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terça-feira, 8 de maio de 2018

PERIGO NAS INDECISÕES

(No Estadão online, terça-feira, 8.05.2018) O excelente e bem ponderado artigo do jornalista Fernando Gabeira "Grande problema, grande cidade" (4/5, A2) é de uma importância a toda prova. Abordando o chamado "déficit habitacional" e o problema da cracolândia no centro da cidade de São Paulo ele chama a atenção a uma possível consequência de catastróficas e devastadoras dimensões: o risco de epidemias que corremos devido à quebra da segurança biológica! Conforme revela, esse risco constou de advertência de um grupo de cientistas, incluindo o bilionário Bill Gates, que analisaram essa questão. Termina o artigo com referência ao incêndio e queda do edifício Wilton Alves de Almeida: "tomara que esse desastre ajude também a apressar os passos dados, desatar longas negociações. Por que tragédias num lugar que pode ser um dos mais atraentes da metrópole?" Creio que essa questão extrapola uma simples perspectiva de atração e solução urbanística. Creio que é essencial enfatizar com todo alarde o que sr. Gabeira menciona: "que (devido às possíveis epidemias) o destino de todos está em jogo". Muitas e muitas vidas correm perigo. Por tanto não se trata de somente um grande problema, mas um de gigantescas proporções. E como tal deve ser tratado!

sábado, 1 de julho de 2017

ATENUAR O CAOS?

(No Estado de S.Paulo, impresso, sabado, 1.07.2017)
CRISE E CORRUPÇÃO
O sr. Fernando Gabeira conclui seu artigo Em busca do horizonte (30/7, A2) dizendo: “Já observamos muito o caos. Talvez seja hora de atenuá-lo”. Só não disse como. Com novas articulações, armações, delações fatiadas sendo noticiadas diariamente, como se pode evitar o “caos”? Como um trabalhador pode ter confiança no futuro? Como empreender, arriscando capital e trabalho, neste clima de incerteza? Como decidir por investir no futuro do Brasil, se os governantes e a classe política estão sempre fazendo um jogo sujo e rasteiro, visando seus interesses pessoais e partidários, esquecendo o Brasil que deseja paz e segurança para trabalhar e planejar o amanhã? Enquanto permanecer esse “salve-se quem puder”, com os poderosos sempre levando vantagem e o povo sendo sacrificado, mal e mal conseguindo sobreviver, o Brasil não sairá do atoleiro em que foi lançado pelas políticas populistas e demagógicas do lulopetismo. O passo mais importante e há muito esperado é a prisão de Lula e a divulgação com total transparência de toda a roubalheira no período em que o PT nos governou, começando por deixar claro como a Petrobrás, que já foi a oitava maior empresa do mundo, quase foi à falência sob o comando de dirigentes nomeados pelo PT, incluída dona Dilma Rousseff, que era a presidente do Conselho de Administração. O povo precisa saber para não reincidir no erro de acreditar nas promessas ilusórias do petismo, achar que dinheiro cresce em árvores e o almoço é grátis para os amigos do rei. O caos não terminará enquanto não tivermos a coragem de tomar essas medidas drásticas, porém altamente necessárias!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A GRANDE DIFERENÇA

(No Estadão online, segunda-feira, 17.10.2016)
Enquanto nações ricas incentivam o trabalho, a eficiência, a criatividade, a produtividade e a criação de riqueza, pagando bem conforme a qualificação acadêmica, tecnológica e o mérito da pessoa, países pobres invertem essa fórmula pagando melhor as categorias burocráticas que não geram riqueza. O Brasil é um caso típico: "Das dez categorias mais bem pagas, seis são do serviço público" (manchete do "Estadão" de 10/10). Quando vamos entender que as categorias que produzem riqueza são as que pagam os impostos que sustentam as categorias burocráticas do serviço público, e que elas têm de ser incentivadas com ganhos maiores, pois assumem os riscos que acompanham o empreendedorismo? Aqui, quem assume os riscos do progresso é prejudicado por uma grande e complexa burocracia, tendo de arcar com pesados impostos. Os que puxam o verdadeiro progresso e riqueza, os do setor privado, têm como "sócio" o governo, que só ganha sem assumir quaisquer riscos. Dá para entender por que os que são empreendedores fogem daqui e buscam países que os incentivam? Nossa riqueza vem da exportação de matérias-primas, minérios, café, soja, cacau, etc., e importamos bens com valor agregado nos quais essas matérias-primas foram usadas. Exemplos é o nosso cacau que vai para a Suíça e para a Bélgica, voltando como chocolates finos com bons lucros... para eles. Só seremos ricos quando incentivarmos melhor quem produz riqueza com menos carga tributária e peso burocrático. O funcionalismo público deve servir de apoio aos que nos trazem riqueza, e não de estorvo que desincentiva e prejudica os que desejam ficar ricos honestamente e por mérito. Um teto nos gastos do governo não é suficiente. Teremos de reduzir muito os atuais abusos de certas categorias, pois do jeito que está ficaremos cada vez mais atrasados em relação ao Primeiro Mundo. Disso depende o Brasil que queremos deixar para nossas futuras gerações.

