(No Estadão online, sexta-feira, 16.10.2015)
No Brasil, “país do faz de conta”, quem faz as contas (a pagar) é o cidadão honesto e trabalhador. Os políticos e governantes só pensam em fazer o jogo do faz de conta para continuarem recheando suas contas bancárias (no Brasil e no exterior) à custa do trabalho alheio. O voto obrigatório e não distrital é a garantia de que o jogo deles vai continuar. E o povo, coitado, sempre sofrendo essa síndrome como única opção. Só Deus sabe até quando aguentará tantas mentiras e tanta enganação!
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
domingo, 11 de outubro de 2015
JOGO DAS CADEIRAS
(No Estadão online, domingo, 11.10.2015)
Trinta e nove ministérios viraram trinta e um. Saiu ministro, entrou ministro, houve fusão de ministérios e estão chamando isso de “reforma”. Ninguém sabe o que fez o ministro quando atuou no ministério; ninguém falou por que saiu. Os que foram nomeados, ninguém sabe quais suas qualificações além do partido ao qual pertence. E assim segue o entra e sai de pessoas para acomodar interesses meramente políticos. Quanto aos interesses do Brasil e dos brasileiros que, com sacrifício, pagam a conta, nada se fala. “Governabilidade” é a desculpa dada, mas sabemos que manter o poder e as ricas benesses é a verdadeira razão. E assim continuamos assistindo a este vergonhoso “jogo das cadeiras”, que só atende à politicagem rasteira, e nunca ao Brasil. A luz do fim do túnel, desse jeito, fica cada vez mais longe.
Trinta e nove ministérios viraram trinta e um. Saiu ministro, entrou ministro, houve fusão de ministérios e estão chamando isso de “reforma”. Ninguém sabe o que fez o ministro quando atuou no ministério; ninguém falou por que saiu. Os que foram nomeados, ninguém sabe quais suas qualificações além do partido ao qual pertence. E assim segue o entra e sai de pessoas para acomodar interesses meramente políticos. Quanto aos interesses do Brasil e dos brasileiros que, com sacrifício, pagam a conta, nada se fala. “Governabilidade” é a desculpa dada, mas sabemos que manter o poder e as ricas benesses é a verdadeira razão. E assim continuamos assistindo a este vergonhoso “jogo das cadeiras”, que só atende à politicagem rasteira, e nunca ao Brasil. A luz do fim do túnel, desse jeito, fica cada vez mais longe.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015
PORTEIRA FECHADA
(No Estadão online, sexta-feira, 9.10.2015)
Por que será que os novos ministros, ao assumirem no governo Dilma, manifestaram o desejo de ter o ministério com “porteira fechada”? Será que estão sendo nomeados “pro forma”, sem a liberdade de trocar os funcionários indicados pelo PT? Ou seja, Dilma quer trocar o titular e manter os “cumpanheiros” garantidos em seus cargos. Assim, temos uma mudança de “brincadeira”. Uma pergunta que todos os que trabalham e pagam o funcionalismo público devem fazer é: onde está o critério de competência, habilitação e real necessidade do funcionário contratado? A verdade é que o Brasil virou uma grande casa de mãe Joana, onde os que se apossaram do poder (fazendo “o diabo”) se acham no direito de aparelhar e inchar a máquina pública com cupinchas, militantes, parentes e amigos, sem se preocupar com mérito ou competência. E o trabalhador que fique quieto e pague a cada vez mais pesada conta. Até quando?
Por que será que os novos ministros, ao assumirem no governo Dilma, manifestaram o desejo de ter o ministério com “porteira fechada”? Será que estão sendo nomeados “pro forma”, sem a liberdade de trocar os funcionários indicados pelo PT? Ou seja, Dilma quer trocar o titular e manter os “cumpanheiros” garantidos em seus cargos. Assim, temos uma mudança de “brincadeira”. Uma pergunta que todos os que trabalham e pagam o funcionalismo público devem fazer é: onde está o critério de competência, habilitação e real necessidade do funcionário contratado? A verdade é que o Brasil virou uma grande casa de mãe Joana, onde os que se apossaram do poder (fazendo “o diabo”) se acham no direito de aparelhar e inchar a máquina pública com cupinchas, militantes, parentes e amigos, sem se preocupar com mérito ou competência. E o trabalhador que fique quieto e pague a cada vez mais pesada conta. Até quando?
