, mesmo com um ágio de 100%, US$ 85 milhões, porteira fechada, sua lucratividade seria muito maior tanto no mercado em alta como durante a crise. Só podemos achar que muitas maracutaias estão por trás dessa negociata absurda. Que tudo seja apurado com total transparência e, se possível, com o rastreamento de valores depositados em contas particulares e empresas laranjas na época. Que seja instaurada uma CPI já! E que a oposição não deixe essa virar mais uma grande pizza, que, infelizmente, já está sendo antecipada como de sabor Pasadena.
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
PETROBRÁS ESTAGNOU
(No Estadão impresso, quarta-feira, 4.07.2012)
De acordo com reportagem de Sergio Torres e Sabrina Valle (1/7, B1), "a produção nacional de petróleo está estagnada há três anos e desde 2003 a Petrobrás fracassa em atingir as suas metas de extração de petróleo e gás. A origem do problema está na queda de eficiência operacional da Bacia de Campos, a principal do País, responsável pela produção de até 85% do petróleo consumido internamente". Será que foi necessário mudar a presidência da estatal para que essa realidade aparecesse? Porque, na ilusão que nos vendeu o governo Lula, já teríamos atingido a "auto-suficiência" nessa estratégica área há tempos. Agora, sobre toda essa ineficiência estão querendo um reajuste de 15% no preço da gasolina? Acho que, em vez de aumentar o preço, devem melhorar a eficiência operacional nos tais 15%, acabando com o aparelhamento político e deixando a empresa menos inchada e mais produtiva. O brasileiro cansou de pagar caro por um péssimo combustível, enquanto a Petrobrás gasta muito em benesses internas e investe pouco em produção e qualidade.
De acordo com reportagem de Sergio Torres e Sabrina Valle (1/7, B1), "a produção nacional de petróleo está estagnada há três anos e desde 2003 a Petrobrás fracassa em atingir as suas metas de extração de petróleo e gás. A origem do problema está na queda de eficiência operacional da Bacia de Campos, a principal do País, responsável pela produção de até 85% do petróleo consumido internamente". Será que foi necessário mudar a presidência da estatal para que essa realidade aparecesse? Porque, na ilusão que nos vendeu o governo Lula, já teríamos atingido a "auto-suficiência" nessa estratégica área há tempos. Agora, sobre toda essa ineficiência estão querendo um reajuste de 15% no preço da gasolina? Acho que, em vez de aumentar o preço, devem melhorar a eficiência operacional nos tais 15%, acabando com o aparelhamento político e deixando a empresa menos inchada e mais produtiva. O brasileiro cansou de pagar caro por um péssimo combustível, enquanto a Petrobrás gasta muito em benesses internas e investe pouco em produção e qualidade.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
PETROBRÁS MANIPULADA
(No Estadão impresso, sexta-feira, 29.06.2012)
Após ler os artigos de 27/6 de Celso Ming, Realismo na Petrobrás (B2), e de Rolf Kuntz, A Petrobrás sem Lula (B12), só resta perguntar quando será que o aparelhamento, a ilusão e a complacência serão eliminados da Petrobrás, que era orgulho dos brasileiros e passou a ser, nos últimos nove anos, a manipulada PTroLulabrás? E o que dizem sobre isso seus sacrificados acionistas?
Após ler os artigos de 27/6 de Celso Ming, Realismo na Petrobrás (B2), e de Rolf Kuntz, A Petrobrás sem Lula (B12), só resta perguntar quando será que o aparelhamento, a ilusão e a complacência serão eliminados da Petrobrás, que era orgulho dos brasileiros e passou a ser, nos últimos nove anos, a manipulada PTroLulabrás? E o que dizem sobre isso seus sacrificados acionistas?
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
PETROBRÁS MANIPULADA
(No Estadão online, quarta-feira, 15.02.2012)
O que devem estar pensando os acionistas da Petrobrás, ao saber que nossa gasolina, apesar de ser uma das mais caras do mundo, teve seu preço mantido artificialmente baixo e terá de sofrer reajuste logo, conforme declarou seu ex-presidente Sérgio Gabrielli? E qual a razão disso? De um lado, o governo ter usado o preço da gasolina para controlar a pressão inflacionária; e de outro, por essa estatal ter se transformado num rico cabide de empregos para "companheiros", com folha de pagamento aumentando em 49%, só no último ano. Nessa situação, dá para comprar ações da empresa? Acho que só se arriscarão os incautos ou os que têm acesso a informações privilegiadas (inside information). Por essas e outras, nossa Bolsa de Valores se enfraquece cada vez mais, se tornando uma "banca de cassino", onde o acionista comum corre riscos, enquanto governo e "amigos do poder" ganham. Será essa a forma petista de enfraquecer o capitalismo de mercado? Parece que sim!
O que devem estar pensando os acionistas da Petrobrás, ao saber que nossa gasolina, apesar de ser uma das mais caras do mundo, teve seu preço mantido artificialmente baixo e terá de sofrer reajuste logo, conforme declarou seu ex-presidente Sérgio Gabrielli? E qual a razão disso? De um lado, o governo ter usado o preço da gasolina para controlar a pressão inflacionária; e de outro, por essa estatal ter se transformado num rico cabide de empregos para "companheiros", com folha de pagamento aumentando em 49%, só no último ano. Nessa situação, dá para comprar ações da empresa? Acho que só se arriscarão os incautos ou os que têm acesso a informações privilegiadas (inside information). Por essas e outras, nossa Bolsa de Valores se enfraquece cada vez mais, se tornando uma "banca de cassino", onde o acionista comum corre riscos, enquanto governo e "amigos do poder" ganham. Será essa a forma petista de enfraquecer o capitalismo de mercado? Parece que sim!
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