(No Estadão impresso, segunda-feira, 31.12.2018)
O dr. Modesto Carvalhosa pôs todos os pingos nos is quando afirmou que “só a quebra da estabilidade geral e irrestrita, acompanhada da isonomia previdenciária entre os setores público e privado, é que pode diminuir o déficit público e estabelecer o equilíbrio fiscal”. Fora isso, vamos continuar enxugando gelo. Acrescento que cada novo governo emprega seus militantes, cupinchas e agregados em cargos públicos, inchando ainda mais a máquina. Não há trabalhador/contribuinte que aguente tanto peso “morto”! Parabéns ao dr. Carvalhosa, o xis do problema está claro. Será que acharemos uma solução?
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
terça-feira, 16 de agosto de 2016
AUMENTO DE IMPOSTOS
(No Estadão online, terça-feira, 16.08.2016)
O empresário sr. Abílio Diniz acha que “não subir impostos é contra o País” (“Estadão”, 14/8). Em que país vive o sr. Diniz? Será o Brasil de tantos pobres e trabalhadores que sofrem para sobreviver seu dia a dia? Ou será que ele está no mundo das elites privilegiadas e com folgados orçamentos? Com uma carga tributária de Primeiro Mundo, o governo presta serviços dos mais deficientes ao trabalhador contribuinte. Temos muitos custos e pouquíssimos benefícios pelo que já pagamos de impostos. O sr. Diniz deve sair um pouco de sua “redoma de milionários” e sentir o drama dos que lutam para viver, antes de propor que os impostos devem ser aumentados. Quando chegarem os benefícios, e ainda faltar dinheiro para melhorar as condições do povo, aí, sim, venham nos pedir mais! Por enquanto, procurem reduzir seus gastos e suas mordomias! O povo não está aguentando sustentar este governo cada vez mais inchado e inoperante!
O empresário sr. Abílio Diniz acha que “não subir impostos é contra o País” (“Estadão”, 14/8). Em que país vive o sr. Diniz? Será o Brasil de tantos pobres e trabalhadores que sofrem para sobreviver seu dia a dia? Ou será que ele está no mundo das elites privilegiadas e com folgados orçamentos? Com uma carga tributária de Primeiro Mundo, o governo presta serviços dos mais deficientes ao trabalhador contribuinte. Temos muitos custos e pouquíssimos benefícios pelo que já pagamos de impostos. O sr. Diniz deve sair um pouco de sua “redoma de milionários” e sentir o drama dos que lutam para viver, antes de propor que os impostos devem ser aumentados. Quando chegarem os benefícios, e ainda faltar dinheiro para melhorar as condições do povo, aí, sim, venham nos pedir mais! Por enquanto, procurem reduzir seus gastos e suas mordomias! O povo não está aguentando sustentar este governo cada vez mais inchado e inoperante!
domingo, 7 de agosto de 2016
JOGO INJUSTO
(No Estadão impresso, domingo, 7.08.2016)
ESTADO CONTRA A NAÇÃO
A economia brasileira, nos últimos 13 anos, não tem sido mais do que um jogo de interesses conflitantes, com vencedores e perdedores predeterminados. Os governos lulopetistas, seus políticos e funcionários públicos graduados “amigos do rei” estão sempre dando as cartas e influenciando o resultado a seu favor. Os empreiteiros e os que prestam serviços aos governos federal, estaduais e municipais procuram participar do jogo oferecendo um faturamento extra (geralmente por fora) para garantir contratos e licitações. Os empresários do setor privado, em todos os níveis, lutam para sobreviver dentro da selva de burocracia e pesados impostos. Já o povo, o cidadão que trabalha, paga impostos e sustenta todo esse jogo, só perde na luta pela sobrevivência. Quando vamos acabar com esse jogo injusto? Tudo deveria ser uma questão de “custo/benefício”. Quanto nos custa o governo pelos benefícios que nos oferece? Tentam fazer um ajuste nas contas, mas o Congresso é contra. Assim como são contra todos os sindicatos, funcionalismo público e os que vivem pendurados nas fartas tetas do Tesouro Nacional. O que fazer com esse “monstro” – governo inchado, ineficiente e guloso – que temos de sustentar enquanto insiste em nos devorar? Eles querem mais gastos e estão satisfeitos com a baixa produtividade que oferecem. Nós queremos mais benefícios e uma conta menos onerosa. Como desatar esse nó? Será que o impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff e a ação de um governo interino de velhos políticos vão resolver isso? Dificilmente! Redução de custos e aumento de benefícios só virão com medidas drásticas que cortem na “carne” desse “monstro” em que se transformaram os nossos governos. Quem se candidatará a “peitar” os poderosos interesses e realizar essa grande cirurgia?