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
LEILÃO
(No Estadão online, sexta-feira, 2.10.2015)
Neste leilão em que se tornou a política brasileira, não há lances nas reformas necessárias, na competência, ou na cobrança de boa e honesta administração do bem público. Só se pensa em manter o poder e controlar as polpudas benesses para privilegiados amigos da rainha. O artigo sendo “leiloado” no momento é impedir o impeachment da presidente. Última oferta? Seis ministérios. Dou-lhe uma, dou-lhe duas... vendido. E o povo trabalhador, cada vez mais estarrecido, que continue sofrendo para pagar as contas deste “leilão” de um Brasil cada vez mais explorado e depreciado.
Neste leilão em que se tornou a política brasileira, não há lances nas reformas necessárias, na competência, ou na cobrança de boa e honesta administração do bem público. Só se pensa em manter o poder e controlar as polpudas benesses para privilegiados amigos da rainha. O artigo sendo “leiloado” no momento é impedir o impeachment da presidente. Última oferta? Seis ministérios. Dou-lhe uma, dou-lhe duas... vendido. E o povo trabalhador, cada vez mais estarrecido, que continue sofrendo para pagar as contas deste “leilão” de um Brasil cada vez mais explorado e depreciado.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2015
AS CONTAS NÃO BATEM
(No Estadão online, segunda-feira, 31.08.2015)
No laudo de exame financeiro da Polícia Federal do sr. José Dirceu de Oliveira e Silva (no. 1742/2015) foi apurada uma pequena (sic) diferença entre a movimentação financeira esperada e a efetiva: R$ 7,08 milhões para R$ 1,449 milhão. Ou seja, R$ 5,6 milhões de sua renda declarada não transitou por conta corrente, foi em dinheiro vivo. Por que será? Será que “transitou” em malas? Ou talvez, cuecas? O ditado “quem não deve não teme” precisa de outro complementar: “dinheiro limpo transita em conta bancária, o sujo ninguém sabe como”. Este é o Brasil, onde os poderosos são mestres em mutretas, maracutaias e outras formas de tungar o povo honesto e trabalhador! Até quando?
No laudo de exame financeiro da Polícia Federal do sr. José Dirceu de Oliveira e Silva (no. 1742/2015) foi apurada uma pequena (sic) diferença entre a movimentação financeira esperada e a efetiva: R$ 7,08 milhões para R$ 1,449 milhão. Ou seja, R$ 5,6 milhões de sua renda declarada não transitou por conta corrente, foi em dinheiro vivo. Por que será? Será que “transitou” em malas? Ou talvez, cuecas? O ditado “quem não deve não teme” precisa de outro complementar: “dinheiro limpo transita em conta bancária, o sujo ninguém sabe como”. Este é o Brasil, onde os poderosos são mestres em mutretas, maracutaias e outras formas de tungar o povo honesto e trabalhador! Até quando?
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terça-feira, 25 de agosto de 2015
RIMA DO ACORDÃO
(No Estadão online, terça-feira, 25.08.2015)
Acordão não deixa de ser um pizzão. Chega de enganação! Ou acorda o Brasil ou continuaremos no pesadelo da ilusão!
Acordão não deixa de ser um pizzão. Chega de enganação! Ou acorda o Brasil ou continuaremos no pesadelo da ilusão!
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015
PACIÊNCIA ZERO
(No Estadão impresso, sexta-feira, 14.08.2015)
Para o brasileiro que tem lutado honestamente para sobreviver, paga contas cada vez mais altas e se preocupa com a crescente possibilidade de ficar desempregado, o ex-presidente Lula lançou um conselho: “Não julguem a Dilma por esses 6 meses”. Seis meses? E os outros 4 anos (2011 – 2014), não contam? E todas as promessas feitas durante a última campanha eleitoral, não contam? O povo já não aguenta esperar mais. Chega de promessas e de ilusões! Que Lula passe seus “conselhos”, primeiro à própria Dilma, para que governe pelo bem de todos, começando por cortar os excessivos gastos públicos. Talvez acertando sua “casa”, ela tenha a credibilidade para pedir mais paciência aos brasileiros já muito sacrificados pela atual crise econômica.
Para o brasileiro que tem lutado honestamente para sobreviver, paga contas cada vez mais altas e se preocupa com a crescente possibilidade de ficar desempregado, o ex-presidente Lula lançou um conselho: “Não julguem a Dilma por esses 6 meses”. Seis meses? E os outros 4 anos (2011 – 2014), não contam? E todas as promessas feitas durante a última campanha eleitoral, não contam? O povo já não aguenta esperar mais. Chega de promessas e de ilusões! Que Lula passe seus “conselhos”, primeiro à própria Dilma, para que governe pelo bem de todos, começando por cortar os excessivos gastos públicos. Talvez acertando sua “casa”, ela tenha a credibilidade para pedir mais paciência aos brasileiros já muito sacrificados pela atual crise econômica.
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