(No Estadão online, sexta-feira, 21.07.2017)
O desrespeito pelos contribuintes (18/7, A3) é uma característica dos políticos socialistas, comunistas e petistas. No governo, acreditam que os bens públicos são arrecadados e colocados à disposição para benefício próprio, e não para serem usados em benefício do cidadão. Não dão importância à prestação de contas e se julgam como privilegiados acima das leis. Com esse dinheiro, pretendem usar todos os meios lícitos e ilícitos para manter a hegemonia no poder. Para eles, desviar os bens públicos de seu objetivo precípuo não é roubo, é um direito que conseguiram pelos votos, não importa por quais meios, mentiras e promessas irrealizáveis. Não levam a sério a democracia. Vivem numa “cleptocracia” criada por eles para sempre favorecê-los. Por essas razões, os ex-presidentes Lula e Dilma acham perfeitamente normal os enormes gastos em viagens visando à autopromoção e a denigrir a imagem do Brasil. Julgam que o dinheiro é deles e não dos contribuintes! Como resolver isso? Minha sugestão é começar por dar total transparência aos gastos com cartões corporativos nas gestões Lula e Dilma. Abrindo essa “caixa preta”, vão sair muitos absurdos, inexplicáveis e contundentes.
Mostrando postagens com marcador honestidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador honestidade. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 21 de julho de 2017
DESRESPEITO
Marcadores:
Abusos,
aparelhamento,
atrazo,
cartão corporativo,
Cartas Estadão,
comunismo,
desperdício,
desvios,
Gastos excessivos,
honestidade,
moralidade,
Roubo
domingo, 27 de novembro de 2016
SABEDORIA
(No Estadão online, domingo, 27.11.2016)
O Brasil precisaria refletir muito sobre a seguinte sabedoria milenar da obra clássica “O Bhagavadgita”. Ela nos mostra o caminho superior de sacrifício que devemos trilhar para sair da lama ética, moral e de bons costumes atual. Diz o Senhor a Arjuna: “Há muito tempo o Senhor dos homens reuniu pessoas dispostas ao sacrifício e disse: ‘Por esse meio vocês se multiplicarão; que seja essa a fonte de sua abundância. Agrade os deuses pelo sacrifício e os deuses retribuirão atendendo aos seus desejos. Somente um ladrão consome o que lhe foi dado como presente sem corresponder aos que lhe fizeram a oferta’” (Capítulo III, vers. 10-12). Pelos filhos, netos e futuras gerações, vamos todos dar nossa cota de sacrifício aos “deuses” brasileiros – os nossos ideais maiores. Eles certamente nos ajudarão a sair desta encruzilhada tão difícil e preocupante em que nos encontramos. Quem tem ouvidos que ouça! Quem tem percepção que entenda!
O Brasil precisaria refletir muito sobre a seguinte sabedoria milenar da obra clássica “O Bhagavadgita”. Ela nos mostra o caminho superior de sacrifício que devemos trilhar para sair da lama ética, moral e de bons costumes atual. Diz o Senhor a Arjuna: “Há muito tempo o Senhor dos homens reuniu pessoas dispostas ao sacrifício e disse: ‘Por esse meio vocês se multiplicarão; que seja essa a fonte de sua abundância. Agrade os deuses pelo sacrifício e os deuses retribuirão atendendo aos seus desejos. Somente um ladrão consome o que lhe foi dado como presente sem corresponder aos que lhe fizeram a oferta’” (Capítulo III, vers. 10-12). Pelos filhos, netos e futuras gerações, vamos todos dar nossa cota de sacrifício aos “deuses” brasileiros – os nossos ideais maiores. Eles certamente nos ajudarão a sair desta encruzilhada tão difícil e preocupante em que nos encontramos. Quem tem ouvidos que ouça! Quem tem percepção que entenda!