ESTADO CONTRA A NAÇÃO
A economia brasileira, nos últimos 13 anos, não tem sido mais do que um jogo de interesses conflitantes, com vencedores e perdedores predeterminados. Os governos lulopetistas, seus políticos e funcionários públicos graduados “amigos do rei” estão sempre dando as cartas e influenciando o resultado a seu favor. Os empreiteiros e os que prestam serviços aos governos federal, estaduais e municipais procuram participar do jogo oferecendo um faturamento extra (geralmente por fora) para garantir contratos e licitações. Os empresários do setor privado, em todos os níveis, lutam para sobreviver dentro da selva de burocracia e pesados impostos. Já o povo, o cidadão que trabalha, paga impostos e sustenta todo esse jogo, só perde na luta pela sobrevivência. Quando vamos acabar com esse jogo injusto? Tudo deveria ser uma questão de “custo/benefício”. Quanto nos custa o governo pelos benefícios que nos oferece? Tentam fazer um ajuste nas contas, mas o Congresso é contra. Assim como são contra todos os sindicatos, funcionalismo público e os que vivem pendurados nas fartas tetas do Tesouro Nacional. O que fazer com esse “monstro” – governo inchado, ineficiente e guloso – que temos de sustentar enquanto insiste em nos devorar? Eles querem mais gastos e estão satisfeitos com a baixa produtividade que oferecem. Nós queremos mais benefícios e uma conta menos onerosa. Como desatar esse nó? Será que o impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff e a ação de um governo interino de velhos políticos vão resolver isso? Dificilmente! Redução de custos e aumento de benefícios só virão com medidas drásticas que cortem na “carne” desse “monstro” em que se transformaram os nossos governos. Quem se candidatará a “peitar” os poderosos interesses e realizar essa grande cirurgia?
sábado, 2 de novembro de 2013
'CONDOMÍNIO' NÃO, ASSALTO
(No Estadão impresso, sábado, 2.11.2013)
Nosso alcaide que me desculpe, mas a única semelhança entre o IPTU que sou forçado a pagar e o condomínio que pago de bom grado é o desembolso anual. O dinheiro que vai para o meu condomínio é bem gasto pelo síndico, controlado pelos condôminos e com detalhada prestação de contas da administradora, enquanto o IPTU é um saco sem fundo, sem retorno e sem prestação de contas. Todo ano o IPTU sofre aumentos acima da inflação e a cidade continua mal iluminada, insegura, suja, com ruas esburacadas e enchentes depois de qualquer chuva mais intensa, etc. Na administração do prédio onde moro se vê o resultado de trabalho e responsabilidade, já na administração da cidade parece que só trabalham quando é para aumentar a própria remuneração, as benesses, a quantidade de "aspones" ou dar nome a viadutos, ruas e praças. No dia em que o IPTU for tão bem utilizado como o meu condomínio, aí, sim, eu o pagarei com "alegria". Do jeito que está, é mais um assalto abusivo ao bolso de todos os sacrificados munícipes!
Nosso alcaide que me desculpe, mas a única semelhança entre o IPTU que sou forçado a pagar e o condomínio que pago de bom grado é o desembolso anual. O dinheiro que vai para o meu condomínio é bem gasto pelo síndico, controlado pelos condôminos e com detalhada prestação de contas da administradora, enquanto o IPTU é um saco sem fundo, sem retorno e sem prestação de contas. Todo ano o IPTU sofre aumentos acima da inflação e a cidade continua mal iluminada, insegura, suja, com ruas esburacadas e enchentes depois de qualquer chuva mais intensa, etc. Na administração do prédio onde moro se vê o resultado de trabalho e responsabilidade, já na administração da cidade parece que só trabalham quando é para aumentar a própria remuneração, as benesses, a quantidade de "aspones" ou dar nome a viadutos, ruas e praças. No dia em que o IPTU for tão bem utilizado como o meu condomínio, aí, sim, eu o pagarei com "alegria". Do jeito que está, é mais um assalto abusivo ao bolso de todos os sacrificados munícipes!
