(No Estadão online e Diário de S. Paulo, quarta-feira, 21.09.2011)
Infelizmente, neste governo, a verba que deveria ir para incentivar o turismo, tem sido usada para agradar políticos, amigos do Sarney, e o PMDB, partido aliado. A receita usada já está clara: montar ONGs de fachada e inventar projetos pomposos para dar apoio ao turismo regional. Não importa a região, nem seu potencial turístico, só valem os termos tecnicamente sofisticados e a boa impressão para justificar os milhões liberados. O resto é distribuir a grana para os que participam do esquema. Não há preocupação em destinar criteriosamente verbas para o tão necessário turismo do Brasil, mas sim em apoiar "turisticamente" os políticos cupinchas do senador José Sarney. Esta a triste realidade em nossa república de bananas e de seus políticos "bananeiros" (com os critérios frouxos que visam só o próprio bolso).
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
DURA LEX?
(No Estadão online, segunda-feira, 1/02/2010)
Parabéns ao nosso Estadão por não aceitar o arquivamento do caso da censura pela desistência do empresário Fernando Sarney. A Justiça tem de ser clara e decisiva. O processo terá de ser extinto por julgamento de fundo, mediante resolução de mérito. O Tribunal de Justiça deverá julgar, dentro da Lei, a procedência da ação, jamais sair pela tangente por uma esperta desistência do autor. Temos leis e Constituição que devem sempre prevalecer. Jamais ficarem à disposição de vindouros e indevassáveis caprichos dos que se consideram donos do poder. Com a palavra o TJ-DF!
Parabéns ao nosso Estadão por não aceitar o arquivamento do caso da censura pela desistência do empresário Fernando Sarney. A Justiça tem de ser clara e decisiva. O processo terá de ser extinto por julgamento de fundo, mediante resolução de mérito. O Tribunal de Justiça deverá julgar, dentro da Lei, a procedência da ação, jamais sair pela tangente por uma esperta desistência do autor. Temos leis e Constituição que devem sempre prevalecer. Jamais ficarem à disposição de vindouros e indevassáveis caprichos dos que se consideram donos do poder. Com a palavra o TJ-DF!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
BRILHANTEMENTE?
(Na Folha de SP e no Estadão Online, sexta-feira, 18/12/2009)
Para o sr. José Sarney, o Senado termina 2009 'brilhantemente'. Sim, para os senadores e para ele que se safou de um impeachment! Já para o resto da Nação não há brilho, mas decepção e desânimo. Para que o cidadão saiba o quão "brilhante" de fato é nosso Senado e governo, segue uma ideia. Nós já temos o "impostômetro", que "estourou" a marca de um trilhão de reais nos últimos dias. Que tal criarmos um "custômetro" para acompanhar os totais de custeio de cada setor dos governos federal, estadual e municipal? Assim o contribuinte poderia saber onde está indo a maior parte de seu suado dinheiro, engolido pelos abusivos impostos. Deduzindo-se os valores do "custômetro" do total do "impostômetro", saberíamos o que sobra para aplicar nos reais objetivos dos impostos: infraestrutura, saúde, educação, transportes, segurança, etc.. Tenho certeza que ao acompanharmos esses cálculos, o "brilhantemente" do sr. Sarney ficaria mais e mais obscurecido. Lembro-me de propaganda (de sabão) que dizia que seu produto "vale quanto pesa". No caso do Senado, e do atual governo como um todo, infelizmente, seu peso é tanto que, para todas as finalidades desejadas, seu valor é altamente negativo. Assim cabe a pergunta: onde está o brilho, sr. Sarney?
Para o sr. José Sarney, o Senado termina 2009 'brilhantemente'. Sim, para os senadores e para ele que se safou de um impeachment! Já para o resto da Nação não há brilho, mas decepção e desânimo. Para que o cidadão saiba o quão "brilhante" de fato é nosso Senado e governo, segue uma ideia. Nós já temos o "impostômetro", que "estourou" a marca de um trilhão de reais nos últimos dias. Que tal criarmos um "custômetro" para acompanhar os totais de custeio de cada setor dos governos federal, estadual e municipal? Assim o contribuinte poderia saber onde está indo a maior parte de seu suado dinheiro, engolido pelos abusivos impostos. Deduzindo-se os valores do "custômetro" do total do "impostômetro", saberíamos o que sobra para aplicar nos reais objetivos dos impostos: infraestrutura, saúde, educação, transportes, segurança, etc.. Tenho certeza que ao acompanharmos esses cálculos, o "brilhantemente" do sr. Sarney ficaria mais e mais obscurecido. Lembro-me de propaganda (de sabão) que dizia que seu produto "vale quanto pesa". No caso do Senado, e do atual governo como um todo, infelizmente, seu peso é tanto que, para todas as finalidades desejadas, seu valor é altamente negativo. Assim cabe a pergunta: onde está o brilho, sr. Sarney?
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