Marcadores:
Cartas Estadão,
cidadania,
corporativismo,
corrupção,
crise,
Ética,
Exemplo dos líderes,
honestidade
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
A FORÇA DO EXEMPLO
(No Estadão online, quarta-feira, 2.11.2016)
A distinção e o valor de um povo são determinados em grande parte pelos exemplos de seus líderes. Os bons exemplos, bem entendidos e divulgados, valorizam o tecido nacional e a honradez de seus cidadãos, enquanto os maus exemplos o depreciam. Nas nações do Primeiro Mundo não se perde oportunidade de destacar na mídia e em bancos escolares as boas atuações de seus fundadores e patriarcas, assim como censurar os maus exemplos ocorridos na História. Infelizmente, no Brasil pouco se faz nesse sentido. Até a importante atuação de Ruy Barbosa, conhecido como o Águia de Haia, é depreciada ou esquecida. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua equipe econômica deixaram o Brasil sem inflação, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, importantes programas sociais sob os cuidados de dona Ruth Cardoso, além de privatizações essenciais, como a da Companhia Siderúrgica Nacional e a das telecomunicações, e assistiu a todo esse esforço ser tachado de "herança maldita" pelo seu sucessor. Um bom exemplo, que foi desperdiçado em várias campanhas eleitorais perdidas pelo PSDB. Nos quase 14 anos de governos petistas, sofremos uma série enorme de maus exemplos tanto de Lula quanto de Dilma Rousseff, ambos demonstrando pouco apreço à educação e desconhecimento de assuntos mais comezinhos e básicos. Até a educação da Língua Portuguesa sofreu de maus exemplos ao apresentar em livros-textos linguajar errado, justificando-o como comum ao povo. Maus exemplos que foram aceitos e, até, aplaudidos pelos petistas. Felizmente, nos últimos anos, tivemos líderes que nos legaram ótimos exemplos: o presidente Michel Temer, ao declarar que não vai concorrer à reeleição para poder realizar os "amargos" ajustes necessários; o juiz Sergio Moro, com sua Operação Lava Jato acabando com a impunidade de muitos "poderosos"; a ministra Cármen Lúcia, que, ao assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), foi pessoalmente visitar presídios e conferir a péssima condição em que se encontram os detentos; o prefeito eleito de São Paulo, sr. João Dória, que respondeu a Lula - quando este criticou seu vestuário como sendo mais caro que os "cisnes" (?) comprados por dona Marisa - dizendo que havia comprado sua roupa com dinheiro fruto de seu trabalho; e, finalmente, o povo, que despertou da demagogia e do populismo do PT para votar maciçamente nos candidatos da base de apoio ao governo Temer. Que este "novo" Brasil possa fixar bem os bons exemplos e fugir dos maus daqui para a frente. Está na hora de mais orgulho nacional, pé no chão e muito trabalho. Chega da ignorância que aceita ilusões e falsas promessas.
A distinção e o valor de um povo são determinados em grande parte pelos exemplos de seus líderes. Os bons exemplos, bem entendidos e divulgados, valorizam o tecido nacional e a honradez de seus cidadãos, enquanto os maus exemplos o depreciam. Nas nações do Primeiro Mundo não se perde oportunidade de destacar na mídia e em bancos escolares as boas atuações de seus fundadores e patriarcas, assim como censurar os maus exemplos ocorridos na História. Infelizmente, no Brasil pouco se faz nesse sentido. Até a importante atuação de Ruy Barbosa, conhecido como o Águia de Haia, é depreciada ou esquecida. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua equipe econômica deixaram o Brasil sem inflação, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, importantes programas sociais sob os cuidados de dona Ruth Cardoso, além de privatizações essenciais, como a da Companhia Siderúrgica Nacional e a das telecomunicações, e assistiu a todo esse esforço ser tachado de "herança maldita" pelo seu sucessor. Um bom exemplo, que foi desperdiçado em várias campanhas eleitorais perdidas pelo PSDB. Nos quase 14 anos de governos petistas, sofremos uma série enorme de maus exemplos tanto de Lula quanto de Dilma Rousseff, ambos demonstrando pouco apreço à educação e desconhecimento de assuntos mais comezinhos e básicos. Até a educação da Língua Portuguesa sofreu de maus exemplos ao apresentar em livros-textos linguajar errado, justificando-o como comum ao povo. Maus exemplos que foram aceitos e, até, aplaudidos pelos petistas. Felizmente, nos últimos anos, tivemos líderes que nos legaram ótimos exemplos: o presidente Michel Temer, ao declarar que não vai concorrer à reeleição para poder realizar os "amargos" ajustes necessários; o juiz Sergio Moro, com sua Operação Lava Jato acabando com a impunidade de muitos "poderosos"; a ministra Cármen Lúcia, que, ao assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), foi pessoalmente visitar presídios e conferir a péssima condição em que se encontram os detentos; o prefeito eleito de São Paulo, sr. João Dória, que respondeu a Lula - quando este criticou seu vestuário como sendo mais caro que os "cisnes" (?) comprados por dona Marisa - dizendo que havia comprado sua roupa com dinheiro fruto de seu trabalho; e, finalmente, o povo, que despertou da demagogia e do populismo do PT para votar maciçamente nos candidatos da base de apoio ao governo Temer. Que este "novo" Brasil possa fixar bem os bons exemplos e fugir dos maus daqui para a frente. Está na hora de mais orgulho nacional, pé no chão e muito trabalho. Chega da ignorância que aceita ilusões e falsas promessas.
Marcadores:
atrazo,
Cartas Estadão,
demagogia,
Democracia,
Educação,
Ética,
Exemplo dos líderes,
honestidade,
moralidade,
reformas
quarta-feira, 13 de julho de 2016
NO MERCADO DA POLÍTICA
(No Estadão impresso, quarta-feira, 13.07.2016)
CONGRESSO NACIONAL
Na casa da mãe Joana, os espertalhões que manipulam o mercado de promessas pressionam o administrador interino por verbas, enquanto o povo tenta sobreviver com o que sobra na hora da xepa (Congresso quer R$ 2,4 bi para aprovar meta fiscal, 12/7, A1). Eis o nosso Brasil caboclo e sua política, em que falta bom senso e sobram ilusões!
CONGRESSO NACIONAL
Na casa da mãe Joana, os espertalhões que manipulam o mercado de promessas pressionam o administrador interino por verbas, enquanto o povo tenta sobreviver com o que sobra na hora da xepa (Congresso quer R$ 2,4 bi para aprovar meta fiscal, 12/7, A1). Eis o nosso Brasil caboclo e sua política, em que falta bom senso e sobram ilusões!
Marcadores:
atrazo,
Cartas Estadão,
Congresso,
crise,
Ética,
honestidade,
política
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
AS CONTAS NÃO BATEM
(No Estadão online, segunda-feira, 31.08.2015)
No laudo de exame financeiro da Polícia Federal do sr. José Dirceu de Oliveira e Silva (no. 1742/2015) foi apurada uma pequena (sic) diferença entre a movimentação financeira esperada e a efetiva: R$ 7,08 milhões para R$ 1,449 milhão. Ou seja, R$ 5,6 milhões de sua renda declarada não transitou por conta corrente, foi em dinheiro vivo. Por que será? Será que “transitou” em malas? Ou talvez, cuecas? O ditado “quem não deve não teme” precisa de outro complementar: “dinheiro limpo transita em conta bancária, o sujo ninguém sabe como”. Este é o Brasil, onde os poderosos são mestres em mutretas, maracutaias e outras formas de tungar o povo honesto e trabalhador! Até quando?
No laudo de exame financeiro da Polícia Federal do sr. José Dirceu de Oliveira e Silva (no. 1742/2015) foi apurada uma pequena (sic) diferença entre a movimentação financeira esperada e a efetiva: R$ 7,08 milhões para R$ 1,449 milhão. Ou seja, R$ 5,6 milhões de sua renda declarada não transitou por conta corrente, foi em dinheiro vivo. Por que será? Será que “transitou” em malas? Ou talvez, cuecas? O ditado “quem não deve não teme” precisa de outro complementar: “dinheiro limpo transita em conta bancária, o sujo ninguém sabe como”. Este é o Brasil, onde os poderosos são mestres em mutretas, maracutaias e outras formas de tungar o povo honesto e trabalhador! Até quando?