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
BRASIL EMPACADO
(No Estadão impresso, quarta-feira, 18.07.2012)
GOVERNO DILMA
No primeiro semestre as despesas federais aumentaram R$ 40,6 bilhões, quase equivalentes aos recursos reservados para o PAC. Por essas e outras é que o Brasil que trabalha e produz está cada vez mais sufocado com impostos, taxas, tarifas e outros custos embutidos no consumo. Com a inflação se manifestando e as indústrias encolhendo, acho que não haverá "pacote de bondade" federal que desempaque nossa economia. A melhor solução é a apresentada por Arnaldo Jabor em sua excelente coluna As ideias não correspondem mais aos fatos (17/7, D10): é necessário "o enxugamento de um Estado que come a nação, com gastos crescentes, inchado de privilégios e clientelismos. (...) Só um choque de livre empreendimento pode mudar o Brasil". Chega de gastos inúteis, PACs e pacotes! Precisamos de menos governo e mais verbas em educação, saúde, transportes, segurança, etc. Devolvam o Brasil aos brasileiros que trabalham!
GOVERNO DILMA
No primeiro semestre as despesas federais aumentaram R$ 40,6 bilhões, quase equivalentes aos recursos reservados para o PAC. Por essas e outras é que o Brasil que trabalha e produz está cada vez mais sufocado com impostos, taxas, tarifas e outros custos embutidos no consumo. Com a inflação se manifestando e as indústrias encolhendo, acho que não haverá "pacote de bondade" federal que desempaque nossa economia. A melhor solução é a apresentada por Arnaldo Jabor em sua excelente coluna As ideias não correspondem mais aos fatos (17/7, D10): é necessário "o enxugamento de um Estado que come a nação, com gastos crescentes, inchado de privilégios e clientelismos. (...) Só um choque de livre empreendimento pode mudar o Brasil". Chega de gastos inúteis, PACs e pacotes! Precisamos de menos governo e mais verbas em educação, saúde, transportes, segurança, etc. Devolvam o Brasil aos brasileiros que trabalham!
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sábado, 21 de janeiro de 2012
QUANTO CUSTA?
(No Estadão online, quarta-feira, 18.01.2012)
O brasileiro que luta 12 meses por ano para sobreviver com salário apertado e medo de demissão certamente deveria ter o direito de saber quanto custa a "máquina" que mal e mal toca essa nossa República. Algumas questões são: No Executivo, quanto dinheiro sai pelos cartões corporativos (e para que), especialmente o que está sendo sacado em espécie. No Legislativo, o que está sendo desviado através de parentes, ONGs de fachada e obras mal projetadas e executadas nos municípios de suas bases políticas. No Judiciário, o que vem a ser esses "créditos" devidos a magistrados através dos quais eles mesmos se liberam boladas de R$ 400 mil a R$ 1.5 milhão. Devido aos bilhões que têm sido desviado para esses supostos seus "representantes", o povo é forçado a se contentar com estradas esburacadas, hospitais públicos precários, escolas públicas sem a mínima condição de ensino, polícias mal aparelhadas que não conseguem enfrentar os bandidos, e péssima qualidade de vida. Gostaria de saber se a classe política tem noção, escrúpulos e consciência do quanto está sendo sacrificado o trabalhador brasileiro para sustentar sua vida de nababo. Ou será que é querer demais?
O brasileiro que luta 12 meses por ano para sobreviver com salário apertado e medo de demissão certamente deveria ter o direito de saber quanto custa a "máquina" que mal e mal toca essa nossa República. Algumas questões são: No Executivo, quanto dinheiro sai pelos cartões corporativos (e para que), especialmente o que está sendo sacado em espécie. No Legislativo, o que está sendo desviado através de parentes, ONGs de fachada e obras mal projetadas e executadas nos municípios de suas bases políticas. No Judiciário, o que vem a ser esses "créditos" devidos a magistrados através dos quais eles mesmos se liberam boladas de R$ 400 mil a R$ 1.5 milhão. Devido aos bilhões que têm sido desviado para esses supostos seus "representantes", o povo é forçado a se contentar com estradas esburacadas, hospitais públicos precários, escolas públicas sem a mínima condição de ensino, polícias mal aparelhadas que não conseguem enfrentar os bandidos, e péssima qualidade de vida. Gostaria de saber se a classe política tem noção, escrúpulos e consciência do quanto está sendo sacrificado o trabalhador brasileiro para sustentar sua vida de nababo. Ou será que é querer demais?
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
MAIS IMPOSTOS?! NA FOLHA
(Na Folha de S. Paulo, online, terça-feira, 04/10/2011 - 18h09)
Leitor questiona criação de imposto para a área da saúde
DE SÃO PAULO
A presidente Dilma Rousseff afirmou que o povo vai pedir novos impostos para resolver o problema da saúde. Será?