sábado, 23 de julho de 2016

OS HUMILDES

(No Estadão online, sábado, 23.07.2016)
Não só a sra. Melania Trump, mulher de Donald Trump, plagiou o discurso de Michele Obama, mas o próprio Trump plagiou (sic) nosso megalomaníaco Lula da Silva: "Eu serei o melhor presidente que Deus alguma vez já criou". Será que não sabem que, conforme nos revelou Jesus, “bem-aventurados serão os humildes, pois herdarão o mundo”?

segunda-feira, 16 de maio de 2016

MENSAGEM AOS PETISTAS

(Postado no Facebook em 16.05.2016)
MENSAGEM AOS PETISTAS QUE ATACAM O IMPEACHMENT PELA INTERNET.
O que se chama alguem que usa computador, navega na Internet com Facebook; usa iPhone com WhatsApp, dando dinheiro para grandes empresas como Microsoft e Apple, que usaram capitais de grandes bancos para apoiar empreendedores, que inovaram assumindo grandes riscos, como Bill Gates e Mark Zuckerberg e, por mérito próprio, ficaram bilionários... e vive criticando e demonizando o capitalismo que permitiu esse progresso? Não seria hipócrita? Existe o capitalismo selvagem, com exploração do trabalhador, lucros excessivos e corrupção, e o saudável, com concorrência da economia de mercado, controle de abusos por agências reguladoras e leis anti-truste. Devemos lutar pelo capitalismo responsável que permite o progresso, e não pelo centralismo estatizante, no qual impera o nivelamento por baixo, a corrupção e a incompetência. A receita petista-bolivariana nos levaria ao Terceiro Mundo de uma Venezuela. O capitalismo responsável e controlado nos levará para um Brasil com menos pobreza, mais empregos e melhor qualidade de vida. Qual a melhor opção? Pense bem e seja honesto. Chega de hipocrisia!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

BALA DE PRATA (Como matar jararaca)

(No Estadão online, quarta-feira, 27.04.2016)
O ex-presidente Luiz Inácio da Silva, após prestar depoimento coercitivamente na Polícia Federal, nos deu a maneira: acertar bem na cabeça da serpente (no rabo não adianta). Esse bicho é duro de matar! Também difícil de matar é vampiro: sendo necessário segurar crucifixo com uma mão e, com a outra, cravar bem no seu coração estaca de madeira bem pontiaguda. E lobisomem nem se fala. Só acertando no seu coração uma bem disparada bala de prata. O Brasil do bem, da democracia e da liberdade, muito ameaçado por jararacas, vampiros e lobisomens, está precisando urgentemente usar um desses recursos. Gostaria de sugerir a nossos estadistas (juiz Sérgio Moro, senhores ministros do Supremo Tribunal Federal e líderes esclarecidos do Congresso) que usem eficientemente três balas de prata para começar a eliminar o mal que tanto nos vem afligindo há mais de década: poderosas CPIs dando total transparência a empréstimos (doações?) do BNDES feitos a ditadores latino-americanos e africanos; gastos abusivos do Executivo através dos cartões corporativos; e atividades até hoje não bem explicadas da sra. Rosemary Noronha, inclusive o bem documentado transporte e depósito de 25 milhões de euros em banco no Porto, Portugal. E que seus resultados sejam bem divulgados aos brasileiros, que estão pagando essas contas (e deixando um pesado saldo devedor a filhos e netos), e na imprensa estrangeira (especialmente), para que as “jararacas” não tenham meios de retrucar com as mentiras habituais. Não podemos continuar “bonzinhos” achando que eles têm consciência, escrúpulos e vergonha. Não têm! Só mesmo acertando no coração desse processo, bem disfarçado de “democracia” (Foro de São Paulo), que está nos levando a uma malfadada ditadura bolivariana.