Marcadores:
Abusos,
Cartas Estadão,
corrupção,
demagogia,
desvios,
Direitos abusivos,
Gastos excessivos,
governo inchado,
honestidade,
impunidade,
jeitinho,
mensalão,
Petrolão,
populismo
sábado, 9 de novembro de 2013
IRRESPONSABILIDADE GERAL
(No Estadão online, sábado, 9.11.2013)
A Justiça tem sua imagem com os olhos vendados; os paradigmáticos macaquinhos têm os olhos, ouvidos e as bocas tampados; na "Bíblia Sagrada", Jesus nos orienta contra a ostentação dizendo que a mão esquerda não deve saber o que faz a direita, mas em nossa política (com p minúsculo) toda esta sabedoria não vale, muito pelo contrário. A ostentação corre solta, vide o Land Rover do Silvio Pereira e o luxo nababesco do juiz Nicolau dos Santos Neto. Como declarou Ronilson Bezerra Rodrigues, acusado de chefiar a quadrilha da propina para reduzir o ISS, "Kassab sabia de tudo". E tenho certeza de que todos nos altos escalões do funcionalismo público ficam sabendo de tudo, senão não teriam chegado lá. Parece que essa desculpa, muito usada pelo ex-presidente Lula, já está desmoronando, felizmente. Além de ser muita ingenuidade acreditar na ignorância dos "chefes", os deveres que todos assumiram ao prestar juramento inclui, principalmente, a responsabilidade pelos atos próprios e de subalternos. O grande presidente americano Harry Truman tinha uma placa em sua mesa com os seguintes dizeres: "The buck stops here", ou seja todos poderiam passar a responsabilidade para outros, menos ele, que era o responsável mór. Um exemplo como este deveria ser mais usado neste nosso Brasil. Com a irresponsabilidade geral desta última década estamos nos tornando de fato a terra de ninguém, uma casa da mãe Joana. Onde estarão escondidos nossos estadistas e patriarcas? Está na hora de um Basta. Chega de omissão!
A Justiça tem sua imagem com os olhos vendados; os paradigmáticos macaquinhos têm os olhos, ouvidos e as bocas tampados; na "Bíblia Sagrada", Jesus nos orienta contra a ostentação dizendo que a mão esquerda não deve saber o que faz a direita, mas em nossa política (com p minúsculo) toda esta sabedoria não vale, muito pelo contrário. A ostentação corre solta, vide o Land Rover do Silvio Pereira e o luxo nababesco do juiz Nicolau dos Santos Neto. Como declarou Ronilson Bezerra Rodrigues, acusado de chefiar a quadrilha da propina para reduzir o ISS, "Kassab sabia de tudo". E tenho certeza de que todos nos altos escalões do funcionalismo público ficam sabendo de tudo, senão não teriam chegado lá. Parece que essa desculpa, muito usada pelo ex-presidente Lula, já está desmoronando, felizmente. Além de ser muita ingenuidade acreditar na ignorância dos "chefes", os deveres que todos assumiram ao prestar juramento inclui, principalmente, a responsabilidade pelos atos próprios e de subalternos. O grande presidente americano Harry Truman tinha uma placa em sua mesa com os seguintes dizeres: "The buck stops here", ou seja todos poderiam passar a responsabilidade para outros, menos ele, que era o responsável mór. Um exemplo como este deveria ser mais usado neste nosso Brasil. Com a irresponsabilidade geral desta última década estamos nos tornando de fato a terra de ninguém, uma casa da mãe Joana. Onde estarão escondidos nossos estadistas e patriarcas? Está na hora de um Basta. Chega de omissão!