Quem trabalha e produz já tem descontada uma carga tributária das mais altas do mundo (38% do PIB), e vê pouquíssimo retorno.
Servidores da saúde de todo o país participam de manifestação em Brasília
Será que mais impostos vão resolver? Tivemos a extinta CPMF, com desconto de 0,38% em cheques recheando o Tesouro com muitos bilhões, e a saúde em nada melhorou. Por que seria diferente agora?
O que precisamos é que o governo administre melhor os muitos recursos arrecadados em vez de sobrecarregar ainda mais o trabalhador!
Leitor questiona criação de imposto para a área da saúde
DE SÃO PAULO
A presidente Dilma Rousseff afirmou que o povo vai pedir novos impostos para resolver o problema da saúde. Será?
Quem trabalha e produz já tem descontada uma carga tributária das mais altas do mundo (38% do PIB), e vê pouquíssimo retorno.
Servidores da saúde de todo o país participam de manifestação em Brasília
Será que mais impostos vão resolver? Tivemos a extinta CPMF, com desconto de 0,38% em cheques recheando o Tesouro com muitos bilhões, e a saúde em nada melhorou. Por que seria diferente agora?
O que precisamos é que o governo administre melhor os muitos recursos arrecadados em vez de sobrecarregar ainda mais o trabalhador!
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
GOVERNO QUER MAIS IMPOSTOS
(No Estadão online, terça-feira, 27.09.2011)
CLAREZA?
A ministra Ideli Salvatti afirmou que "o governo tem clareza de que precisa de novas fontes para a saúde" (26/9, A1). Nós, os pagadores dos atuais impostos, já vemos a questão com outra "clareza" e questionamos: "o que ganhou a "saúde" com a montanha de dinheiro recolhida pela extinta CPMF de 0.38%"? O que tem feito o governo pela saúde com uma das cargas fiscais mais altas do mundo, quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB)? Quais as providências que estão tomando para que o dinheiro desviado pela corrupção volte para o Tesouro? Por que tantos ministérios, tantas secretarias, se ninguém parece gerenciar bem a aplicação do que já pagamos com tanto sacrifício? Diz a ministra que o governo "colocou o dedo na ferida". Qual ferida, sra. ministra? A ferida nas costas do cidadão que trabalha tanto para pagar uma absurda carga tributária e ainda sobreviver? Ou será a ferida provocada pelo tumor cancerígeno da corrupção que se alastra em ministérios, politicamente loteados para agradar partidos da aliança e companheiros? Temos muitas "feridas" a ser tratadas neste governo. Aplicar mais impostos sobre o trabalhador não é uma solução, mas uma forma de esconder o mal sob bálsamo anestésico. É achar que o povo deva continuar sofrendo as "feridas" que eles criam, e ainda tenha de pagar novos "bálsamos" inventados para encobrir a incompetência no gerenciamento da res pública. Assim não dá!
CLAREZA?
A ministra Ideli Salvatti afirmou que "o governo tem clareza de que precisa de novas fontes para a saúde" (26/9, A1). Nós, os pagadores dos atuais impostos, já vemos a questão com outra "clareza" e questionamos: "o que ganhou a "saúde" com a montanha de dinheiro recolhida pela extinta CPMF de 0.38%"? O que tem feito o governo pela saúde com uma das cargas fiscais mais altas do mundo, quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB)? Quais as providências que estão tomando para que o dinheiro desviado pela corrupção volte para o Tesouro? Por que tantos ministérios, tantas secretarias, se ninguém parece gerenciar bem a aplicação do que já pagamos com tanto sacrifício? Diz a ministra que o governo "colocou o dedo na ferida". Qual ferida, sra. ministra? A ferida nas costas do cidadão que trabalha tanto para pagar uma absurda carga tributária e ainda sobreviver? Ou será a ferida provocada pelo tumor cancerígeno da corrupção que se alastra em ministérios, politicamente loteados para agradar partidos da aliança e companheiros? Temos muitas "feridas" a ser tratadas neste governo. Aplicar mais impostos sobre o trabalhador não é uma solução, mas uma forma de esconder o mal sob bálsamo anestésico. É achar que o povo deva continuar sofrendo as "feridas" que eles criam, e ainda tenha de pagar novos "bálsamos" inventados para encobrir a incompetência no gerenciamento da res pública. Assim não dá!
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