domingo, 10 de janeiro de 2016

O AVESSO DO AVESSO

(No Estadão impresso, domingo, 10.01.2016)
Se virarmos a “presidenta” do avesso vamos encontrar o Lula. Se virarmos o ex-presidente do avesso vamos encontrar o PT “lambuzado”. Se virarmos o PT do avesso vamos encontrar a incompetência, a mentira e o atraso. O que elles não enxergam (ou não querem enxergar) é que o Muro de Berlim caiu no final de 1989, reunindo as duas Alemanhas e revelando a grande ilusão do populismo demagógico (ou da ditadura do comunismo). Quando será que o nosso “muro” vai cair? O Brasil que trabalha, produz e sonha não pode esperar mais. Impeachment já!

sábado, 14 de novembro de 2015

CADA VEZ MAIS DIFÍCIL

(No Estadão online, sábado, 14.11.2015)
A oposição ao governo se omite dormindo o sono tranquilo dos que estão garantidos com sua polpuda remuneração, vantajosas benesses e “imexíveis” direitos adquiridos (ou serão abusivos?). O governo, sonhando com glórias pseudoideológicas, se agarra ao poder, articulando desesperadamente com deuses e demônios, para manter o controle das bocas, boquinhas e fontes de rendas, lícitas ou não, que garantam seu projeto de domínio comuno-bolivariano. E o resto da população, que trabalha e sustenta tudo com pesados impostos, assiste estupefata a este trágico drama, sofrendo o pesadelo de um futuro incerto para si, seus filhos e netos. Quando será que acordaremos para uma vida mais justa, honesta e melhor? Com a oposição que temos atualmente, fica cada vez mais difícil.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

AS CONTAS NÃO BATEM

(No Estadão online, segunda-feira, 31.08.2015)
No laudo de exame financeiro da Polícia Federal do sr. José Dirceu de Oliveira e Silva (no. 1742/2015) foi apurada uma pequena (sic) diferença entre a movimentação financeira esperada e a efetiva: R$ 7,08 milhões para R$ 1,449 milhão. Ou seja, R$ 5,6 milhões de sua renda declarada não transitou por conta corrente, foi em dinheiro vivo. Por que será? Será que “transitou” em malas? Ou talvez, cuecas? O ditado “quem não deve não teme” precisa de outro complementar: “dinheiro limpo transita em conta bancária, o sujo ninguém sabe como”. Este é o Brasil, onde os poderosos são mestres em mutretas, maracutaias e outras formas de tungar o povo honesto e trabalhador! Até quando?

terça-feira, 25 de agosto de 2015

RIMA DO ACORDÃO

(No Estadão online, terça-feira, 25.08.2015)
Acordão não deixa de ser um pizzão. Chega de enganação! Ou acorda o Brasil ou continuaremos no pesadelo da ilusão!

quarta-feira, 11 de março de 2015

CADÊ A VERGONHA? (2a. versão)

(No Estadão online, terça-feira, 10.03.2015)
No Japão político pego em atos de corrupção, com vergonha, se mata diante de câmeras da TV para, supostamente, limpar com sangue a honra da família. Se o mesmo ocorresse aqui, será que sobraria alguém para apagar as luzes do Congresso? Onde estão a ética, a moral, o brio e a vergonha de nossos (falsos) representantes? Apesar de circularem pela mídia e na Justiça tantas delações, listas e testemunhos de personalidades diretamente envolvidas no desvio de milhões de nosso dinheiro em estatais e empresas públicas, tudo fica no barulho e nas discussões. Infelizmente, parece que com esta gente falta “chá de vergonha” e sobra óleo de peroba. Até quando?