Marcadores:
aparelhamento,
Cartas Estadão,
desgoverno,
honestidade,
PT,
responsabilidade
domingo, 16 de junho de 2013
QUANDO, QUANDO
(No Estadão online, domingo, 16.06.2013)
Quando será que os jovens brasileiros vão ter uma boa educação? Quando será que nossos governos vão se preocupar com a formação social, acadêmica e científica do brasileiro em geral? Quando será que nossos políticos terão mais escrúpulos para prometerem o realizável, e, depois, prestarem conta ao cidadão do que estão realizando? Quando será que acordaremos do "berço esplêndido" para enfrentar com coragem nossa triste realidade? Quando será que nossos governantes entenderão que não somos uma monarquia, deixando que os "palácios" sejam transformados em museus e administrando nossa nação de locais mais simples e realistas? Nos EUA, o presidente trabalha na Casa Branca, na Inglaterra o Primeiro Ministro na 10 Downing Street, na Argentina, na Casa Rosada; por que aqui temos tantos palácios - do Planalto, da Alvorada, dos Bandeirantes, etc.? Quando será que valorizaremos a honestidade e puniremos devidamente os que mentem para o povo e o exploram? Enfim, quando será que seremos uma nação séria e digna para competirmos em pé de igualdade com as do Primeiro Mundo? Eis a canção de um brasileiro desanimado: Quando, Quando...
Quando será que os jovens brasileiros vão ter uma boa educação? Quando será que nossos governos vão se preocupar com a formação social, acadêmica e científica do brasileiro em geral? Quando será que nossos políticos terão mais escrúpulos para prometerem o realizável, e, depois, prestarem conta ao cidadão do que estão realizando? Quando será que acordaremos do "berço esplêndido" para enfrentar com coragem nossa triste realidade? Quando será que nossos governantes entenderão que não somos uma monarquia, deixando que os "palácios" sejam transformados em museus e administrando nossa nação de locais mais simples e realistas? Nos EUA, o presidente trabalha na Casa Branca, na Inglaterra o Primeiro Ministro na 10 Downing Street, na Argentina, na Casa Rosada; por que aqui temos tantos palácios - do Planalto, da Alvorada, dos Bandeirantes, etc.? Quando será que valorizaremos a honestidade e puniremos devidamente os que mentem para o povo e o exploram? Enfim, quando será que seremos uma nação séria e digna para competirmos em pé de igualdade com as do Primeiro Mundo? Eis a canção de um brasileiro desanimado: Quando, Quando...
Marcadores:
Cartas Estadão,
cidadania,
Democracia,
desperdício,
Educação,
heranças,
honestidade,
impunidade,
reformas
terça-feira, 2 de abril de 2013
BALANÇO DO BNDES
(No Estadão online, terça-feira, 2.04.2013)
Quanta irresponsabilidade recorrer a manobras no balanço do BNDES para obter, artificialmente, um superávit primário mais aceitável! Os números podem aparecer no papel mais "aceitáveis", mas o custo em confiança não se justifica. Será que o elles não entendem que "confiabilidade" leva tempo e é uma conquista das mais valiosas? E que, depois de perdida, fica difícil recuperar? Infelizmente, é mais um caso de jeitinho, esperteza e truque burro que revela nossa situação de país do Terceiro Mundo!
Quanta irresponsabilidade recorrer a manobras no balanço do BNDES para obter, artificialmente, um superávit primário mais aceitável! Os números podem aparecer no papel mais "aceitáveis", mas o custo em confiança não se justifica. Será que o elles não entendem que "confiabilidade" leva tempo e é uma conquista das mais valiosas? E que, depois de perdida, fica difícil recuperar? Infelizmente, é mais um caso de jeitinho, esperteza e truque burro que revela nossa situação de país do Terceiro Mundo!
Marcadores:
Cartas Estadão,
desgoverno,
Finanças Públicas,
honestidade,
jeitinho,
transparência
Assinar:
Postagens (Atom)