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

TRAGÉDIA EM TRÊS ATOS

(No Estadão impresso, quinta-feira, 19.02.2015)
Discordando dos leitores srs. Edgard Gobbi (Prólogo e epílogo,15/2) e Roberto Twiaschor (Prefácio, epílogo e epitáfio, 17/2), acho que o prefácio de nossa verdadeira tragédia não foi o mensalão, nem seu epílogo se dará com a abertura das caixas-pretas de estatais como o BNDES. No meu entender, o prefácio se deu quando Fernando Henrique Cardoso passou o governo ao Lula (e ao PT) com excessiva cordialidade e sem defender com a devida firmeza as grandes conquistas conseguidas para o Brasil – Plano Real, Lei de Responsabilidade Fiscal, privatizações necessárias etc. Aceitar passivamente a crítica de que entregou uma “herança maldita” foi o prefácio dessa tragédia. O epílogo só poderá ser elaborado quando voltarmos a ter um governo sério, de pessoas responsáveis, que estejam em sintonia com e respeitem as necessidades do povo, prestando contas com transparência de todo dinheiro obtido através de pesados impostos e taxas. Quanto aos epitáfios de Lula e Dilma, deve ser simples: “Aqui jazem os que participaram de um projeto de hegemonia ideológica que afundou o Brasil na lama da corrupção alegando nunca saberem de nada”. Nossa história, infelizmente, já passou de drama e pode ser caracterizada como tragédia grega. Todos sabemos que o fim será muito doloroso e trágico. Só não sabemos ainda quem serão os sacrificados no final: o governo hegemonico aliado à corrupção ou o cidadão honesto, que terá de pagar, sem maiores esperanças, a pesada conta que estão deixando como herança das piores e mais malditas! Os brasileiros conscientes e honestos aguardam, com preocupação, o desfecho nos atos finais e o fechar das cortinas.

terça-feira, 1 de abril de 2014

"CEM ANOS ATRASADO"

(No Estadão online, terça-feira, 1.04.2014)
Cumprimento o dr. Adib D. Jatene, pelo brilhante artigo "Cem anos atrasado" (31/3, A2). Ele nos mostra, com clareza meridiana, como o (des)governo populista dos últimos 12 anos vem solapando a qualidade do ensino da Medicina em favor de uma quantidade precipitada e nociva. Como os próprios "caciques" do governo procuram a assistência médica em hospitais da qualidade de um Sírio-Libanês, estão pouco preocupados com o povo. Na campanha que se avizinha, provavelmente irão citar os números de novas escolas de Medicina, os alunos dessas escolas, o Programa Mais Médicos e outros dados eleitoreiros. Só não vão mencionar o círculo vicioso que iniciaram, no qual a qualidade do médico formado vai cair cada vez mais, com médicos mal formados hoje, formando piores médicos amanhã. E a saúde do povo é que sofre. Reitero uma sugestão que há tempos é ventilada: que todos os funcionários públicos, especialmente os mais graduados, sejam obrigados a buscar o SUS para o atendimento de si e de sua família. Aí, sim, se preocupariam com a qualidade das escolas de Medicina e seus formandos. Do jeito que está, o povo que "se exploda".

domingo, 29 de dezembro de 2013

FÓRMULA

(No O Globo, sábado, 28.12.2013)
As nações conhecidas como “Tigres Asiáticos” há décadas mostraram ao
mundo o caminho para o sucesso: educação + disciplina + eficiência +
produtividade = progresso com riqueza real. Deveríamos aprender.
Muito nos está faltando nessa fórmula, especialmente a mais  importante: educação para competir com o mundo moderno. Do jeito que estamos indo, vamos continuar por muito tempo transferindo nossa
riqueza para a China e para nações que aproveitam nossa matéria-prima e nos vendem de volta produtos de alta tecnologia e alto valor agregado. A balança de transferência de riqueza continuará pendendo para esses
países, o que demonstra que a propaganda do governo é enganosa: país rico não é sem miséria, mas um país que sabe aproveitar melhor seus recursos humanos e naturais.

domingo, 13 de outubro de 2013

HERANÇA MALDITA

(No Estadão online, domingo, 13.10.2013)
Quem quiser conhecer a "herança maldita" que os governos petistas estarão deixando para o futuro, basta ler o excelente artigo de José Serra "Para romper a inércia do atraso" (10/10, A2). Além da lista de sérios e preocupantes problemas levantados por Serra, gostaria de acrescentar os que acho serem os piores deles: a cultura de dependência no governo, o populismo eleitoreiro, a demagogia, as mentiras deslavadas sendo veiculadas por campanhas publicitárias e a impunidade dos que deveriam ser os mais responsáveis. Infelizmente, estamos alimentando vícios que propiciam a inércia e garantem nosso atraso diante de um mundo cada vez mais eficiente e competitivo. O brasileiro terá de entender que país rico não se resume a país sem pobreza, mas sim àquele que valoriza a educação, o valor do trabalho produtivo e o bem-estar social através de leis fortes, bem aplicadas em todos os níveis da pirâmide, começando de cima. Precisamos de governos que eduquem nosso povo mais e melhor pelos bons exemplos. O resto é enganação, prejudicando o Brasil que trabalha, para se manter no poder e garantir a vida fácil dos companheiros. Será esta a herança que queremos para nossos netos?

terça-feira, 30 de abril de 2013

SIMPLISTAS?

(No Estadão e O Globo impressos, terça-feira, 30.04.2013)
O ministro José Eduardo Cardozo declarou em entrevista, que a "criminalidade não tem respostas simplistas". Isso é fácil dizer quando se vive sob a proteção do governo, com equipes de segurança e carros blindados. Nessa redoma oficial não há problema em justificar ideologicamente as razões da crescente criminalidade no País. No dia em que um filho, neto ou ente querido sofrer nas mãos de um criminoso, aí a situação passa a não ser tão "simplista". Sejam complicadas ou simples, o cidadão, atualmente indefeso, que paga pesados impostos exige uma resposta que lhe dê mais segurança para que sua família viva e trabalhe sem maiores riscos. As leis não podem continuar "flexíveis" e brandas por causa de problemas de origem histórica e social. Vivemos no "hoje" e exigimos soluções para o "agora" e o amanhã. O resto é contemporização. Ou sinal de incompetência e irresponsabilidade!

sábado, 29 de dezembro de 2012

Apagão ou falha humana?

(No Estadão impresso, sábado, 29.12.2012)
Falha humana?
O consumidor brasileiro, que paga uma energia elétrica das mais caras do mundo, não consegue distinguir entre apagão e falha humana: está no escuro! Mas, seja como for, não deixa de ser um "apagão" de competência e desrespeito a ele, consumidor!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

"Aonde irá o PT"

(No Estadão impresso, quarta-feira, 26.12.2012)
No excelente artigo de Sergio Fausto Aonde irá o PT? (22/12, A2), sobre a metamorfose nos caminhos do Partido dos Trabalhadores, ele diz: "Coragem cívica anda em falta". Eu diria que coerência e vergonha na cara também!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

EDUCAÇÃO

(No Valor Econômico, segunda-feira, 5.11.2012)
As nações mais bem sucedidas são as que investiram pesado na educação. O Japão e os chamados "tigres asiáticos" são exemplos dessa estratégia. No Brasil, porém, deprecia-se a educação com projetos populistas como as cotas. Injeta-se dinheiro nas classes mais baixas para levá-las à classe média. A produção industrial e o comércio crescem artificialmente com o aumento do crédito. Mas, infelizmente, os governantes esquecem de formar bem as bases pela educação e ensino tecnológico e profissionalizante. Quando se entenderá que sem educação séria e valorizada não teremos sucesso a longo prazo em um mundo cada vez mais globalizado?
Silvano Corrêa

domingo, 12 de fevereiro de 2012

NOVILÍNGUA

(No Estadão online, domingo, 12.02.2012)
Privatização não é privatização, é concessão. Caixa 2 não é caixa 2, é recurso não contabilizado. Corrupção não é corrupção, é malfeito. Lucro dos bancos? Ah, isso depende: se for em governo petista, é economia exuberante, com o PSDB, capitalismo selvagem. E assim vai para o brejo nossa "lógica semântica", esmagada pela demagogia e pelo populismo vigentes nos últimos nove anos!